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Na TV, Gladson reclama da ausência de Sebastião Viana na reunião da Aleac, sobre os 11 mil, e diz que membros do governo querem denegrir a Polícia Federal

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gladsonLuciano Tavares – da redação de ac24horas
lucianotavares.acre@gmail.com

Em entrevista durante um bloco, no programa Gazeta Entrevista, na TV Gazeta, nesta sexta-feira, o deputado federal Gladson Cameli (PP-AC) falou sobre a situação dos 11 mil servidores ameaçados de demissão por decisão do STF, Operação G-7, a situação da oposição no atual contexto político e agradeceu a solidariedade do povo acreano à família Cameli por causa da morte do ex-governador Orleir Cameli.

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O parlamentar diz que é pessimista quanto a aprovação da PEC 54, que tramita no Congresso e prevê a regularização dos servidores ilegais contratados sem concurso público, mas ao mesmo tempo acredita que um esforço conjunto dos políticos dos sete estados prejudicados e a presidência da República pode ajudar a resolver a situação. “Quando se fala em PEC 54 a imprensa nacional já vem em cima e cria uma expectativa que é pra fazer politicagem. E isso cria um grande constrangimento ao Congresso Nacional. Mas a minha preocupação são as famílias. Estou torcendo para que haja uma força política. Que a presidência da República se sensibilize. Porque aqui são 11 mil. Proporcionalmente, no Estado de São Paulo são 300 mil”.

Gladson participou da reunião política na Aleac, nesta sexta-feira, para tratar sobre a questão dos 11 mil. Do encontro participaram deputados da oposição, do governo e o senador Sérgio Petecão. Menos o presidente em exercício do Senado, Jorge Viana, o senador Aníbal Diniz e o governador Sebastião Viana. Para Cameli, a não ida de Sebastião foi um erro. “Essa reunião deveria ter sido feita com a presença do governador do nosso Estado, juntamente com o procurador do Estado, doutor Rodrigo, que esteve presente. Isso pra gente sentir qual é a atitude que o nosso Estado está pensando. É ouvir de quem estar comandando. Porque isso aí não é uma questão da oposição ou da situação. É uma questão de todos do Acre. Todos os deputados federais, estaduais e o executivo têm que estar juntos”, disse.

Gladson diz querem denegrir a imagem da Polícia Federal

O deputado foi solidário a Polícia Federal, e disse que confia nas investigações da instituição. “Foram pra mais de 600 dias de investigação, e querer denegrir a imagem de uma Polícia? Nós não podemos fazer isso. Eu quero me solidarizar com a Polícia Federal. Porque estou vendo aí uma movimentação politiqueira”.

O parlamentar, porém, não quis antecipar o que ficou para a Justiça: que é dizer se o G-7 fraudou ou não licitações e desviou dinheiro do Estado. “Não sei se houve ou não formação de cartel. Eu sei que todas essas empresas participam de licitações. Se são direcionadas ou não eu acho que a pessoa mais correta para responder essa pergunta é o chefe da licitação e o chefe do Executivo”.

O parlamentar voltou a dizer que é candidato ao Senado e que a melhor saída para a oposição é lançar candidatura única ao governo do Acre.

Ao final da entrevista, Gladson agradeceu a todos pela solidariedade à família Cameli por causa da morte de seu tio Orleir.

 

 

 

 

 

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