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Dividida e sem discurso oposição poderá pulverizar candidaturas à prefeitura de Rio Branco

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A Frente Popular do Acre (FPA), coligação comandada pelo PT, poderá ter vida fácil em mais uma disputa eleitoral em 2016. Dividida e sem discurso, a oposição ameaça pulverizar candidaturas à prefeitura de Rio Branco. De olho na disputa municipal, o PMDB filiou o advogado Roberto Duarte e o administrador João Marcus Luz. Dependendo das bênçãos do presidente do PMDB, o deputado federal Flaviano Melo, os dois poderão formar a chapa majoritária do partido.

Na outra ponta, o PSDB também colocou o pé na estrada em busca de novos nomes. O próximo presidente do partido, o deputado federal Major Rocha, afirma que o ninho tucano terá candidato. Os nomes de Fracineudo Costa e Socorro Neri são as apostas de Rocha e Márcio Bittar. O dirigente destaca que o PSDB não pode descartar o crescimento em nenhum dos municípios. Portanto, não deixará de apresentar um nome para disputar a prefeitura da capital.

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PSC, PTC e PEN, partidos que integram o bloco político da ex-deputada federal Antônia Lúcia (PSC) trabalha para colocar um candidato na disputa pelo comando da maior cidade do Acre. Os dirigentes das três legendas intensificaram as articulações e realizam diversas reuniões para atrair novos apoiadores e nomes com densidade eleitoral para escolher um candidato. A ex-deputada aposta que terá o apoio de políticos da FPA e também da oposição.

Procurado pela reportagem, o presidente do DEM, o ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom disse que, no momento, seu foco principal é a saúde de sua esposa. Ele destaca que as articulações e debates sobre a montagem de chapas serão deixadas para 2016. “Apresentar um nome para disputar a prefeitura é um direito democrático de todos os partidos, mas acredito que esta não é o momento. O DEM vai deixar o debate eleitoral para 2016”, diz Bocalom.

Alguns militantes e dirigentes políticos acreditam que o lançamento de várias candidaturas, em tese, facilitaria levar a eleição para o segundo turno na capital, mas o desafio dos partidos de oposição não é apenas levar a disputa para uma segunda votação. O bloco adversário da FPA conseguiu este objetivo nas duas últimas eleições, mas foi derrotado por uma pequena margem de votos. O que falta aos oposicionistas é conquistar este pequeno detalhe que significa a vitória.

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