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Direção do IAPEN confirma UFC dentro do complexo penitenciário da capital

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O Instituto Penitenciário do Acre (IANPEN) confirmou que o vídeo de uma luta UFC aconteceu dentro da Unidade Francisco de Oliveira Conde. Uma perícia vai identificar como o conteúdo foi gravado, quais os detentos envolvidos e informar as providências que serão tomadas.

O vídeo de uma luta de UFC que teria acontecido dentro do Presídio Francisco de Oliveira Conde (FOC) em Rio Branco, vazou nas tarde de ontem (13) pela rede social e mostra cenas de extrema violência. Segundo informações de agentes penitenciários, o vídeo foi gravado de um aparelho celular pelos próprios detentos e o evento aconteceu na Unidade de Regime Provisório (URP). As imagens mostram um dos detentos lutadores apanhar até ir a nocaute.

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A publicação vazou primeiro para um grupo whatsapp de agentes penitenciários. No início da tarde de ontem (13) a reportagem teve acesso ao conteúdo filmado e entrou em contato com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre, Adriano Marques. O representante da categoria disse desconhecer os fatos, mas garantiu que nas primeiras horas da manhã de hoje, “na troca de plantão”, confirmaria se a luta realmente ocorreu dentro da FOC. Estranhamente Adriano não deu retorno até a edição da matéria e não atendeu as ligações originadas para o seu telefone celular.

Procurada na tarde de ontem, a chefe de gabinete do Instituto Penitenciário do Acre (IAPEN), Dayane Firmino, pediu para o conteúdo ser periciado antes de ir ao ar, para o instituto confirmar a suposta luta de UFC e identificar os autores. O vídeo vazou através do canal de um jornalista ligado ao governo com o título: “nocaute na penal”.

Na manhã de hoje o diretor presidente do IAPEN, Dirceu Augusto, confirmou que a luta aconteceu dentro da Penitenciária. “Isso acontece geralmente entre 5 a 10 minutos, as vezes no horário de almoço. Temos que investigar como isso foi gravado”, disse Dirceu.

A INVESTIGAÇÃO:

Segundo agentes penitenciários que pediram para não ter seus nomes revelados, as lutas se transformaram em rotina dentro do presídio e alguns duelos fazem parte do Código de Conduta próprio criado por líderes de facções dentro do presídio. Um ex-administrador do presídio Francisco de Oliveira Conde que não permitiu a divulgação de sua identidade, disse na manhã de hoje (14) que existem três comandos dentro da Penitenciária e que por trás dessas lutas, “gerentes” desses comandos medem forças.

As cenas gravadas pelos próprios presidiários mostram extrema violência, existem até bolsa de apostas. Um dos detentos apanha até cair. “Foi nocaute”, gritam os presos. É preciso a intervenção dos próprios companheiros de cela para não acontecer uma tragédia maior entre os dois lutadores. Tudo registrado pela câmera de um celular – aparelho de uso não permitido dentro das penitenciárias.

O SISTEMA SOB INVESTIGAÇÃO:

A unidade onde acontece o suposto UFC gravado pelos próprios presidiários é uma das que foi interditada pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Acre no dia 21 de maio deste ano. Na unidade de URP a capacidade é de 178 presos, mas existem 809. A medida durou pouco mais de 72 horas.

Após a Secretaria de Segurança Pública do Acre apresentar uma proposta de adequação, a juíza da Vara de Execuções Penais da Comarca de Rio Branco, Luana Campos, decidiu revogar a interdição por três meses das unidades de Regime Fechado (URF-01) e Regime Provisório (URP), do presídio Francisco d’Oliveira Conde. Uma das medidas que o Estado se comprometeu foi de reformar e ampliar o número de vagas.

Mas segundo os agentes penitenciários a superlotação continua causando sérios problemas em quase todos os plantões onde a guarda penitenciária têm que administrar conflitos criados entre os presos.

Uma postagem no blog dos agentes informa um desses conflitos, chamados de “briga de galos” que espancou na última segunda-feira (7) o detento Francisco Ferreira Rôla.

Acre

Acre não registra caso e nem mortes por Covid-19 em 24 horas

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) Informou que não houve novos casos de infecção por coronavírus nesta quarta-feira, 22. O número de infectados permanece em 87.932.

Até o momento, o Acre registra 247.945 notificações de contaminação pela doença, sendo que 159.971 casos foram descartados e 41 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 85.917 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 12 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Além de não ter havido registro de novos casos, não houve nenhuma notificação de óbito, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 1.835 em todo o estado.

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Acre

Ex-diretor que defendeu uso do Bope contra garis é nomeado

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O diretor de gestão da Secretaria Municipal de Zeladoria de Rio Branco, Marco Antônio Cavalcante Vitorino, que tinha anunciado a sua saída do cargo na última segunda-feira, 20, por meio de nota, foi nomeado pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, nesta quarta-feira, 22, para o cargo de assessor administrativo da Secretaria de Meio Ambiente (Semeia).

Marco Vitorino foi nomeado com uma CEC 8, mas segundo o decreto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), ele receberá 50% do valor atribuído ao cargo para qual foi nomeado, de acordo com §1º do art. 66 da Lei Municipal nº 1.959, de 20 de fevereiro de 2013.

A situação chama curiosidade já que na segunda, Marco Vitorino agradeceu ao prefeito Tião Bocalom pela oportunidade de conduzir umas das pastas mais importantes e sensíveis da estrutura organizacional durante os nove primeiros meses de gestão e afirmava que a sua então saída se deva devido a falta de tempo para se dedicar aos estudos.

Marco Vitorino ficou conhecido por defender o Bope no episódio da Tropa de Choque que acabou usando sprays de pimenta e cassetetes contra os garis e margaridas, que se manifestaram por salários atrasados, no início da atual gestão.

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Acre

Atraso em obras da BR-364 fará Dnit contratar nova empresa

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O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes – DNIT anunciou que por meio de  procedimento administrativo, deverá apurar a responsabilidade da empresa responsável pelo trecho da BR-364 entre Feijó e Sena Madureira. O motivo é o dano já causado pelo atraso no cronograma do trabalho.

Sem citar o nome da empresa, o DNIT afirma que a construtora, mesmo após ter sido acionada várias vezes, tem se negado a garantir o devido desempenho estabelecido no plano de trabalho.

“A empresa foi várias vezes acionada para retomada dos serviços e adequação do ritmo de obra, sendo alertada das consequências dos mesmos não ocorrerem de acordo com o cronograma previamente acordado, aproveitando a janela climática da região”.

O órgão destaca ainda que a alegada solicitação de correção dos valores de insumos não  foi negada pelo Departamento, mas ressalta que as análises de pedidos de ajustes só podem ser processadas após a devida entrega dos serviços contratados, seguindo a legislação em vigor e os normativos técnicos da autarquia – praticados nacionalmente.

O Departamento cita também que já atua na elaboração de novos contratos para garantir a trafegabilidade da rodovia  no  período chuvoso,  bem como para melhoria da condição geral de serviço , incluindo soluções para as erosões e reconstrução de trechos críticos  impactados por características do solo da região.

“Com o objetivo de adequar a estrada às reais necessidades, o DNIT trabalha nos projetos de reconstrução e restauração dos trechos críticos da BR-364/AC, a serem elaborados até 2022. Em razão dos futuros trabalhos de restauração da rodovia apresentarem previsão de soluções mais complexas e valores elevados, o DNIT intensificará as providências para garantir as condições de trafegabilidade da BR-364/AC, mesmo antes da viabilização desses serviços mais estruturais”, traz a nota.

Em audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa na terça-feira, 21, para tratar sobre a  BR-364, o empresário Jarbas Soster, que representa a empresa MSM Industrial Ltda, disse que há um desequilíbrio nos contratos puxado pelo alto preço dos insumos.

“Esses contratos não contemplam os serviços integralmente. Nós estamos debatendo com o Dnit a questão dos preços, e aumento de até 500% dos insumos, como por exemplo o cimento que teve aumento de 100% e o diesel que dobrou”, pontuou.

Atuam na BR-364 a empresa MSM, a Lima e Pinheiro, ambas do Acre e a Andrade e Vicente, de Rondônia, além do 7° Batalhão de Engenharia e Construção- 7º BEC. A distribuição dos lotes é a seguinte: Lote 02 MSM (AC); Lote 03 BEC (Exército); Lote 04 MSM (AC); Lote 05 MSM (AC); Lote 06 Lima e Pinheiro (AC); Lote 07 Lima e Pinheiro (AC) e Lote 08 Andrade e Vicente (RO).

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Acre

R$ 3 milhões da verba do Anel Viário de Brasiléia são para supervisão

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As obras do Anel Viário de Brasileia e Epitaciolândia, na BR-317, no Estado do Acre, começam a tomar forma. As equipes responsáveis pelos trabalhos executaram, na última segunda-feira (20/9), a perfuração em solo da primeira estaca que sustentará a estrutura da ponte do contorno rodoviário.

O empreendimento vai beneficiar vários municípios da região do Vale do Alto Acre e os serviços são realizados por meio de uma parceria entre o governo federal e o governo do Estado. O investimento, de mais de R$ 60 milhões, é 100% disponibilizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

“Desse valor, cerca de R$ 57 milhões são destinados para projetos e obras. O restante vai para supervisão dos trabalhos”, informa o órgão.

O anel viário de Epitaciolândia e Brasileia é considerado uma obra estratégica para o tráfego na Rodovia Interoceânica, no acesso ao Peru. O empreendimento visa à integração econômica e social dos países da América do Sul e vai facilitar o comércio do Acre e de todo o país com a Ásia, por meio dos portos peruanos.

A obra prevê 10 quilômetros de estrada contornando os dois municípios, além de uma ponte, de pista simples, com acostamento e passeio, de 250 metros sobre o rio Acre. O projeto retira os veículos de carga que fazem exportação pela BR-317 do tráfego nas cidades, preservando as vias urbanas e melhorando a qualidade de vida na região. Além de facilitar o tráfego na região, a ponte deve beneficiar mais de 50 mil habitantes e movimentar a economia na região, com a geração de emprego e renda.

Os trabalhos para a construção da estrutura continuam, com a implantação das ferragens e, em seguida, a concretagem das estacas.

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