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Sucesso marca a primeira edição do Flisol no Acre

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André Gonzaga (Assessoria FEM)

O lançamento do Festival de Vídeo do Minuto da Baixada do Sol, a exibição do documentário “A Outra Floresta, A Digital”, o Encontro de Twitteiros Culturais do Acre (ETC/AC) e diversas palestras integraram a programação do Festival Latino-Americano de Software Livre no Acre (Flisol/AC), que ocorreu no sábado, 27, no Teatro Barracão. Paralelo a isso, voluntários do Floresta Digital atenderam cerca de 100 moradores da comunidade com a prestação de serviço de formatação e, claro, instalação de programas de código aberto.

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Aliás, utilizá-los ou não? O software livre pode se ajustar as mais diferentes necessidades do usuário, já que existem muitas versões disponíveis, do mais básico ao avançado, e ainda é acessível a todas as classes sociais. Em relação ao sistema operacional, para se ter uma ideia, a licença do Windows custa por volta de R$ 600 e encarece o preço final de um novo computador, enquanto o Linux pode ser encontrado de graça na internet.

De acordo com o analista de sistema Daniel Leandro, que palestrou sobre o uso de programas abertos nos negócios, há outra questão ainda mais significativa, sugerindo a necessidade de uma mudança de foco do consumidor. “O software livre é uma tendência no mercado mundial”, disse. E quem confirma esse fato é João Fernando, editor da publicação Espírito Digital, que utiliza esse tipo de ferramenta da edição até a distribuição da revista.

João participou de um bate-papo com o público do Flisol através do Hangout, novo instrumento do Google para conversas e vídeos, e ainda demonstrou interesse em realizar a quinta edição do Fórum da Revista Espírito Digital no Acre, coisa que já está em negociação. Fortalecendo o uso de software livre e das novas mídias, a Fundação Elias Mansour (FEM) lançou oficialmente o Festival de Vídeos da Baixada do Sol, com o tema “Minha Baixada”.

ETC/AC

O grupo promoveu um encontro entre o coordenador do projeto Voz da Comunidade, o carioca Renne Silva, a jornalista Giselle Lucena e um dos membros da Sociedade Amor a Quatro Patas, Davi Maia. Cada um dos convidados falou sobre o uso das redes sociais na sua área de atuação. Por meio do Twitter, Renne tornou-se referência para a imprensa nacional sobre a ocupação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

“Não esperava que tivesse tamanha repercussão. Meu objetivo era só informar o que acontecia aos meus amigos e não sabia que ia chamar a atenção da imprensa”, explica. Por outro lado Giselle sabia bem o que queria. Ela utilizou meios de mobilização e captação de recursos online para cobrir os gastos do lançamento do seu livro “Do Chico ao Pop”, ocorrido na última sexta-feira, 26. “Queria mostrar a potencialidade dessa ferramenta e, quem sabe, inspirar outras pessoas para que possam fazer o mesmo”, conta.

Já Davi faz parte de uma instituição sem fins lucrativos que resgata gatos e cachorros das ruas. Hoje, a Sociedade Amor a Quatro Patas está no Facebook para sensibilizar os usuários sobre a adoção de animais e angariar fundos para a realização de suas ações e ainda pagamento de despesas com veterinário. “A gente é meio que médico, lida com vida e com morte todo dia. É um duro danado, mas é muito gratificante. Temos uma estimativa que, desde 2009, cerca de mil animais já foram adotados”, finaliza

 

 

 

 

 

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