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“O Iapen não prende gente”, diz diretor em resposta a denúncias de juíza

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Jairo Barbosa – [email protected]

O diretor presidente do Instituto de Administração Penitenciária, Iapen, Dirceu Augusto da Silva, reagiu na mesma linha das denúncias feitas pela juíza Luana Campos, da Vara de Execuções Penais, que criticou duramente a administração dos presídios e o sistema de saúde oferecido aos reeducandos.

“Superlotação não é problema do Iapen. O Iapen só recepciona esse pessoal. Compete ao Iapen para reduzir essa superlotação, apresentar projetos para construção novas unidades, e isso a gente tem feito e vem fazendo”, disse o diretor, afirmando que respeita a opinião da juíza, mas que discorda totalmente das declarações feitas por ela.

Falando da superlotação, Dirceu Augusto disse que o Instituto não pode transferir a qualquer momento os presos para a nova penitenciária do Quinari. Ele explicou que o processo é lento e depende de uma série de fatores, inclusive de autorização da magistrada. Hoje, apenas sessenta e seis detentos ocupam o presídio que tem capacidade para 588 presos. No Francisco de Oliveira Conde, a superlotação, segundo ele, vai continuar até que sejam concluídas as obras de ampliação de alguns pavilhões. A previsão é janeiro de 2013, e o prazo da juíza é de trinta dias.

Apresentando números, Dirceu Augusto falou que cada vaga construída para abrigar um novo preso, custa aos cofres públicos cerca de R4 11 mil reais. Fazendo um comparativo, o governo destinou do orçamento anual, R$ 350 milhões de reais para a área de segurança.

“Ela não explicou o que realmente ela quer determinar. O relatório dela (juíza) ainda chegou pra gente, e, portanto não podemos aprofundar o assunto”, argumentou Dirceu.

Diretor nega caos na saúde e justifica investimentos para Hildebrando

Apresentando um relatório de atendimentos médicos, a gerente de saúde do Iapen, Madalena Ferreira disse que de janeiro julho desse ano, foram realizados 3.326 procedimentos aos detentos. Ela revelou que existem presos com doenças graves como HIV, tuberculose e hanseníase, mas que todos recebem a atenção determinada por lei.

“A gente cumpre o que determina a lei, aliás, fazemos é bem mais, porque compramos alguns medicamentos quando a família não pode arcar com o tratamento”, esclareceu.

Dirceu Augusto falou especificamente do caso de Hildebrando Pascoal. Ele explicou que os investimentos que o Instituto está realizando na cela do ex-coronel bem base em um relatório médico, onde o profissional indicou que ajustes deveriam ser feitos para que Hildebrando fosse atendido na cela. Quando não há condições para oferecer o tratamento na cadeia, ai sim, disse, ele, é feita a remoção do preso.

 

Acre

“Acre é realmente deixou a esquerda para trás”, diz Bolsonaro

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Na manhã desta terça-feira, 5, o deputado federal eleito Eduardo Velloso, ao lado do senador Márcio Bittar, publicou um vídeo nas redes sociais durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília.

Velloso se referiu ao “pessoal do agro” e lembrou do segundo turno das eleições presidenciais, onde Bolsonaro disputa o cargo com o ex-presidente Lula.

Jair Bolsonaro parabenizou o Acre pelas escolhas nas eleições e afirmou que o estado deixou a esquerda para trás. “Um grande abraço ao pessoal do agro, parabéns pelas escolhas, o Acre é realmente um estado que deixou a esquerda para trás. Peço nesse segundo turno uma força a mais para convencer que esteve do outro lado, passe para o nosso lado”, disse Bolsonaro.

Veja o vídeo:

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Acre

Jéssica, Minoru, Antônio Pedro, Neném e Cadmiel não foram eleitos

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Todas as eleições, surge a discussão sobre o quociente eleitoral que define a quantidade de vagas de cada partido. A polêmica acontece sempre com os eleitores de candidatos que não são eleitos, apesar de terem obtido mais votos do quem acabou conquistando um mandato. Quem perde costuma dizer que o sistema político é injusto.

Quociente eleitoral é um método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras.

Para descobrir quem são os deputados estaduais e federais, assim os vereadores, que vão compor o Poder Legislativo, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Esse, inclusive, é um dos motivos de se atribuir o mandato ao partido e não ao político.

Nas eleições deste ano não foi diferente. Para deputado estadual, por exemplo, Antônio Pedro (União) que concorria ao seu terceiro mandato foi o 15º mais votado no geral com 6.004 votos. Mesmo assim sua votação não foi suficiente para garantir uma cadeira na Aleac.

Outros parlamentares estaduais passaram pela mesma situação. Neném Almeida e Cadmiel Bonfim ficaram na 17ª e 18ª posições entre todos os candidatos e mesmo assim ficaram fora. O deputado menos votado que conquistou uma vaga na Aleac foi Eduardo Ribeiro, que teve 4.810 votos. Se fossem levado em conta apenas os votos nominais seria o 30º colocado. Os atuais deputados Marcus Cavalcante, Bestene e Daniel Zen, que não conseguiram se reeleger, também obtiveram mais votos que Ribeiro.

Na Câmara Federal quarta mais votada não se elege

A mesma situação aconteceu na eleição para Deputado Federal. A distribuição das 8 vagas para a Câmara dos Deputados foi considerada injusta pelos eleitores de quem ficou de fora, mesmo tendo mais votos de quem foi eleito.

A o caso, por exemplo de Jéssica Sales (MDB) que concorria a reeleição. Mesmo sendo a quarta mais votada do Acre com 20.500 votos, não conseguiu a vitória. Jéssica só ficou atrás dos eleitos Socorro Neri, Meire Serafim e Coronel Ulysses.

Quem também foi “vítima” do quociente eleitoral foi Minoru Kinpara. O candidato tucano obteve 19,077 votos, foi o 7º mais bem votado, mas não conseguiu uma das 8 vagas. Já a Perpétua Almeida teve 392 votos a mais que Roberto Duarte, mas não conquistou a reeleição. Duarte, inclusive, foi o que conseguiu uma vaga com menos votos, tendo sido escolhido por 14,522 eleitores.

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Acre

Na Aleac, oposição será conhecida com formação do novo governo

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A bancada governista será até maior que a atual na Assembleia Legislativa do Acre a partir de 2023, mas de acordo com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) isso pode não se configurar exatamente em solução. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista é grande e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse ele, reeleito para novo mandato.

Nesse contexto, é previsível uma bancada de oposição pequena ou não, a depender da composição do novo mandato de Gladson Cameli no Palácio Rio Branco. Assim, as bancadas favoráveis ou contrárias a Gladson só serão dimensionadas mais para frente, observando cooptação e dissidências. “Ainda é cedo pra afirmar. Aguardar a composição do novo governo. Haverá cooptação e dissidentes”, prevê Magalhães
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Antes, em seu discurso de agradecimento pela reeleição, Edvaldo destacou que não haverá pacto da mediocridade, não haverá ´silêncio dos cemitérios´, mas discussão sobre tudo o que interessa ao Estado -e afirmou que teme pelo segundo mandato de Gladson Cameli, salvo neste primeiro mandato pela pandemia apesar de desafiadora. “Quanto maior a vitória mais é alto o salto do sapato”, disse.

Eleitos pelos partidos que tiveram candidatos majoritários próprios, como Eduardo Ribeiro (PSD), Emerson Jarude (MDB), Antônia Sales (MDB) e Adailton Cruz (PSB) podem atuar na oposição junto com Edvaldo Magalhães.

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Acre

Bolsonaro vai tomar café com Gladson na quinta-feira

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O governador reeleito Gladson Cameli (PP) desembarcou em Brasília (DF) na manhã desta quarta-feira, 5, onde cumpre uma série de agendas institucionais nos Ministérios. Cameli deve ficar na capital do poder até quinta-feira, 6, quando participa de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro reunirá os governadores eleitos que o apoiam no Palácio da Alvorada para demonstrar força neste segundo turno das eleições de 2022 contra o candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

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