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Petecão deverá integrar a Aliança de oposição

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As negociações estão adiantadas para que o senador Sérgio Petecão (PSD) componha a Aliança de nove partidos da oposição. Ele e o deputado federal Márcio Bittar (PSDB), pré-candidato ao Governo, conversaram demoradamente na noite de quarta, 5, em Rio Branco. A ida do deputado federal Henrique Afonso (PV) para o grupo do Bocalom (DEM) acabou tornando-se um fator para a mudança de planos de Petecão. Ele sentiu a “rasteira”, já que acreditava que comporia uma chapa majoritária para a disputa do Governo com Bocalom (DEM). Petecão poderá abrir mão da sua pré-candidatura para fortalecer o seu partido, o PSD, no Acre.

Troca vantajosa
Algumas lideranças da Aliança consideram a saída de Henrique Afonso (PV) e a possível chegada de Petecão (PSD) vantajosa. Será a troca de um deputado por um senador e, o tempo do PSD de rádio e TV é o terceiro maior. O PV tem menos de um minuto.

Cachimbo da paz
Há mais de 15 dias que Petecão (PSD) e Bittar (PSDB) estão dialogando. Se conseguirem superar divergências passadas e se unirem a Aliança passará a contar com quatro deputados federais, cinco estaduais, um senador, 98 vereadores e 10 prefeitos, inclusive, o do segundo maior município do Acre, Cruzeiro do Sul.

Tempo de exposição na mídia
O programa eleitoral da Aliança, de rádio e TV, poderá ter o maior tempo na disputa. Entre as seis maiores bancadas federais, a Aliança teria cinco, PMDB, PSD, PP, PSDB e PR. Um capital político nada desprezível.

Teste do caminho
Na noite desta quinta, 6, os membros da Aliança estarão em Senador Guiomard. O prefeito James Gomes (PSDB), que está com uma gestão bem avaliada, será o anfitrião dos pré-candidatos majoritários da coligação. Vale conferir quem estará na Caravana de oposição.

Acabaram-se as preocupações
Admiro a voluntariedade dos nossos deputados estaduais. Mas precisam focar-se mais na questão de jurisdição. Resolveram que irão fazer uma investigação se as Hidroelétricas de Girau e Santo Antônio são as responsáveis pelas inundações do rio Madeira, em Rondônia.

 Tiro n’água

O quê uma decisão ou uma constatação de uma comissão de deputados estaduais do Acre poderá interferir em Rondônia e no Governo Federal? Os gestores de Girau e Santo Antônio devem estar “morrendo” de preocupação com a comissão parlamentar acreana.

Me dê motivos…
Essa falta de foco dos deputados da Aleac é responsável pelos vetos do governador Tião Viana (PT) a 10 projetos do legislativo. A maioria tratava de temas fora da jurisdição estadual. Melhor seria os deputados contratarem assessoria jurídica antes de apresentarem projetos.

Atrelamento
O fato é que a dependência da grande maioria de deputados da Aleac do Poder Executivo é prejudicial à democracia no Estado. O Poder Legislativo perde a sua função de fiscalizador quando limita-se a dizer amém às ordens do governador.

Os caçadores da arca perdida
Como não “podem” atuar com a liberdade que desejam acabam indo caçar problemas em outra freguesias. Uma situação ruim para os parlamentares que enfrentarão a reeleição e, sobretudo, para a população que perde a ação de um Poder estadual que deveria ser independente.

Empate técnico
Ninguém perdeu e ninguém ganhou com a polêmica do desfile da Primeira Dama no Sambódromo. O massacre inicial de opiniões desfavoráveis terminou equilibrado com a entrada em cena da “tropa de elite” dos cargos comissionados.   

Silenciosos
Uma pergunta que não quer calar: Como será que as lideranças evangélicas avaliaram a aparição da Primeira Dama no carnaval do Rio de Janeiro? A resposta está com os pastores e famílias evangélicas que não entraram no debate através das redes sociais.

A “guerra” nas redes sociais
Para contrapor a polêmica do desfile da Primeira Dama os internautas petistas publicaram que o deputado federal Márcio Bittar (PSDB) foi o segundo que mais faltou às sessões da Câmara Federal. Os assessores do Tucano garantem que as faltas ocorreram por “missões autorizadas” da Mesa Diretora.

O fato
Não importa a justificativa. Daqui pra frente tudo será motivo de ataque nas redes sociais. Alguns posts serão verdadeiros e outros mentirosos. Mas vai valer mesmo a máxima “de quem pode mais chora menos”.

 

Não se iludam
Uma pessoa muito próxima ao superintende do INCRA, Idésio Franck (PT), pré- candidato a deputado federal me fez uma revelação interessante. Ao contrário do que alguns adversários internos pensam a sua candidatura não será “galinha morta”.

As razões
A fonte fez uma explanação lógica. Na eleição passada Idésio teve 8 mil votos para federal, sem nenhuma estrutura. Depois de quatro anos a frente de um dos mais importantes órgãos federais do Acre deve aumentar e muito a sua votação.  

A chapa da “morte”
A realidade é que o Chapão para federal da FPA é muito forte. As escaramuças internas serão grandes entre os seus componentes. Só o tempo e as urnas revelarão aqueles que sobreviverão à disputa.

A volta por cima
O ex-deputado federal Ilderley Cordeiro (PR) está jogando para ganhar. A ida do deputado federal Gladson Cameli (PP) para a candidatura ao Senado o ajuda muito. Tem um nicho de votos no Juruá que podem ser conquistados por Ilderley. Gente que não votará sob hipótese nenhuma em candidatos da FPA. Além disso, o eleitorado adora um drama. Nos últimos anos do seu mandato Ilderley “comeu o pão que o diabo amassou”. Converteu-se ao evangelismo e estabeleceu uma nova família. Passou quieto e purgando os seus erros na eleição de 2010. Em 2008, Ilderley ganhou a eleição para federal “vitimizado” pelas suas brigas com a então prefeita de Cruzeiro do Sul, Zila Bezerra (PTB), de quem era vice. Agora, em 2014, vai naquele clima de que errou, mas deu a volta por cima. Um verdadeiro enredo de novela mexicana. 

     

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