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Petista pede que marido de Marina Silva deixe cargo no governo do Acre

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Sem títuloO clima anda tenso no reino petista.  Tácio de Brito Junior, irmão do presidente regional do PT no Acre, Leornardo Brito, usou o facebook na noite desta terça-feira, 16, para questionar o marido de Marina Silva, Fabio Vaz de Lima, que ocupa o cargo de Secretário Adjunto de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços, Ciência e Tecnologia no governo de Sebastião Viana,  o por que dele questionar o Partido dos Trabalhadores no Âmbito Nacional.

Tácio perguntou a Fabio se com isso ele iria pedir demissão “empregão de subsecretário que tem no governo Tião Viana”.

Em resposta, o marido de Marina Silva disse que apoia o trabalho realizado pelo governador Sebastião Viana e, pelo menos, por agora, não pensa em deixar a pasta que ocupa ao lado do secretário titular Edvaldo Magalhães.

“Oh Papito vou pedir demissão não. Pelo menos este ano. Apoio e trabalho pro Tião Viana com muito orgulho. Ainda bem quem manda no governo é ele e não o PT. Quem diria eu estar sendo convidado para sair por vc . E vc acha que o governo é de um partido só? O Projeto é maior que qualquer partido. Mas entendo sua situação. Fique tranquilo eu vejo o PT do Acre diferente do Nacional. Aqui ainda corre sonhos. Nacionalmente ……”, disse Vaz.

Intercedendo por Fabio Vaz, o petista Cacá Araújo, assessor do senador Jorge Viana (PT-AC), disse não entender o motivo dos questionamentos de Tácio.  “Papito, Tenho muito respeito e admiração por Vc, mas que discussão inócua, improcedente. O Companheiro Fábio Vaz de Lima e a companheira Marina Silvatem toda uma vida dedicada na construção de uma sociedade mais justa, igual, humana e sustentável, somos todos filhos de um sonho que vem desde os idos de Chico Mendes. Tenho muito orgulho de ter trabalhado ombro a ombro com o Fabio e ter com ele, Marina e muitos outros que não estão no PT, até hoje, somados nossos sonhos e lutas por um mundo bem melhor. Acho que essa disputa interna do meu querido PT, está cegando todos, já não distinguimos quem são os adversários de nosso projeto político. Acho também, que vivemos num momento de muita arrogância, que em nada ajuda no processo de reeleição do companheiro Governador Tião Viana. Estamos nos digladiando pelo pedaço, esquecendo do todo. A dedicação e luta do Tião, merece de cada um de nós, abdicação de projetos pessoais e humildade. meu irmão se retrate, ainda há tempo, e mostre a grandeza de sua alma. Abraços!”, postou nas redes sociais.

 

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Acre

Morre professor de Educação Física João Alberto, vítima da Covid-19

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O futebol acreano está de luto. Morreu na noite desta terça-feira, 26, o professor João Alberto, de 57 anos, vítima da Covid-19.  João ficou cerca de 17 dias internado no Into. A situação de saúde se agravou nos últimos dias e ele não resistiu.

Com a piora em seu quadro de saúde, a família ainda chegou a iniciar uma campanha de arrecadação para transferir o professor para tratamento particular em São Paulo. Infelizmente, não houve tempo suficiente.

Figura conhecida no meio esportivo acreano, Alberto trabalhou nos principais clubes de futebol do Acre, como Rio Branco, Galvez, Atlético, Juventus, Independência, Vasco e Andirá.

João Alberto era casado e deixa três filhos. A família não divulgou informações sobre velório e sepultamento.

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Acre

Empresário de eventos é internado em decorrência da Covid-19

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Nesta terça-feira, 26, o empresário Amilton Brito, da Pop Show Eventos, foi internado em decorrência da Covid-19. A notícia foi compartilhada pela secretária de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, que é chefe de Brito na pasta.

Segundo Eliane, o quadro de Brito é estável, mas preocupante em decorrência dele ter comorbidades e integrar o grupo de risco da Covid-19. Ela pediu orações para o colega.

“Hoje meu amigo, meu irmão de coração, meu braço direito, Amilton Batista Brito Brito, foi internado com Covid-19. Ele já passou pelos procedimentos necessários e iniciais e estamos aguardando que a medicação faça efeito. No caso dele, nossa preocupação é maior porque tem diabetes e pressão alta e os exames mostraram um quadro nada favorável. Acredito em Deus e confio nos médicos e na medicina para que ele se recupere o quanto antes! Força Brito! Você vai sair dessa!”, escreveu Eliane.

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Acre

Acre teve mais de 6 mil casos de Covid-19 após festas de final de ano

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Pouco mais de um mês após o período natalino comemorado em meio à pandemia do novo coronavírus em 2020, o Acre chegou 46. 774 pessoas contaminadas pelo vírus nos 22 municípios. De 25 de dezembro de 2020 até este dia 26 de janeiro de 2021, foram 6.051 novos infectados com a Covid-19 no Estado. Nesse período, foram confirmadas 76 mortes em decorrência de complicações da doença.

Há cerca de um mês, era 40.723 casos positivos confirmados pela secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e 780 óbitos registrado. Atualmente, o número de mortes está em 856. Um total de 76 mortes desde as últimas festas de final de ano. À época, profissionais da saúde, o Comitê Especial de Acompanhamento da pandemia no Acre e o próprio governador Gladson Cameli vieram a público pedir que a população não se reunisse para comemorar o Natal ou Réveillon.

A intenção era reduzir as possibilidades de se ter uma explosão de novos casos ou até mesmo mortes por conta da doença. Festas clandestinas e aglomerações em bares foram fiscalizadas por órgãos fiscalizadores que atuam em parceria com o Estado. Cruzeiro do Sul é a cidade acreana que mais tem sofrido com o desrespeito às regras sanitárias de precauções à contaminação da Covid-19.

A cidade, que chegou a zerar o número de pacientes graves na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital de Campanha do Juruá em meados de outubro do ano passado, viu o alastramento do vírus nas últimas semanas provocar preocupações a ponto de o governo pedir fechamento da fronteira do Acre.

Profissionais de saúde em Cruzeiro do Sul temem um verdadeiro colapso por conta da pandemia. Nas últimas 24 horas, o Acre teve 235 novos casos de Covid-19 e mais 2 mortes. Até o momento, o Acre registra 132.176 notificações de contaminação pela doença, sendo que 84.482 casos foram descartados e 920 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 39.403 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 164 pessoas seguem internadas.

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Acre

2ª onda da Covid-19 evoluiu com afrouxamento de restrições

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O índice de medidas legais adotadas pelo Acre caiu de 7,1 em abril de 2020 para 3,5 em dezembro/20 ao mesmo tempo em que o número de novos óbitos por 1 milhão de habitantes decorrentes da Covid-19 aumentou de 0,7 para 2,6 no mesmo período.

O índice é ponderado pela população de cada Estado, possuindo uma escala de 0 a 10 – em que 10 é o mais restrito (apenas dias úteis). Ou seja: para o Acre, abril foi o pico da restrição.

Os dados constam da nota técnica “A segunda onda da pandemia (mas não do distanciamento físico): Covid-19 e políticas de distanciamento social dos governos estaduais no Brasil”, que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta terça-feira (26).

Segundo o Ipea, os casos de Estados que possuem planos robustos de flexibilização das medidas de distanciamento, é preciso alguma cautela na interpretação destes dados. Nestes, o enrijecimento – ou relaxamento – das medidas depende de parâmetros objetivos, especialmente o número de novos casos, óbitos ou internações, assim como a disponibilidade de leitos hospitalares. Entre os estados que atravessam – ou atravessaram – uma segunda onda de Covid-19, tais parâmetros existem e são seguidos no Acre, no Espírito Santo, no Rio Grande do Sul e em São Paulo (Moraes, Silva e Toscano, 2020). Como os planos nestes estados são regionalizados (ou seja, maior rigidez é aplicada a áreas de maior risco), medidas de distanciamento físico podem ter sido enrijecidas em partes do estado – o que não necessariamente é captado pelo IDS.

Apesar da possibilidade – e depois certeza – de uma segunda onda não ter induzido uma mudança significativa no grau de rigor das medidas de distanciamento na maior parte do país, os níveis de isolamento social cresceram ligeiramente. Conforme se observa no gráfico 4, o índice de isolamento social cresceu a partir de novembro de 2020 em quase todos os Estados.

Isto ocorreu ainda que medidas legais de distanciamento físico não tenham sido enrijecidas – indicando que uma parte maior da população se isolou voluntariamente.

Ainda assim, os níveis altos de isolamento observados no final de março e início de abril de 2020 estiveram longe de ser atingidos. Ademais, os altos índices de correlação (superior a 0,5 em 24 UFs) indicam que o grau de rigor das medidas de distanciamento físico está associado ao quanto as pessoas se mantêm em casa.

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