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Sema repudia declarações de geógrafo Claudemir Mesquita

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Em meados de novembro o Rio Tarauacá transbordou e a inundação atingiu mais de 5 mil famílias provocando prejuízos estimados em R$ 15 milhões somente na zona urbana. Após a crise, geógrafos procurados pela reportagem do ac24horas informaram que Se a informação tivesse sido processada pelo Centro de Hidrologia da Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac) o evento poderia ter sido previsto com precisão de pelo menos uma semana antes e evitado o prejuízo milionário provocado pela inundação dos rios Muru e Tarauacá na região central do estado.

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Ainda de acordo a opinião de especialistas, o aviso de alerta deveria ter saído da Unidade de Situação de Monitoramento de Eventos Hidrometeorológicos instalada na Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac). O centro é responsável pela tomada de decisões com base no monitoramento diário de tempo, clima e o níveo dos rios, mas segundo o geógrafo Saint Clair, até hoje não se sabe ao certo onde ocorreram as chuvas que provocaram a inundação dos rios Muru e Tarauacá.

Doze dias depois, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) se manifestou sobre o assunto, em nota, ataca o servidor da instituição, o geógrafo Claudemir Mesquita, afirmando que suas informações “são inverídicas e carecem das análises técnicas mais apuradas”.

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