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Indústria do abate no Acre amarga prejuízos de R$ 8 milhões e frigoríficos fecham suas portas

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A indústria do abate no Acre  amarga um prejuízo de R$ 8 milhões por causa da cheia do rio Madeira, informou nesta segunda-feira, 24, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária, Assuero Veronez.  

De acordo com Assuero, sem vender e transportar carne para fora do estado, os dois principais frigoríficos do Acre, o Frigonosso e o Friboi fecharam suas portas e só devem voltar a funcionar depois que for garantido o transporte pela BR-364. 

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A expectativa dos donos dos frigoríficos é de que as balsas contratadas pelo governo façam esse transporte pelo trecho inundado da rodovia, nos distritos de Nova Mutum e Jaci-Paraná. 

“Há uma equipe lá na BR providenciando uma balsa para fazer a travessia de carne para fora do estado. A gente espera que essa situação se normalize ainda esta semana. É uma logística complicada. É complicado porque perde mercado porque deixa de atender os clientes deles. E são mil bois por dia que deixam se ser abatidos”, disse Veronez.

Ainda segundo o presidente da Federação as casas agropecuárias já começam a sofrer com a falta de produtos para o setor. “Falta ração e milho”, acrescentou.

 

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