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Financiamento: Caixa Econômica estuda subir juros da casa própria até o final de 2015

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A Caixa Econômica Federal informou nesta quinta-feira (15) que estuda reajustar as taxas de juros do financiamento imobiliário. A tabela de juros do banco não foi alterada durante todo o ano de 2014.

No entanto, o banco afirmou que não cogita mexer nos juros dos empréstimos para a habitação popular, como a Minha Casa, Minha Vida, nem nos financiamentos feitos com cartas de crédito do FGTS.

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Os juros da Caixa costumam ser os menores no mercado e servem como referência para os demais bancos.

Os juros cobrados pela Caixa usando o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) variam de 7,95% a 9,2% ao ano mais TR, dependendo da renda, do valor do imóvel e do relacionamento com  o cliente. Essa modalidade de financiamento é feita para imóveis no valor de até R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal e de até R$ 650 mil nos demais estados.

Já a taxa de juros anual cobrada atualmente pelo banco com uso da carta de crédito do FGTS varia de 5% a 7,93% mais TR, dependendo da renda, do valor do imóvel e do relacionamento com cliente. Os juros cobrados em financiamentos pelo Minha Casa Minha Vida são os menores, e variam de 5% a 6,86%.

De acordo com o vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte, o crédito imobiliário no banco fechou 2014 com R$ 140 bilhões em empréstimos, 10% a mais que o financiado em 2013. Para o mercado como um todo, a previsão dele é que o crédito imobiliário feche o ano com R$ 200 bilhões de financiamentos. Levando em conta essa previsão, o banco deteria 70% do crédito imobiliário do país.

Para 2015, Duarte estima crescimento de 10%. Ele citou, como fontes de recursos, o FGTS, que irá destinar R$ 42 bilhões para o crédito imobiliário, e a poupança. Em 2014, o investimento do FGTS foi de R$ 37 bilhões.

Segundo ele, até 2009, a Caixa oferecia R$ 5 bilhões de crédito imobiliário em um ano. Atualmente são R$ 5 bilhões em 15 dias.

José Urbano Duarte destacou que há demanda para o crédito imobiliário. Como prova, afirmou que cerca de 7 milhões de projeções de operações de crédito habitacional têm sido realizadas a cada mês pelo simulador de financiamento imobiliário do site da Caixa.

 

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