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A indústria que ajuda a construir o desenvolvimento do Acre

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ZE1_in_abreNos últimos dias o que mais se leu e se ouviu na mídia foram assuntos relacionados à Operação G-7. Nunca o empresariado acreano foi tão maltratado quanto agora. O que a opinião pública esquece, porém, é que esses empresários ora crucificados são os mesmos que ajudam a sustentar o desenvolvimento do Acre – com suas empresas muitas vezes passando por sérias dificuldades financeiras – gerando milhares de empregos e investindo, aqui mesmo no Estado, tudo o que ganham.

Batizado como “G-7”, o grupo de empresários que atualmente se encontra em situação delicada perante a sociedade sempre ocupou lugar de destaque na economia acreana. Sua atuação é motivo de orgulho para a classe empresarial de todo o país, na sua incansável luta pelo desenvolvimento e fortalecimento do setor industrial acreano nas áreas de alimentos, panificação, madeira, móveis, confecção, pavimentação, cerâmica, extração mineral, gráfica e, sim, a construção civil – cuja força e importância são tão elevadas que possui o poder de aquecer todas as demais.

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Nunca se trabalhou tanto pela consolidação e expansão da indústria do Acre como agora. A título de informação, o setor de construção civil gerou mais de 7 mil empregos em todo o Estado entre os anos de 2011 e 2012 – conforme dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego. Para se ter uma ideia da importância desses empresários para o fortalecimento e desenvolvimento do Estado, apenas uma empresa de um dos envolvidos na referida operação paga, por mês, R$ 1milhão de salários. Este é o G-7 que boa parte da opinião pública desconhece. Basicamente seu crime tem sido defender as empresas acreanas, promover o desenvolvimento e acreditar no Acre e em sua gente.

Nos demais segmentos, não é diferente. Naquele mesmo período, o de alimentos registrou pelo menos 3 mil empregos. Os de extração mineral e mineral não-metálico, juntos, foram responsáveis por cerca de 1.500 postos de trabalho. Madeira e móveis contratou mais de 1.600 pessoas. Estes são apenas alguns números pelos quais a indústria no Acre é responsável.

A Federação das Indústrias do Estado do Acre defenderá e estará sempre ao lado daqueles que lutam para elevar a qualidade de vida da população, por meio da geração de emprego e renda. Esta instituição acredita que todos são homens de bem, honrados e trabalhadores até que se prove o contrário.

Ao Governador do Estado do Acre, Tião Viana, a minha solidariedade neste momento difícil. O meu reconhecimento pela determinação, retidão, caráter e vontade de acertar, de fazer o correto, e de consolidar o processo de industrialização, que sempre tem demonstrado o governador Tião Viana por meio de parcerias com os segmentos industriais, sindicatos, cooperativas, contribuindo para aquecer a economia de uma forma geral.

Assim, cabe a sociedade acreana fazer uma reflexão sobre os fatos divulgados e a importância de não se deixar influenciar pelos pré-julgamentos. Conforme prevê na Constituição Federal, a presunção de inocência é um direito constitucional garantido a todo e qualquer cidadão. Portanto, se forem respeitadas as leis, devemos superar com mais facilidade essa situação, evitando a recessão, o fechamento de empresas e o desemprego, lembrando-nos de nossas responsabilidades ante o presente e o futuro deste Estado.

*José Luiz Assis Felício é o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre, em exercício

 

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