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Com medo de represálias, bancários do BB no Acre não vão aderir a paralisação nacional marcada para o dia 30

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Em assembleia específica dos funcionários do Banco do Brasil para aprovar ou não a criação da Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) do BB, assim como do indicativo de paralisação nacional de 24 horas, para o próximo dia 30 de abril.

No caso especifico para a instalação da CCV, os bancários do Banco do Brasil presentes à assembleia resolveram rejeitar sua instalação e, assim, continuando com o processo de ações na Justiça, hoje perfazendo um total de 84 ações, mas com novos números previstos para os próximos dias.

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Com a criação da CCV, o Banco do Brasil tentaria evitar processos relativos às Asneg’s e ex-Asneg’s (desde 2008), depois que o próprio BB, no recente novo Plano de Funções, admitiu, tacitamente, que os assistentes de negócios não são – e, logo, nunca foram – função de fidúcia (confiança), ao enquadrá-los como Função Gratificada (FG) e não como FC (Função de Confiança). Isso deu mais argumento para a futura ação na qual o Sindicato reivindicará na Justiça a 7ª e a 8ª horas como extras para os Asneg’s dos últimos cinco anos (na ativa ou não e, atualmente, na função ou não). Aliás, o Banco já vem perdendo a maioria dessas ações, um dos motivos pelos quais o Asneg “de oito horas” está em extinção.

Quanto à paralisação de 24 horas, prevista para o dia 30 de abril, onde o objetivo é mostrar o descontentamento de cerca de 30 mil funcionários pela instalação do Plano de Funções da empresa sem diálogo com os trabalhadores, os presentes à assembleia, cerca de 30 funcionários, realizada na sede do Sindicato dos Bancários do Acre, resolveram não aderir. A justificativa era o temor de terem o ponto cortado, além de futuras retaliações, até mesmo no que diz respeito ao aspecto financeiro.

Com isso, o Sindicato dos Bancários resolveu, então, após aval dos presentes, realizar um dia de protesto, denunciando a prática do banco, não apenas da instalação unilateral do Plano de Funções, mas outros aspectos ocorridos no dia-a-dia do bancário do BB, como cobrança de metas abusivas, assédio moral e tantas outras.

Com informações da Seebac

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