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Votação de isenção para coletivos termina com um preso na Aleac

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A sessão que debateu a isenção do ISS para o setor de transportes coletivos de Rio Branco foi tumultuada e terminou com um sindicalista preso, acusado de agredir a secretária de juventude da prefeitura, Temyllis Silva.

A galeria da Assembleia Legislativa do Acre – cedida para sessão da Câmara Municipal de Rio Branco (CMRB) – ficou dividido entre manifestantes prós e contra a isenção proposta pelo município. E no calor do debate, o sindicalista identificado com José Janes e a secretária municipal, Temylles foram às vias de fato.

Para acalmar os ânimos de sindicalistas e cargos comissionados do município recrutados para a sessão, o presidente da Câmara, vereador Artêmio Costa (PSDC) teve que suspender a sessão e solicitar reforço militar.

O caso de agressão foi parar na Delegacia da Mulher. O sindicalista preso é da Central de Trabalhadores do Brasil (CBT) e se manifestava contra a isenção às empresas de ônibus.

A sessão foi retomada por volta das 21 horas com vereadores se manifestando contra e favor da matéria colocada em pauta. E não tem hora para terminar.

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Empresa especializada amplia oferta de crédito e atrai milhares de clientes no Acre

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Poderia ser apenas mais uma empresa facilitadora de crédito consignado no mercado, mas a Freitas Assessoria de Crédito decidiu nascer para fazer diferente. Após quase 20 anos trabalhando no ramo, Clicia Freitas Monteiro resolveu abrir o próprio negócio e oferecer um serviço diferenciado no Acre. Ao lado do sócio, Alex Ferreira, vem conseguindo atender uma vasta variedade de clientes e injetar mais de R$ 1 milhão em menos de um mês na economia local.

 

A gerente de operação Clicia Freitas explica que a intenção não é somente aprovar uma margem de crédito ao cliente, mas garantir por meio de instruções que ele invista o dinheiro da melhor maneira. Alex, sócio e gestor financeiro, afirma que a ideia da Freitas Assessoria é proporcionar o crédito pessoal mais barato do mercado (com juros a partir de R$ 1,70) e abranger um leque maior de público.

 

O crédito consignado é uma variação do empréstimo, feito para servidores públicos, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS), automaticamente descontado em folha. Há pouco tempo, além desse público, os bancos também incluíram funcionários de empresas privadas e que possuem saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

 

“A gente também consegue liberar empréstimo para quem tem saldo de FGTS, e o valor é baseado no saldo que a pessoa tem na conta. Está entrando uma nova linha no ramo que estamos focados também, que é o empréstimo para quem recebe o Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família). Trabalhamos com público ligado ao Estado, prefeitura, esfera federal e essa nova linha que estamos apostando muitas fichas nela”, contam os sócios.

 

A crise financeira provocada pela pandemia de Covid-19 tem elevado significativamente a procura por linhas de crédito. Nesse período, o mercado digital cresceu mais de 15% e com o crédito consignado não foi diferente. “Trabalhávamos num sistema fadado, que não se renova, demorado, onde um cliente não alfabetizado não conseguia ser atendido. Com a pandemia, tivemos que nos readaptar a um novo modelo”.

 

Foi aí que a Feitas Assessoria viu a oportunidade de inovar no ramo. “Vimos que o digital estava funcionando muito melhor do que o físico, apesar de o atendimento presencial ainda render quase 30% das vendas. Nessa readaptação, além de vender no estado, passamos a vender para fora também. Abrimos um leque de opções”.

 

A ampliação de crédito a pessoas que não são funcionárias públicas ou pensionistas, fez com que a empresa atingisse pelo menos 80% da necessidade do mercado geral, que é o que move nossa economia. “Já atendíamos a parte dos aposentados, pegamos os ativos do estado e completamos 100% com o funcionalismo público, que nunca teve a opção de ter uma linha de crédito”.

 

O ‘boom’ de vendas permanece e dificulta até dar conta da alta demanda. “Os bancos tiraram aquela limitação e incluiu pessoas desempregadas, que podem não ter um score alto, até porque essa maioria do comércio ganha um salário mínimo. Uma pessoa que recebe R$ 400 tem hoje a opção de ter uma linha de crédito de até R$ 2,5 mil para começar um negócio, fazer uma reforma ou quitar uma dívida”.

 

Educação financeira

Além da facilidade de fornecer linha de crédito, a marca se preocupa em ensinar os clientes como utilizar esse crédito. “Não queremos só que o cliente venha e saque um valor. Precisamos fazer com que ele utilize dinheiro de forma consciente para numa próxima vez que precisar, tenha opção de nos procurar novamente. Estamos tentando ter esse diferencial no mercado”.

 

Nas primeiras semanas de funcionamento, a empresa conseguiu injetar mais de R$ 1 milhão na economia do estado. O feito é comemorado, principalmente por se tratar de uma marca nova no mercado. A tendência é elevar esse número. “Somos um estabelecimento pequeno, com 4 colaboradores, mas temos contribuído muito para o nosso estado e para nossa economia”.

 

A grande maioria da procura é feita devido ao período, onde tudo se mostra mais difícil de conseguir. Os sócios relatam a escassez de comida, aumento no preço dos mantimentos entre outras razões. “Isso significa que as pessoas estão até sem o que comer, não estão conseguindo pagar a conta. O salário mínimo não é suficiente, com isso as pessoas estão recorrendo muito ao crédito”.

 

Os motivos conforme a demanda de clientes são os mais variados, alguns procuram a empresa por uma emergência, outros pensando em investir, fazer com que aquele dinheiro se multiplique. A parceria do governo com os bancos fez com que o estado busque novas alternativas para que todos fiquem assistidos.

 

Diferencial

Para tentar agradar a clientela, eles ainda mantêm um espaço físico. “Alguns gostam de ver a gente para se sentirem seguros. Voltamos a ter uma venda de pelo menos 30% física após o período mais crítico da pandemia. Embora tudo possa ser feito online, alguns querem vir, conhecer e entendemos que o contato se faz muito necessário”.

 

A Freitas Assessoria de Crédito compete espaço com empresas do Brasil todo, por isso busca manter seu diferencial. Por já conhecer o mercado e ter trabalhado em diversas empresas, Clicia sabia exatamente o que faltava. “Em muitos lugares ainda não existe um sistema automatizado, não existe estratégia de marketing, um sistema atualizado, que já entregue tudo pronto. Fazendo isso, nossas vendas não param”.

 

Além do boca a boca, a marca conta com ferramentas e estratégias. “A gente investe muito nisso, o que nos faz sair na frente. Por exemplo: o Auxílio Brasil ainda não está liberado, mas já temos uma fila de espera com mais de 400 clientes. Tentamos ser melhores todos os dias, capacitando os colaboradores. Até as empresas mais antigas no mercado pegam dicas com a gente”. De 30 a 40% dos atendimentos realizados são feitos através de indicação de outros clientes.

 

O perfil de público que mais tem procurado a Freitas Assessoria de Crédito é aquele representado por aposentados, pensionistas do INSS e funcionários de empresas privadas com FGTS. “Além de ajudarmos a sociedade a se manter financeiramente ativa, proporcionamos a realização de sonhos. Tem gente que pega dinheiro para poder comprar uma moto, gente que pega dinheiro para continuar tratamento de saúde, e por aí vai”.

 

Mercado que tende a crescer

 

Esse trata-se de um mercado que só tende a crescer ainda mais, uma vez que classes que não eram atendidas pelo mercado de crédito já começam a ser contempladas. “Estamos passando por uma recessão mundial, uma escassez de dinheiro, de recursos, mas acreditamos que o governo federal entendeu que a saída é ampliar essas linhas de crédito para as pessoas se manterem comendo, vestindo e vivam com dignidade ganhando espaço”.

 

A aceitação do público para com o negócio tem sido satisfatória. “Estamos fazendo com que nossos clientes entendam que o crédito consignado dentro da linha de empréstimo é a melhor opção, por ser o mais barato”. Em um ano, a marca pretende ampliar o escritório, mesmo que a necessidade de espaço físico hoje em dia seja zero. “É mais para atender clientes que querem o contato presencial. Além de financiamento de empréstimo, queremos poder colocar consórcios, seguro de vida que se faz muito necessário, e pretendemos abrir uma nova empresa para não misturar as coisas”. Segundo eles, a próxima empresa deve ser de financiamento de veículos, consórcios e outros financiamentos não ligados ao crédito consignado.

 

Clicia e Alex confiam no principal diferencial da marca, que é a maneira de tratar as pessoas, para se manterem firmes no mercado. “Toda a equipe promove um atendimento humanizado. Fazemos com que nossos colaboradores entendam que algumas pessoas gostam de conversar mais e fazemos com que os clientes não se sintam só parte de um produto. Por isso eles voltam, porque são bem atendidos e acolhidos. Os interessados podem procurar a empresa nas redes sociais ou presencialmente, na rua Coronel José Galdino, número 328, sala 1, Bosque, das 8h às 17h, em Rio Branco.

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Acre registra mais 300 casos de Covid-19 nesta sexta

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informa que foram registrados 300 casos de coronavírus nesta sexta-feira, 1° de julho. O número de infectados é de 126.495 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 332.227 notificações de contaminação pela doença, sendo que 205.708 casos foram descartados e 24 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 123.159 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 2 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Nenhum óbito foi notificado nesta sexta-feira, 1° de julho, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 permaneça em 2.004 em todo o estado.

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Casos de Covid-19 aumentam quase 3 vezes no Acre e força retomada de restrições

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A média móvel de casos de Covid-19 no Acre subiu drasticamente neste mês de junho, confirmando que o Estado vive a 4ª onda da doença.

No dia 1º de junho, a média móvel dos últimas 14 dias era de 9,86 casos e no dia 25/6 saltou para 24 casos/últimos 14 dias. Os dados são dos painéis do Ministério da Saúde e mostram que quase triplicou a média.

Para se ter uma ideia do crescimento, o relatório do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) mostra que de 12 a 18 de junho foram registrados 76 casos e de 19 a 25/6 foram 249 novos casos no Acre.

Apesar desse recrudescimento, as internações são as menores desde o início da pandemia e há meses não há registro de mortes decorrentes do novo coronavírus -tudo por conta da vacina, que deve ser tomada e reforçada para praticamente todas as faixas etárias.

Mas o quadro é preocupante. Há confirmação de fechamento de escolas em Rio Branco e até no interior por causa da nova onda. O Instituto Federal de Educação retomou aulas remotas após 20 profissionais testarem positivo em Rio Branco. O ensino presencial será retomado na próxima segunda-feira, 3 de julho.

O Governo do Acre voltou a alertar para cuidados sanitários, reforçando, por exemplo, que o uso de máscara é obrigatório em hospitais e unidades de saúde. Ainda não se fala em cancelar eventos ou retomar medidas mais restritivas.

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Câmara aprova subsídio de Bocalom de quase R$ 8 milhões a empresa Ricco Transporte

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Foi aprovado na noite desta quinta-feira, 30, em sessão extraordinária na Câmara Municipal de Rio Branco, um Projeto de Lei Complementar do Poder Executivo que concede subsídio de quase R$ 8 milhões para a empresa Rico Transporte. O PL obteve 11 votos favoráveis e 4 contrários – sendo os vereadores Emerson Jarude, Fabio Araujo, Hildegard Pascoal e Michele Melo.

Antes de ser aprovada no plenário da Casa Legislativa, a matéria acabou sendo apreciada com parecer jurídico da Procuradoria da Câmara. No entanto, desde que chegou no parlamento, o PLC foi alvo de uma série de manifestações – tanto contrárias como favoráveis. Os vereadores Adailton Cruz (PSB) e Lene Petecão (PSD) defenderam a proposta em prol da população.

Já os vereadores Emerson Jarude (MDB) e Michelle Melo (PDT) foram contra a proposta de subsídio. Segundo eles, o PLC só beneficia a empresa Ricco Transporte.

Além do subsídio, os vereadores aprovaram também, o projeto de lei que reajusta o plano de carreira dos servidores do Poder Legislativo. O presidente da Câmara, vereador N Lima (Progressistas) declarou que o salário dos servidores estava defasado há 10 anos. A matéria, em sua integralidade, foi aprovada por unanimidade.

O que diz o PLC

O texto da proposta aponta que o aporte financeiro visa garantir a permanência da empresa operando o sistema coletivo na capital. O montante total é de R$ 7,9 milhões. O PL dispõe sobre a manutenção da tarifa no valor de R$ 3,50 (três e cinquenta centavos), em todos os veículos que operam no Sistema Integrado de Transporte Urbano de Rio Branco – SITURB e Terminais Urbanos, dispõe ainda, sobre a subsídio no valor de R$ 1,45 (um real e quarenta e cinco centavos), por cada passageiro transportado no SITURB.

O texto afirma que pelos próximos 5 meses será de um repasse superior a R$ 1,5 milhões a Ricco – com um total de 2 milhões de passagens em Rio Branco.

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