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Sinteac vai enviar relatório para governador Sebastião Viana pedindo providencias na SEE

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Gleydison Meireles
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O sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac) no Acre se posicionou sobre a falta de professores em algumas escolas da capital e no interior e o sucateamento e a falta de estrutura de escolas de Cruzeiro do Sul, apresentadas em matérias produzidas pelo jornalista Ray Melo de ac24horas.

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De acordo com a assessoria de imprensa do Sinteac, o sindicato está preparando um relatório que aponta os problemas na educação estadual que será encaminhado ao governador Sebastião Viana pedindo providencias emergenciais.


Na manhã de segunda-feira (11), alunos da rede estadual de ensino de Cruzeiro do Sul realizaram um ato público exigindo uma solução para os problemas de infraestrutura das escolas e uma previsão de data para o inicio do ano letivo no município, que estão paralisadas desde o dia 05 de março.


O protesto foi realizado em frente ao prédio do núcleo da SEE, no município. O ano letivo no Juruá teve inicio no dia 04 de março, mas após uma assembleia do Sinteac, os diretores decidiram pela paralisação até que o Governo estadual acene com uma solução para os problemas de falta de professores, reformas atrasadas e interdição por falta de condições estruturais das escolas da cidade.


A crise na educação estadual em Cruzeiro do Sul, no Acre, fez com que o deputado estadual Major Rocha (PSDB) criticar, mais uma vez, o sistema de educação do Estado. Rocha classificou o problema como um “descaso do governo” por meio da secretaria de educação.


Rocha pediu sensibilidade do Governo estadual para o problema e exigiu concurso público urgente para a contratação de professores no Acre. O parlamentar lembrou também que na capital a situação é precária no interior os problemas são ainda mais graves. No interior o início do ano letivo está previsto para Julho.


Mais de 27 mil crianças e jovens, na faixa etária entre 4 e 17 anos, estão fora das salas de aula no Acre.q O desempenho do Acre apontado no Ideb é de índice 3,2, abaixo da média da região Norte, que é de 3,8.


 


 


 


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