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Governo do Acre descarta balsas e usa maquinário pesado para atravessar caminhões no trecho inundado da BR-364

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Pela água não teve jeito. Apesar do esforço e do empenho da equipe da governo do Acre, responsável pela logística de transporte pela BR 364, as tentativas de subir o rio madeira entre as comunidades de Antiga Mutum e Ponta do Abunã fracassaram. O rio não oferece profundidade suficiente para as balsas passarem em um trecho chamado de “paredão”, e essa via foi descartada.

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Desde a semana passada, a equipe concentrou suas atividades na travessia de caminhões utilizando pranchões (estrutura semelhante a um guincho, porém sem motor), para atravessar cargas perecíveis por um trecho inundado de aproximadamente 4 km.

A logística é precária devido às condições adversas que a enchente impõe. E para a situação não ficar pior ainda, os pranchões se tornaram a única forma possível de atravessar uma média de quatro caminhões por dia.

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Carlos Rebelo é o assessor especial do governo do Acre designado para coordenar as ações em território rondoniense. Na noite deste domingo, 30, depois de passar seis dias á frente das ações, ele foi a Rio Branco, onde se reuniu com o governador Sebastião Viana e apresentou uma relatório completo da situação.

Rebelo contou que até os equipamentos pesados empregados nas ações para puxar carretas apresentaram problemas porque passaram muito tempo em contato com a água, o que dificulta ainda mais o trabalho da equipe.

“As máquinas não são anfíbias e é lógico que uma hora a gente sabia que elas iriam apresentar problemas. Mas estamos empregando toda a estrutura e a força humana possível. Ontem conseguimos passar quatro caminhões, número abaixo da nossa meta, mas infelizmente são essas as condições que a natureza nos oferece nesse momento”, lamentou o assessor.

Na região onde atua a equipe do Acre, não existe qualquer apoio do governo rondoniense. Apenas a equipe enviada pelo governo acreano atua na travessia de carretas transportando alimentos e medicamentos.

Ainda de acordo com Rebelo, a meta seria garantir a travessia de quarenta carros/dia, mas enquanto o rio não apresentar sinal de vazante, a operação estará limitada a pouco mais de cinco veículos.   

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