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“O PMDB do Acre parece que está a serviço do nacional que quer o PT no poder”, desabafa Shirley Torres

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A presidente do Partido Verde (PV), Shirley Torres resolveu abrir a boca e falar abertamente dos motivos do rompimento dos verdes com o PMDB e PSDB. Torres afirma que sua sigla saiu da Frente Popular porque sonhou com um projeto que não priorizasse apenas os interesses de um pequeno grupo, mas enxergasse a política como ferramenta de inclusão e desenvolvimento.

“O PV e Henrique Afonso sonham em chegar ao governo dentro de uma frente de partidos que tenha as reais chances de ganhar, mas não vencer por vencer. Queremos fazer um governo verdadeiramente para o povo. Também sonhamos que o PMDB sendo protagonista da mudança, mas PMDB do Acre parece que está a serviço do nacional que quer o PT no poder”, dispara Shirley Torres.

Segundo a dirigente do PV, “o PMDB vem fazendo estragos na oposição, desde 2010. O partido é dirigido por pessoas que só pensam em interesse próprios. O PMDB não se digna nem a fazer a renovação de suas lideranças, o único expoente de juventude nos últimos anos, é a vereadora Eliane Sinhasique, mas também não chegar a ser um liderança jovem ou representa a juventude”, destaca.

Shirley Torres alerta que esta poderá ser a última chance das siglas oposicionistas tirarem o PT do poder. “O PT se preocupa com a formação de novas lideranças. Se a oposição continuar marchando guiada pelo velho PMDB, a Frente Popular terá nomes para mais 20 anos de poder. Se a oposição for derrotada, o PMDB terá que arcar com o ônus da derrota”.

Questionada se num provável segundo turno, o PV apoiaria o PMDB, Shirley foi enfática: “podemos até nos unir, mas pragmaticamente. Henrique Afonso será o vice na chapa de Bocalom, isso é ponto pactuado. Se existem duas pessoas que querem governar o Acre chamam-se: Tião Bocalom e Tião Viana. O PMDB pensa pequeno e quer apenas manter o mandato de seu presidente”, afirma Torres.

A presidente do PV também alfinetou a relação de PSDB e PP com o PMDB. “O Márcio Bittar é um político cheio de boas intenções, pena que ele e Gladson Cameli (PP) levaram mais uma rasteira da velha política pratica nas fileiras peemedebistas. Os dirigentes do PMDB, só pensam nos ganhos individuais, desprezando um projeto maior que é servir a todo povo do Acre”.

Os verdes não escondem a mágoa deixada na curta aproximação com o PMDB. “A partir deste momento, nós vamos às ruas explicar e justificar nossos posicionamentos políticos. Não estamos procurando cargos. Se quiséssemos benesses não teríamos saído do bloco de apoio do PT. Nós queremos mudança. Uma transformação que Flaviano e o PMDB não querem”, desabafa Shirley.

A líder dos verdes finaliza fazendo um convite a Bittar e Cameli. “As portas de nossa nova aliança com o DEM estão abertas. Se Márcio Bittar e Gladson Cameli quiserem podem aderir a este projeto, mas se não quiserem, podem ficar com o velho PMDB. Fiquem à vontade para escolher quem realmente pode mudar os rumos administrativos de nosso Acre”. 

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