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Osmir Neto tinha em sua agencia de modelos, revistas pornográficas, desenho de mulheres praticando sexo oral, fotos de modelos nus e até sutiãs e calcinhas

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Texto e fotos – Luciano Tavares – da redação de ac24horas
lucianotavares.acre@gmail.com  

Durante a Operação Glamour que prendeu o colunista e empresário Osmir Neto, nesta quarta-feira, à tarde, no escritório de sua empresa, a agencia de modelos Órion, no Centro Empresarial Rio Branco, a Polícia Civil encontrou um vasto arquivo de material pornográfico.

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Todo o material foi levado    à Divisão de Investigações Criminais (Dic) da Polícia Civil do Acre, onde Osmir Lima prestou depoimentos por mais de duas horas aos delegados Getúlio Teixeira e Nilton Boscaro.

A reportagem de ac24horas teve acesso ao material apreendido. São revistas Playboy, Sexy, calendários de modelos nus e publicações de pornô em quadrinhos com desenho de mulheres praticando sexo oral. Também foram apreendidos sutiãs, calcinhas, CD’s, dois computadores, uma máquina fotográfica e uma pasta com “autorização para menor fotografar”. Provas de que o colunista não tinha apenas a intenção de agenciar modelos, como prometia às garotas.

Leia também:
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A investigação começou em setembro de 2009 e revelou que o acusado abusava sexualmente de mulheres, que eram atraídas pela promessa de que se tornariam modelos. Ele negociava espaços na revista em troca de favores sexuais. A versão foi confirmada por 19 vítimas, entre as quais, meninas com idade inferior a 14 anos, informou em nota o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e a 1ª Promotoria Cível do Ministério Público Estadual que denunciou o caso ao juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Romário Divino, autor do mandado de prisão.

Após o depoimento na Divisão de Investigações Criminais da Polícia Civil, Osmir Neto foi levado ao IML e em seguida para o presídio Francisco de Oliveira Conde. Caso seja condenado, ele pode ficar até 33 anos na cadeia.

 

 

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