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Acre tem a menor participação de genéricos no Brasil

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Obrigados a custar pelo menos 35% mais barato que os medicamentos de referência -e os preços,na prática, geralmente ficam até mais baixos devido à concorrência-, os genéricos ainda enfrentam dificuldades para cumprir o que o setor chama de seu “papel social”.

Roraima é o Estado que tem a menor participação de genéricos no Brasil (10%), seguido de Amazonas (14%) e Rondônia e Acre (ambos com 16%), conforme dados do IMS Health, instituto que audita o setor no mundo.

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Parte das vendas pode ter sido perdida para o outro tipo de cópia, os medicamentos similares -que foram submetidos a exigências de testes de funcionamento diferentes do padrão cobrado dos genéricos.

Pela regra, que passa atualmente por um processo de mudança na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), se o médico prescreve o remédio de referência, a farmácia só pode oferecer o genérico como substituto -o similar fica de fora.

Quem lidera o ranking de penetração é Minas Gerais, com 35%, logo à frente de Rio Grande do Sul (34%). Em São Paulo, cujas vendas têm peso mais relevante para a indústria, a participação é 28%.

No Brasil, a média ficou em 27,3% em 2013. O número é muito inferior ao registrado em países como EUA (80%) e Alemanha (66%), onde os governos também atuam com políticas de reembolso.

Nos próximos anos, o cenário é pior. A expiração de patentes de “blockbusters”, moléculas altamente rentáveis, como o Viagra, tendem a ser cada vez mais escassas, segundo a farmacêutica EMS.

A Anvisa vê tendência positiva. “A política no país é mais recente que no resto do mundo e mesmo com deficit temporal o genérico já representa um terço do mercado.”

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