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Deputado Jamil Asfury cede espaço para comitê evangélico de Marcus Alexandre

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Stalin Melo

Depois que levou uma rasteira de aliados na oposição, o deputado Jamil Asfury (agora filiado ao Partido Ecológico Nacional – PEN) se transformou em um grande cabo eleitoral de Marcus Alexandre rumo à prefeitura de Rio Branco nestas eleições municipais de 2012.

Em uma reunião realizada com os apoiadores do parlamentar no Centro Amazônico de Capacitação, o espaço foi cedido para Marcus Alexandre abrir o comitê evangélico da campanha. Jamil Asfury, agora, faz parte da bancada de apoio ao governo de Tião Viana (PT) na Assembléia Legislativa (Aleac).

“Gostaria de dar este presente ao Marcus Alexandre, que não terá nenhuma despesa com ele (o comitê)”, fez questão de dizer Jamil.

Em um discurso emocionado, declarou que estava enganado quando pensava que o governo da Frente Popular era quem perseguia as pessoas. Quem persegue as pessoas, segundo ele, são exatamente aqueles que acusavam (e acusam) o governo de perseguir alguém. “Essa oposição não tem nada a ver com aquilo que eles falam”, declarou o parlamentar.

Jamil não poupou elogios a Marcus Alexandre. “Foi a pessoa mais certa que a Frente Popular poderia ter escolhido. Por isso estou orgulhoso de estar hoje aqui e feliz por apoiar este projeto político. Não tenho dúvida que é o melhor candidato”, afirmou.

Marcus Alexandre agradeceu o apoio recebido na reunião, que contou com a presença de mais de uma centena de pessoas, falou sobre sua história de vida e disse que vai honrar cada voto de confiança que lhe for dado com muito trabalho e dedicação para melhorar a qualidade de vida de quem mora em nossa cidade.

Relatou ainda sobre seu trabalho na Secretaria de Planejamento (Seplands) e também a frente do Deracre, onde coordenou os trabalhos de pavimentação de boa parte da BR 364, além da construção das mais diversas pontes até o Vale do Juruá, “aposentando” todas as balsas que serviam de travessia dos rios que cortam a estrada até Cruzeiro do Sul.

Em Rio Branco, Marcus Alexandre adotou uma metodologia nova de trabalho, ao discutir com a comunidade do bairro Seis de Agosto, alguns critérios para a construção da quarta ponte sobre o rio Acre e também da avenida Amadeo Barbosa. “E não vamos fazer nada que nos distancie do eleitor”, disse.

Ao final da reunião, o deputado Jamil Asfury conclamou todos os presentes a apoiar a candidatura de Marcus Alexandre. Eram pessoas que nunca tinham votado na Frente Popular, mas que agora acreditam que Rio Branco precisa continuar avançando nas mais diversas políticas públicas que vem sendo implementadas pelo prefeito Raimundo Angelim.

 

 

Acre

Bandeira tarifária segue verde na conta de luz em dezembro

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A bandeira tarifária para o mês de dezembro segue verde, anunciou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A decisão confirma projeções de que não haveria custos adicionais nas contas de luz na maior parte de 2022, desde abril até o final do ano, devido às boas condições de geração de energia no País.

Com a chegada do período chuvoso, melhoram os níveis dos reservatórios e as condições de geração das usinas hidrelétricas, as quais possuem um custo mais baixo. Dessa forma, não é necessário acionar empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas.

Lançado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma importante ferramenta de transparência que permite aos consumidores acompanhar, mês a mês, as condições de geração de energia no País. Antes, esse custo era atualizado de uma única vez ao ano e os consumidores só conheciam depois, nas revisões anuais das tarifas de energia de cada distribuidora. Agora, as bandeiras sinalizam com antecedência o custo real da energia e permitem ao consumidor se programar e ter um consumo mais consciente, evitando o desperdício.

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Acre

Etanol e Diesel de Rio Branco são os mais caros entre as capitais

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizou nesta sexta-feira (25) o Sistema de Levantamento de Preços (SLP) mostrando que o litro do etanol hidratado é encontrado a R$4,09 em Rio Branco, o maior valor entre as capitais.

O preço médio do litro do diesel comum em Rio Branco também é o maior das capitais, segundo a ANP. O combustível é vendido a R$7,46.

Já a botija de 13 quilos do gás de cozinha é vendida a R$124,15 em seu preço médio. Esse valor é o 2º mais alto do País entre as capitais, perdendo apenas para o praticado em Cuiabá (MT), onde o produto é encontrado a R$124,75.

Com valor médio de R$5,39, o litro da gasolina comum em Rio Branco segue entre os mais altos do País mas em uma posição distanciada dos preços mais elevados.

Essa tendência de alta não é tão percebida no restante do País: os preços da gasolina comum nos postos do Brasil tiveram um ligeiro recuo de 0,2% esta semana ante a anterior, após avançar por seis semanas consecutivas, segundo pesquisa da ANP.

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Acre

29% das acreanas tem medo de demissão após licença-maternidade

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Divulgado neste fim de novembro, o estudo feito pela Famivita, portal especializado em reprodução humana, usando entrevista com mais de 2.100 mulheres entre 12 e 20 de setembro de 2022 mostra que 29% das acreanas tem medo de demissão após licença-maternidade.

Essa taxa é a 11ª maior entre os Estados no ranking liderado por Distrito Federal, com 39% das mulheres afirmando esse temor. O último lugar é ocupado por Roraima: apenas 1% das mulheres roraimenses tem medo de perder o emprego na licença-maternidade.

Dentre as mulheres que pegaram a licença-maternidade, 46% conseguiram retornar ao trabalho após quatro meses, ou seja, tiveram uma licença de 120 dias. Outras 20% retornaram depois de seis meses, com uma licença de 180 dias do setor público e empresas do programa Empresa Cidadã.

Além disso, 34% não conseguiram voltar ao trabalho no prazo estabelecido. Assim, quando questionadas quanto ao prazo mais justo para a licença-maternidade com garantia de estabilidade do emprego, 40% das entrevistadas são favoráveis a 6 meses, 21% a 12 meses, e 15% a 9 meses.

Em Santa Catarina, 56% das mulheres conseguiram voltar ao trabalho após o período da licença-maternidade. No Distrito Federal e em Minas Gerais, pelo menos 63% das participantes retornaram da licença.

Já em São Paulo e no Rio de Janeiro, 65% e 68%, respectivamente, voltaram ao trabalho após o período da licença-maternidade.

O direito à licença-maternidade foi regulamentado no Brasil em 1943, com a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O período da licença-maternidade estabelecido por lei é de 120 dias e neste período todas as mulheres que possuem a carteira assinada ou contribuem para a Previdência Social, têm direito ao salário-maternidade, que é ressarcido às empresas pelo INSS. Porém, algumas empresas podem oferecer 180 dias de licença, e neste caso, encarregaram-se da totalidade dos salários nos últimos dois meses.

Desde 1988, após a criação da Constituição Brasileira, as mulheres passaram a ter garantia de estabilidade no emprego, antes e logo depois da gestação. Todavia, conforme constatamos em nosso mais recente estudo, 21% das trabalhadoras brasileiras já foram demitidas logo após voltarem da licença-maternidade, pelo fato de serem mães. Além disso, as mulheres que menos foram demitidas, após a licença, têm entre 35 e 39 anos, sendo 84% das entrevistadas.

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Acre

Áreas urbanizadas avançam no Acre, mostra estudo do IBGE

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O Estado do Acre, de acordo com o mapeamento realizado para as áreas urbanizadas do Brasil divulgado nesta última semana de novembro pelo IBGE, representou a 26ª Unidade da Federação do Brasil, em termos de somatório das áreas urbanizadas densas e poucos densas e dos loteamentos vazios -0,46% das áreas identificadas em todo o território nacional. Os dados são referentes a 2019.

Na distribuição por grandes regiões, salienta-se que a região norte abarca 8,93% as áreas urbanizadas e loteamentos vazios do Brasil.

Do total de 221,69 Km² de áreas mapeadas no Acre, 55,49% representam áreas urbanizadas densas, enquanto cerca de 40% foram identificadas como pouco densas. Essas duas categorias se diferenciam pelo grau de ocupação da mancha urbanizada por edificações, sendo a segunda caracterizada pelo maior espaçamento entre elas. O Acre também tem uma pequena porção (5,55 Km²) classificada como loteamento vazio, representando menos de 3% da área total mapeada.

“Na comparação com a edição de 2015 do mesmo mapeamento, contudo, realizado somente na Concentração Urbana de Rio Branco, a única do estado, foi identificada uma adição de 21,18 Km² em áreas urbanizadas circunscritas a esse recorte geográfico. Tal quantitativo representa a menor adição, em termos absolutos, quando analisa-se as contribuições por UF na Região Norte, sendo toda ela restrita à capital do estado. Em termos relativos, o Acre teve um crescimento dessas áreas de 31,97% em 2019, com relação à 2015, um percentual acima da média regional, que foi de 26,84% no Norte do Brasil”, diz o IBGE.

Esses quantitativos, quando expressos em termos de distribuição das áreas urbanizadas e de loteamentos vazios dentro do Estado do Acre, evidenciam o destaque de Rio Branco como responsável por mais de 50% da área total identificada entre os 10 destaques de municípios acreanos, sendo que mais de 70% das áreas urbanizadas da capital é de áreas densas. Esse padrão de concentração também pode ser observado em termos espaciais, quando nota-se a maior mancha urbanizada em extensão do estado presente no Acre em sua capital, e outros pequenos núcleos nos demais municípios.

Dentre estes, pode-se destacar, ainda, três municípios onde a área classificada como pouco densa é maior que a área densa, são eles: Mâncio Lima, Acrelândia e Bujari. E, quanto a Senador Guiomard, um outro ponto a ser enfatizado é o fato de que 10% das áreas mapeadas foi classificada como loteamentos vazios. Ambos os fenômenos identificados podem a indicar as frentes de expansão da área urbanizada recente nos locais.

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