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Há fatos graves

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O deputado Eduardo Farias (PCdoB) tem uma dose de razão. Não pode simplesmente se dizer que tudo está certo, que nada aconteceu, porque existem sim fatos graves no G-7.   

Recomendação aceita

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Manda quem pode e obedece quem tem juízo, diz o ditado. O vereador Juracy Nogueira (PP) disse à coluna que acatará a ordem da direção do PP de só votar com a oposição, mas ressalva que, em toda votação na Câmara Municipal, ele sempre consultou antes os dirigentes do PP.

Nenhum problema
Juracy Nogueira, com dois mandatos de vereador, e que será candidato a deputado estadual em 2014, explica que, até então nunca tinha recebido nenhuma orientação do seu partido.

Convite rejeitado
O ex-deputado federal Sérgio Barros (PSDB) recusou o convite feito pelo senador Sérgio Petecão (PSD) para assumir a presidência do PTB, mas outro nome já está em pauta.

Tudo certo
A nova direção do PTB será conhecida antes do fim de semana, mas a entrada do partido na oposição é prego cravado. O PTB é o mais importante dos nanicos, por ter tempo de televisão.

Fora do PTB
O ex-deputado federal Chicão Brígido e o ex-deputado federal Osmir Lima deixarão o PTB.

Momento errado
O vereador Raimundo Vaz (PRP) anunciou que disputará uma vaga de deputado federal. Se for pela FPA escolheu o pior momento, pois, é a chapa mais forte já montada nos últimos tempos.

Para início
Para o início de conversa, um candidato a deputado federal pela FPA, para entrar no jogo com alguma chance, deverá começar pensando em ter algo em torno de 15 mil votos.

 Dom da comunicação
O domínio do vídeo é difícil. Falo de cátedra. Por anos apresentei um programa de entrevistas na TV. A Chefe do gabinete civil, Márcia Regina, deu um show de comunicação na TV-GAZETA.

Primeira defesa
Foi a primeira defesa ampla, precisa, feita até aqui por um membro do governo sobre as acusações que envolvem secretários e empresários, presos devido a “Operação G-7”.

Falando nisso
A linha da defesa do governo tem de ser em alto nível, como fez a Márcia Regina, não em agressões pessoais, panfletos, posturas adotadas por setores do governo e alguns políticos.

Defesa jurídica
Pode-se não se concordar com algumas teses jurídicas que ela levantou ao inquérito da PF, o Direito tem várias vertentes, mas exerceu muito bem o contraditório, o que estava faltando.

Mãe é algo sagrado
Não sei quem foi o aloprado que redigiu o panfleto do PT contra a oposição. Até aí tudo bem, mas atacar a mãe do senador Petecão (PSD)? É burrice, é errado, é transformá-lo em vítima.

Outras duas bobagens
Outras duas grandes bobagens no tufão em que se transformou o desdobramento da “Operação G-7”: que a desembargadora Denise Bonfim e a PF são “inimigas do PT”.

Vertentes diferentes
O deputado Eduardo Farias (PCdoB) é ponderado sobre o G-7: “Defendo o Tião Viana, o projeto da FPA, mas temos de reconhecer que houve erros e que precisam ser corrigidos”.                                 

Linguagem de boteco
Esse blog, alguém goste ou não, não vai participar de nenhuma Ópera-Bufa de baixarias. Recuso-me rastejar em lamaçal: não entro em linguajar de bêbado em boteco.

Bombeiro do dia
O senador Anibal Diniz (PT) entrou de bombeiro numa troca de palavras ásperas entre o presidente do PT, Léo Brito, e o Pastor Rodson (PR), durante reunião de partidos da FPA.

Mais sensata
A posição mais sensata que ouvi até o momento sobre a dispensa de servidores irregulares do Estado foi a de que, se busque indenizá-los. As demissões vão ocorrer, é questão de tempo.

Pergunta sem resposta
Um integrante do alto clero do PMDB  ligou ontem para me fazer uma pergunta: qual a razão do silêncio do deputado federal Gladson Cameli (PP) sobre o que está acontecendo?

Endereço errado
A pergunta tem que ser feita à sua assessora de Comunicação, a competente Silvânia Pinheiro, ou ligando para o próprio Gladson Cameli, pois, até eu gostaria também de saber o motivo.

Trem recolhido
Outro da oposição que está com o trem recolhido é o deputado federal Márcio Bittar (PSDB).

Quase parando
Ontem, conversei com dois aliados do prefeito de Plácido de Castro, Roney Firmino (PSB), sobre como estava a sua administração. Resposta unânime: “devagar, quase parando”.

Péssimo sinal
Se os seus aliados têm esse pensamento sobre a sua gestão, imagine então a população.

Hora de acordar
Passou o prazo de tolerância com os novos prefeitos. Alguns já se destacam, mas outros continuam no palanque e colocando a culpa nos adversários. Alguém precisa dizer a esses senhores que se elegeram prometendo resolver todos os problemas, portanto, não cabe mais desculpa. E a partir de agora terão de ser cobrados e chega de ficarem capinando sentados.            

Por Luis Carlos Moreira Jorge       

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