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Jamyl Asfury não reconhece escolha de Moisés Diniz e mantém candidatura à vice-presidência da Aleac

Jamyl Asfury não reconhece escolha de Moisés Diniz, como vice-presidente da Aleac e mantém candidatura ao cargo
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Ray Melo,
da redação de ac24horas
raymelo@ac24horas.com

A escolha dos membros da Mesa Diretora da Aleac, que se dava como fato consumado, o comunista Moisés Diniz, como o próximo vice- presidente da Casa ainda vai gerar acalorados debates entre os postulantes ao cargo.

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“Nunca fui convidado para nenhuma reunião nem recebi ligação para discutir a formação da Mesa Diretora da Aleac”, disse o deputado Jamyl Asfury (PEN) ao reafirmar sua candidatura ao cargo de vice-presidente do Poder Legislativo.

O integrante da maior bancada de deputados da Aleac afirmou que desconhece qualquer acordo para colocar o líder do governo, Moisés Diniz (PCdoB), como o sucessor de Helder Paiva (PEN), que ocupou o cargo nas últimas legislaturas.

Jamyl Asfury não reconhece escolha de Moisés Diniz, como vice-presidente da Aleac e mantém candidatura ao cargo

Jamyl Asfury não reconhece escolha de Moisés Diniz, como vice-presidente da Aleac e mantém candidatura ao cargo

“Não participei de reuniões com o governador ou com os deputados, para discutir a formação da Mesa, que se coloca na imprensa. Defendo o consenso, mas para isso é necessário conversar. Não aceito imposição”, diz Jamyl.

O “ecológico” afirmou que a evolução depende de uma oxigenação na Mesa Diretora, para dar uma nova dinâmica ao Poder Legislativo. “Não vejo lucros, mas a possibilidade de quebrar paradigmas e fazer um trabalho novo”, enfatiza.

Jamyl Asfury acredita que é necessário pensar no Poder Legislativo na sua totalidade, “não apenas tratar a situação como uma questão de lotear cargos por partido. É necessário valorizar os servidores e a instituição”.

O deputado desta ainda, que o governador Sebastião Viana (PT) e o primeiro-secretário da Casa, Ney Amorim (PT), já destacaram que ele teria o perfil de quem pode colaborar efetivamente com mudanças na Aleac.

“Tenho uma trajetória na vida sindical, tenho MBA em administração e posso afirmar que um poder não vive apenas de concessões políticas. É necessário preparação técnica para uma gestão com eficiência”, afirma Asfury.

O parlamentar disse que não teme a disputa do cargo no voto, mas em nome da unidade política da FPA, entende que o consenso é o melhor caminho. Jamyl Asfury diz que não abre mão de colocar seu nome no debate.

Nos bastidores políticos, os demais deputados do PEN dizem que o PCdoB, já ocupa bastante espaço político, acumulando uma das principais secretarias de Estado, o cargo de vice-prefeito de Rio Branco e secretarias municipais.

Para os “ecológicos”, a fome de poder do PCdoB não está permitindo que os outros partidos que integram a Frente Popular sejam valorizados, mesmo dando contribuição significativa nos triunfos eleitorais da coligação.

 

 

 

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