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Policial aposentado vira sucesso nas redes sociais após aparecer posicionado como atirador de elite durante assalto

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A foto do policial civil aposentado Albion Gomes de Almeida, 64 anos, que nesta quinta-feira (10), durante o assalto à lotérica, apareceu posicionado como atirador de elite, usando óculos escuros, rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais.

São inúmeros compartilhamentos da imagem pelos usuários do Facebook, onde também foram criados vários memes (termo usado para frases, imagens e vídeos que se disseminam na internet de forma viral).

“Ele ‘tá’ mais famoso que o assalto hehehehe só vejo fotos dele, até um publiquei”, comentou Daniele Costa Araújo.

Só depois de 43 anos de serviço prestado, Albion foi, de fato, reconhecido. Virou “o cara” e ficou famoso. Outra usuária do Facebook, Risoleta Miranda, diz que “Lembrei do exterminador do futuro, não sei por que”. O filme de grande sucesso estrelado pelo ator Arnold Schwarznegger.

O assalto à lotérica durou cerca de 6 horas e 20 pessoas foram mantidas reféns por dois assaltantes. Albion, que está aposentado há quatro meses, passava pelo local, e fez o que varia se estivesse na ativa.

“Meus caros amigos de todo o país, durante um assalto em uma lotérica hoje em Rio Branco, o qual, graças a Deus o desfecho foi um sucesso, chamou a atenção um POLICIAL CIVIL símbolo de comprometimento com a sociedade! Anos e mais anos de serviços prestados. Valeu meu caro ALBION”, escreveu em seu perfil o delegado Nilton Boscaro.

A foto que caiu na rede é de autoria de Eduardo Duarte.

Vários internautas usaram a foto para fazer montagem da fotografia. Veja algumas delas.

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Jendem Thierley fez uma montagem em alusão ao filme Tropa de Elite e Lucas Messias parodiou o longa norte-amercano RED.

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O internauta Marcio Oliveira usou da criatividade nessa montagem

O internauta Marcio Oliveira usou da criatividade nessa montagem

 

Diego Souza enviou montagem do policial civil no apocalipse zumbi, "The Acre Dead"

Diego Souza enviou montagem do policial civil no apocalipse zumbi, “The Acre Dead”

Jenildo Cavalcante enviou montagem de Albion no Congresso

Jenildo Cavalcante enviou montagem de Albion no Congresso

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O internauta Miguel Mauri enviou esta montagem

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Se você também tem alguma montagem mande para ac24horas, aos cuidados da editora  angelamariamendesdasilva@gmail.com

 

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Cotidiano

“Me ensina muito como mulher”, diz pedagoga que homenageou a mãe em formatura

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Mascena se inspirou na luta da mãe para estudar e aproveitou momento especial para agradecê-la

O Dia Internacional da Mulher é comemorado em todo o mundo no dia 8 de março, sendo um símbolo das lutas e reivindicações pelos direitos do sexo feminino. Contudo, todo dia é uma luta diferente. Do voto ao direito de estudar, trabalhar e ter papel ativo na sociedade. Nos lares, a lição de coragem é passada geração a geração, como aconteceu com a recém-formada em Pedagogia Roberta Mascena, 25. 

Filha da encarregada de limpeza Marlene Oliveira, Roberta aprendeu com a mãe que para ir mais longe na vida precisava se dedicar aos estudos, ainda que a própria genitora não possuísse educação escolar. “Exatamente por minha mãe não ter tido oportunidade para estudar, ela sempre conversou muito comigo sobre isso”. 

Roberta ficou conhecida nacionalmente depois da sua formatura, quando decidiu homenagear a mãe vestindo a farda de limpeza por baixo da beca. A surpresa foi uma forma de agradecimento aos valores aprendidos com a genitora. “Mulher de luta e superação, que veio de um nível não tão bom, mas que chegou no lugar que, para uns, não é nada, ser encarregada de faxina, mas para mim é demais”, declara a filha com orgulho.

Roberta, que hoje é pedagoga, foi exímia aluna da vida e dos ensinamentos passados pelos pais. “Aprendi com a minha mãe a ser humilde. Aprendi com meu pai a ser honesta. Aprendi com os meus amigos a ser respeitosa. Aprendi com os moradores de rua a ser sensível. Aprendi na escola a ser humana”, lista. Para ela, “todos os nossos momentos da vida são bem-vindos para agregar conhecimento porque nunca é o bastante”.

Força feminina que inspira

A força da mulher está retratada em livros, filmes, músicas, poemas etc. No entanto, é no exemplo doméstico que, muitas vezes, as meninas aprendem a admirar a figura feminina. Para a pedagoga Roberta, a luta da sua mãe é sua inspiração para contribuir para a formação de outras mulheres. 

“Herdei dela a sensibilidade, a humildade, honestidade… minha mãe é muito arretada, herdei dela esse sangue arretado. Me considero uma pessoa que luta bastante pelos seus ideais e ela também. É sempre muito firme e isso me ensina muito como pessoa e mulher”, destaca a jovem.

Sua mãe saiu do Nordeste aos 13 anos de idade, abandonou os estudos e seguiu para trabalhar como empregada doméstica em Santos (SP). Retomou o contato com os livros na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), quando a filha cursava a 8ª série. 

Roberta foi a primeira da família da sua mãe a ter um curso de graduação. Por isso, a vontade de mudar essa realidade e outras é o que motiva a jovem na profissão, que espera poder contribuir para que as pessoas consigam ocupar mais espaços. “Pretendo passar para os meus alunos a importância do conhecimento, do saber. Ensinar a respeitar o planeta, a natureza, as pessoas, a lutar pelos seus sonhos por mais difíceis que sejam. Quero que se libertem e desenvolvam dons e habilidades que, às vezes, nem eles sabem que têm”.

Fonte: Brenda Chérolet – Agência Educa Mais Brasil

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Justiça acata pedido do governo federal para retirar imigrantes da ponte entre Acre e Peru

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A Justiça Federal acatou nesta segunda-feira, 8, o pedido do Governo Federal para a reintegração de posse contra os imigrantes que estão acampados na Ponte da Integração, que liga a cidade de Assis Brasil (AC) a Iñapari, no Peru.

Na decisão, o juiz federal Herley da Luz Brasil pontuou que a reivindicação de abertura das fronteiras com o Peru não pode ser atendida pelo Brasil em respeito à soberania estatal e que foram propostas ações conciliatórias, mas os imigrantes se negaram a aceitar qualquer acordo.

A ponte foi ocupada por pelo mais de 300 imigrantes, a maioria haitianos. Uma parte deles permanece na ponte e outra em abrigos, em Assis Brasil. O juiz autorizou o uso de força policial, devendo a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Força Nacional de Segurança Pública e Polícia Militar do Acre cumprirem a ordem judicial e resguardarem a ordem e a segurança no local. O magistrado também autorizou a prisão em flagrante daqueles que se negaram a cumprir a ordem judicial.

“Disso se verifica que a livre manifestação perde seu caráter de lícita e legítima até porque é impossível ao governo brasileiro atender ao pleito, transborda da razoabilidade e proporcionalidade e passa a configurar, na realidade, indevida ocupação de bem público, evidente abuso do direito constitucionalmente garantido, em detrimento da ordem pública e econômica, da garantia do direito de ir e vir e de outros direitos humanos envolvidos”, destacou.

Ainda conforme o magistrado, o bloqueio na ponte da integração traz diversos prejuízos econômicos aos dois países e alertou para o prejuízo dos caminhões de insumos que estão tanto do lado peruano e brasileiro. “Assim, a manifestação acabou por impor desordem, inviabilizando o tráfego na região e acarretando ou podendo acarretar o desabastecimento de produtos e insumos no Brasil, no Peru e na Bolívia, revelando-se legítima e premente a pretensão da União”, pontuou.

Nesse domingo, 7, o diretor do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos e Matadouros do Estado do Acre, Nenê Junqueira, diz que o bloqueio na ponte da integração impede no momento a passagem de 100 caminhões com carga que estão do lado peruano e outros 30 que estão em território acreano.

“Será que se esse bloqueio ocorresse no Porto de Santos as autoridades já não teriam solucionado? Como estamos distantes dos grandes centros, em uma fronteira com menor circulação, não tem sido dada a necessária atenção para essa situação grave”, indagou.

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Cotidiano

Começa nesta segunda-feira a 17ª Semana Justiça pela Paz em Casa, de 8 a 12 de março

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Começa nesta segunda-feira, 8, e segue até o dia 12 de março a realização da 17ª Semana Justiça pela Paz em Casa. Essa é a primeira edição da campanha em 2021, criada pelo Conselho Nacional da Justiça. No Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) a atividade será mantida dentro das condições propícias de trabalho em que o órgão vem atuando devido às crises simultâneas pela qual passa o Estado do Acre em decorrência da COVID-19, surto de dengue, enchentes em dez municípios e crise migratória na fronteira com o Peru.

No período de campanha, magistrados e magistradas deverão priorizar o andamento dos processos judiciais de violência doméstica, em especial de sentenças, despachos e decisões e, quando possível, a realização virtual de audiências para atender os protocolos de segurança sanitária de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus.

A atividade será aberta às 16h com a palestra “Patriarcado e Racismo: descontruindo a violência de gênero”, pela professora mestre Claudia Marques. No restante da Semana os serviços serão focados na designação de audiências virtuais de justificação, instrução e julgamento de processos judiciais, em matéria de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher bem como de prolatação de despachos e sentenças, prioridade nos processos de réus presos, medidas de proteção.

Fonte: Ascom/TJAC

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Extra Total

Uma em cada três pessoas que morreram de Covid-19 no Acre não tinha comorbidade

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Dados do boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) divulgados nesse domingo, 08, mostram que um em cada três óbitos em decorrência da Covid-19 não possuíam histórico de comorbidades, ou seja, eram pessoas relativamente saudáveis.

Das 1.063 mortes pela pandemia no estado, 421 foram de pacientes saudáveis antes da infecção com o vírus, ou seja, 35,4%. Do total de vítimas, 70,7% foram pessoas acima de 60 anos, que também pertencem ao grupo de risco. De acordo com o sexo, 629 óbitos eram do sexo masculino e 434 feminino.

O Estado do Acre apresenta um coeficiente de mortalidade (óbitos por 100 mil habitantes) de 118,8 e de letalidade de 1,8%, sendo que o maior coeficiente de mortalidade é do município de Assis Brasil 199,1/100 mil habitantes e de letalidade em Capixaba com 2,9%.
De acordo com a cor da pele, a maior proporção de casos positivos é de pessoas pardas (43,5%), entretanto, verifica-se que 35,5% dos casos confirmados não possuem o registro desta informação.

Do total que testou positivo, 27.364 (45,4%) são do sexo masculino e 32.924 (54,6%) do sexo feminino. Quanto à faixa etária, a maior proporção encontra-se entre 30 a 39 anos, em ambos os sexos.

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