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Henrique é o vice ideal para Márcio Bittar e Gladson Cameli

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Antes mesmo da definição do candidato ao Governo, a Aliança de oito partidos de oposição comete o erro de debater precipitadamente a vaga de vice. O PMDB posicionou-se através de informações publicadas na imprensa. No entanto, durante as reuniões que aconteceram no Juruá com os pré-candidatos majoritários da Aliança os deputados federais Márcio Bittar (PSDB), pré-candidato ao Governo e, Gladson Cameli (PP), pré-candidato ao Senado, não esconderam as suas preferências pelo companheiro da Câmara Federal Henrique Afonso (PV). Vai ser um debate difícil que pode colocar em risco a unidade da Aliança. Se por um lado Henrique tem o capital de três mandatos de federal, bases nas igrejas evangélicas e entre os universitários, por outro, o PMDB tem o maior tempo de rádio e TV.

 Carroça na frente dos bois
O absurdo desse debate é que a Aliança não definiu ainda quem será o candidato ao Governo. Vagner Sales (PMDB), Márcio Bittar (PSDB) e Henrique Afonso (PV) continuam pré-candidatos. Precipitaram um debate que trará perdas e danos, sem ganhos…

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 Quem é quem
Os dois nomes da Aliança que podem ser vice, se confirmado Bittar (PSDB) ao Governo, Henrique Afonso (PV) e Eliane Sinhasique (PMDB). Fora dessas possiblidades é delírio puro.

 Canto da sereia
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) costuma dizer que vice é fim de carreira na política. O PMDB tem a possibilidade de aumentar a sua bancada na Aleac de dois para três deputados. E de eleger mais um federal. Qual a relevância da vice?

 Vale quanto pesa
Para o maior partido do Brasil ter mais um federal no Acre é uma vitória. O Diretório Nacional do PMDB espera o crescimento da sigla. Conta muito mais comum novo deputado federal do que com um vice governador. Isso é certo.

 Engolindo a isca
Tem membros da Aliança que ainda não perceberam que “agentes infiltrados” apostam no caos da coligação. Querem a desunião para fortalecer outros grupos políticos. O jogo da política é mais pesado do que se imagina.

 O futuro é cada um que faz
Qualquer uma das coligações, seja a FPA ou a oposição, em caso de vitória para o Governo terá milhares de cargos na mão. Algumas posições são muito mais importante politicamente do que a vice.

 Sem terceira via
Todo mundo esperava que Henrique Afonso (PV) fosse candidato a governador. Ele seria a terceira via nas eleições de 2014. Mas pelo andar da carruagem isso não deve acontecer. Agora, o Verde terá que cavar seu espaço entre as forças políticas tradicionais acreanas.

 Com o pé na estrada…
A “turma” da FPA começa a peregrinação pré-eleitoral pelo Juruá. O governador Tião Viana (PT)  acompanhado do senador Jorge Viana (PT) e da deputada federal Perpétua Almeida (PC do B), pré-candidata ao Senado, inauguram nesta quinta, dia 20, a Biblioteca Pública, em Cruzeiro do Sul.

 Ilusão
Alguns candidatos a deputado federal e a estadual estão “crentes” que o pré-candidato ao Senado Gladson Cameli (PP) vai bancar as suas campanhas. Inclusive, alguns nomes sem a menor expressividade política. Vão quebrar a cara contra o muro…

 Dinheiro não dá em árvore
Evidentemente que Gladson Cameli (PP) terá os seus candidatos prioritários para ajudar na eleição. Mas pensar que qualquer um tem a chance de tornar-se um “campeão de votos” com a sua ajuda é tolice.

 A mesma coisa…
Ninguém se iluda também com a FPA. Os majoritários irão ajudar os candidatos a deputado federal que tiverem mais chances. Ainda assim cada um vai ter que se virar para encontrar os seus recursos de campanha.

 Com a cara do “chefe”
Se conseguir se reeleger é provável que Tião Viana (PT) terá uma bancada federal com as suas digitais. Pelas candidaturas postas no tabuleiro terá a fidelidade e a ajuda que não teve dos deputados federais da atual legislatura. 

 Com a chave na mão
Pela sua postura durante a pré-eleição Tião Viana (PT) tornou-se o comandante do processo da FPA. Quem não estiver com ele está contra. Essa postura ficou clara na escolha dos candidatos majoritários.

 Jovem na política
O coordenador do Programa de Apoio ao Setor Moveleiro do Acre, Éder Fidelis (PC do B), deverá aspirar uma das vagas da Aleac. Fidelis é de uma família conhecida no Juruá. Além da competência comprovada na função que exerce, Éder contará com apoios relevantes em Cruzeiro do Sul.

 Chapa forte
O PC do B terá uma chapa competitiva para deputado estadual. Tem candidaturas relevantes em todas as regiões do Acre. Agora, resta saber se os outros partidos da FPA deixaram os comunistas fazerem o voo solo.

 Quando o carnaval chegar…
Não acredito em definições de candidaturas ao Governo nas oposições antes do carnaval. O fato de Márcio Bittar (PSDB) ter passado por um “drama familiar” recentemente o tirou momentaneamente das articulações. Passado o período de luto, por causa do falecimento da sua irmã, Bittar deve recomeçar a jornada às suas pretensões de eleger-se governador do Acre. Mas a perspectiva é que tudo aconteça depois do carnaval. Apesar dos desentendimentos de um lado e do outro a eleição do Acre promete ser muito disputada. Quem se acomodar antes do tempo correrá riscos. É como diz o velho filósofo chinês: nada melhor que um dia atrás do outro com uma noite no meio…

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