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Trabalhadores em educação afirmam que município tem 25 milhões para negociar

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Movimento questiona contratação de 1.000 novos cargos comissionados e do aumento de 7,5% aos secretários. Segundo dados do Portal da Transparência, impacto com PCCR representa apenas 49% da margem da LRF. Ezequiel não atendeu a reportagem.

Jairo Carioca – da Câmara Municipal de Rio Branco
carioca.ac24horas@gmail.com

O movimento de greve da educação radicalizou desde ontem as suas ações e prometem a cada dia uma ação diferente até que o prefeito Marcus Viana receba a categoria. Hoje (16) pela manhã eles caminharam pelas principais ruas da cidade e fecharam durante uma hora a Ponte Juscelino Kubitschek para chamar a atenção da sociedade. O trânsito ficou congestionado. O prédio da Câmara Municipal, a OCA e o Terminal Urbano estão no roteiro de protesto do comando.

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Com base nos dados do Portal da Transparência os sindicalistas continuam afirmando que o município tem gorduras para gastar com aumento dos servidores públicos. Segundo o sindicalista Frank Lima, a folha do município em 2012 foi de R$ 204 milhões. Com o incremento de 4,1 milhões do PCCR, “o percentual atingiria pouco mais de 49% da margem, ou seja, não atingiria o limite prudencial”, comentou.

Lima complementa que ao contrário do que garantiu Claudio Ezequiel, o impacto na folha é de apenas 2% e não 9% como vêm sendo afirmado.

O movimento afirma que ao mesmo tempo em que o prefeito nega a negociar aumento em julho, contratou 1000 cargos comissionados e concedeu reajuste de 7,5% aos secretários. “Isso não estava no acordo de implantação do PCCR no ano passado”, relembrou Lima.

Na Câmara Municipal, o debate sobre a greve chegou no momento em que os vereadores homenageavam os 50 anos do Conselho Estadual de Educação. O vereador Marcelo Jucá, disse que “é preciso o governo e o município valorize verdadeiramente a educação com salários dignos aos professores paralisados há quase um mês”, opinou.

Considerando como “blefe” as informações do secretário de administração, Claudio Ezequiel, os sindicalistas querem uma audiência direta com o prefeito Marcus Viana.

O OUTRO LADO:

Na Câmara, o líder do prefeito, vereador Gabriel Forneck (PT) disse que não está acompanhando as negociações. O telefone fornecido, do secretário Claudio Ezequiel, **05 1*12, estava impossibilitado de receber chamada. 

 

 

 

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