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Derrotado, Bocalom afirma que missão é tirar o “PT do poder” e fala sobre o futuro

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O ex-prefeito de Acrelândia (AC), e ex-candidato à Prefeitura de Rio Branco (AC) e Governo do Estado, Tião Bocalom, do DEM, concedeu entrevista ao ac24horas, na manhã desta quinta-feira, 9, logo após a cerimônia em que oficializou o apoio ao candidato do PSDB, Márcio Bittar, da Aliança por um Acre melhor.

Para o democrata, a missão agora é “tirar o PT do governo, do poder”. O ex-prefeito deixou claro que desde que abandonou o projeto do Partido dos Trabalhadores, em 2000, nunca “balançou” na hora de enfrentar os governantes e líderes petistas.

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Ao longo da campanha ao Palácio Rio Branco, o candidato democrata esteve em terceiro nas pesquisas de intenções de voto. Principalmente nos levantamentos mais criticados pelo eleitorado acreano. Ambas o deixavam fora do páreo do segundo turno. E isso, de fato, aconteceu no último final de semana.

Durante toda a campanha, Bocalom se manteve firme na possibilidade de ganhar já no primeiro turno. O candidato sempre mostrou-se confiante e animado. Durante os debates, ele afirmava a possibilidade. Tudo parecia indicar que a boa votação dos anos anteriores, se repetiria em 2014.

Questionado sobre o apoio ao tucano Márcio Bittar, Bocalom afirma que acima de tudo é oposição, deixando claro que isso é o grande incentivador de suas decisões. “Decidi apoiar o Márcio porque antes de tudo sou oposição, e sempre fui”, lembrou.

“Desde 2000, quando eu e um grupo de amigos – os Davis – tomamos a decisão de que nós íamos, do mesmo jeito que tínhamos colocado em 1998, tirá-los [o PT] do governo estamos fazendo. É por isso que nós continuamos nesse projeto [de oposição]”, destacou o democrata.

Ainda durante a entrevista, Bocalom destacou pontos importantes que o fazem permanecer na oposição. Ele criticou ações do governo petista, liderado pelos irmãos Sebastião Viana e Jorge Viana. O ex-prefeito voltou a afirmar que a “saúde não melhorou, nem a segurança”, destacou.

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Outro ponto bastante criticado pelo democrata diz respeito às obras na rodovia federal BR-364 que corta o Estado do Acre. Segundo ele, “há 16 anos a gente vê que é uma verdadeira lavagem de dinheiro”, comentou Bocalom ao ac24horas.

O democrata disse também que a demora nas obras da BR-364 mostra a incompetência do governo petista. “Orleir Cameli fez 142km, entre Rio Branco e Sena Madureira, em menos de dois anos e entregou”, relembrou.

Derrotado no último domingo, 5 de outubro, não conseguindo seguir para o segundo turno das eleições deste ano, Bocalom mantém o sorriso no rosto e diz que vai continuar na política, mesmo longe de uma candidatura.

Sobre uma nova concorrência, o político destaca que se dedicará “mais à saúde de sua esposa e à família”, esclareceu ele, deixando claro que este ainda não seria o momento para tratar desse assunto.

No final da entrevista, Bocalom deixou uma mensagem ao povo do Acre, dizendo o seguinte: “Antes de tudo, quero ganhar o governo do Estado com Márcio Bittar para que a gente possa ter um novo lar; para que a população do Acre possa se sentir mais tranquila e mais segura, com mais liberdade”, encerrou.

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