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Candidato do PT a prefeitura de Rio Branco não devolve telefone que usou como diretor do Deracre

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Luciano Tavares, da redação de ac24horas
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O Decreto que dispõe sobre a suspensão do uso de celulares institucionais pelos servidores públicos dos órgãos e entidades do Poder Executivo durante o período eleitoral foi publicado na edição desta sexta-feira, no Diário Oficial do Estado.

Com o argumento de evitar o uso da máquina pública, Sebastião Viana anunciou a medida em seu escritório  nesta quinta-feira.

Mas o candidato a prefeito de Sebastião, Marcus Alexandre continua usando o mesmo número de telefone, o 9984-8083, que passou a ser do hoje candidato quando ele ainda nem era petista e ocupava cargo de Secretário Adjunto na Secretaria de Planejamento do Estado. No Deracre, ele também usou o mesmo número.

Questionado sobre o assunto, Marcus Alexandre assegurou que o número é dele “está cadastrado no meu CPF, não é do estado”, garantiu o petista.

Veja a publicação do Decreto

ESTADO DO ACRE
DECRETO N° 4.365 DE 2 DE AGOSTO DE 2012

Dispõe sobre a suspensão do uso de celulares institucionais pelos servidores públicos dos órgãos e entidades do Poder Executivo durante o período eleitoral.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE, no uso da atribuição que lhe confere o art. 78, inciso VI, da Constituição Estadual, e tendo em vista as disposições da Lei Federal nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei Eleitoral),

DECRETA:

Art. 1º Fica vedado todo e qualquer uso de aparelhos, linhas e serviços telefônicos móveis vinculados a contratos públicos dos órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta Estadual, por todo o período do calendário eleitoral do presente exercício.

§ 1º Os gestores dos órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta Estadual serão responsáveis pelo recolhimento dos aparelhos móveis em posse dos agentes políticos e servidores para fins de guarda no período assinalado no caput deste artigo.

§ 2º Os servidores públicos que na data da publicação deste Decreto, disponham de celulares institucionais poderão utilizar-se da portabilidade numérica para um plano privado, com o objetivo da manutenção dos números em uso.

Art. 2º Os órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta Estadual terão o prazo de 10 (dez) dias úteis para adequação às disposições contidas neste Decreto.

Art. 3º A Controladoria-Geral do Estado do Acre fiscalizará o cumprimento das regras estabelecidas neste Decreto, dirimindo eventuais dúvidas em sua aplicação.

Art. 4º Somente o Chefe do Poder Executivo Estadual poderá deliberar sobre eventuais exceções à limitação do uso de serviços de telefonia móvel.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Rio Branco – Acre, 2 de agosto de 2012, 124º da República, 110º do Tratado de Petrópolis e 51º do Estado do Acre.

Tião Viana

Acre

“Acre é realmente deixou a esquerda para trás”, diz Bolsonaro

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Na manhã desta terça-feira, 5, o deputado federal eleito Eduardo Velloso, ao lado do senador Márcio Bittar, publicou um vídeo nas redes sociais durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília.

Velloso se referiu ao “pessoal do agro” e lembrou do segundo turno das eleições presidenciais, onde Bolsonaro disputa o cargo com o ex-presidente Lula.

Jair Bolsonaro parabenizou o Acre pelas escolhas nas eleições e afirmou que o estado deixou a esquerda para trás. “Um grande abraço ao pessoal do agro, parabéns pelas escolhas, o Acre é realmente um estado que deixou a esquerda para trás. Peço nesse segundo turno uma força a mais para convencer que esteve do outro lado, passe para o nosso lado”, disse Bolsonaro.

Veja o vídeo:

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Acre

Jéssica, Minoru, Antônio Pedro, Neném e Cadmiel não foram eleitos

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Todas as eleições, surge a discussão sobre o quociente eleitoral que define a quantidade de vagas de cada partido. A polêmica acontece sempre com os eleitores de candidatos que não são eleitos, apesar de terem obtido mais votos do quem acabou conquistando um mandato. Quem perde costuma dizer que o sistema político é injusto.

Quociente eleitoral é um método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras.

Para descobrir quem são os deputados estaduais e federais, assim os vereadores, que vão compor o Poder Legislativo, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Esse, inclusive, é um dos motivos de se atribuir o mandato ao partido e não ao político.

Nas eleições deste ano não foi diferente. Para deputado estadual, por exemplo, Antônio Pedro (União) que concorria ao seu terceiro mandato foi o 15º mais votado no geral com 6.004 votos. Mesmo assim sua votação não foi suficiente para garantir uma cadeira na Aleac.

Outros parlamentares estaduais passaram pela mesma situação. Neném Almeida e Cadmiel Bonfim ficaram na 17ª e 18ª posições entre todos os candidatos e mesmo assim ficaram fora. O deputado menos votado que conquistou uma vaga na Aleac foi Eduardo Ribeiro, que teve 4.810 votos. Se fossem levado em conta apenas os votos nominais seria o 30º colocado. Os atuais deputados Marcus Cavalcante, Bestene e Daniel Zen, que não conseguiram se reeleger, também obtiveram mais votos que Ribeiro.

Na Câmara Federal quarta mais votada não se elege

A mesma situação aconteceu na eleição para Deputado Federal. A distribuição das 8 vagas para a Câmara dos Deputados foi considerada injusta pelos eleitores de quem ficou de fora, mesmo tendo mais votos de quem foi eleito.

A o caso, por exemplo de Jéssica Sales (MDB) que concorria a reeleição. Mesmo sendo a quarta mais votada do Acre com 20.500 votos, não conseguiu a vitória. Jéssica só ficou atrás dos eleitos Socorro Neri, Meire Serafim e Coronel Ulysses.

Quem também foi “vítima” do quociente eleitoral foi Minoru Kinpara. O candidato tucano obteve 19,077 votos, foi o 7º mais bem votado, mas não conseguiu uma das 8 vagas. Já a Perpétua Almeida teve 392 votos a mais que Roberto Duarte, mas não conquistou a reeleição. Duarte, inclusive, foi o que conseguiu uma vaga com menos votos, tendo sido escolhido por 14,522 eleitores.

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Acre

Na Aleac, oposição será conhecida com formação do novo governo

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A bancada governista será até maior que a atual na Assembleia Legislativa do Acre a partir de 2023, mas de acordo com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) isso pode não se configurar exatamente em solução. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista é grande e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse ele, reeleito para novo mandato.

Nesse contexto, é previsível uma bancada de oposição pequena ou não, a depender da composição do novo mandato de Gladson Cameli no Palácio Rio Branco. Assim, as bancadas favoráveis ou contrárias a Gladson só serão dimensionadas mais para frente, observando cooptação e dissidências. “Ainda é cedo pra afirmar. Aguardar a composição do novo governo. Haverá cooptação e dissidentes”, prevê Magalhães
.
Antes, em seu discurso de agradecimento pela reeleição, Edvaldo destacou que não haverá pacto da mediocridade, não haverá ´silêncio dos cemitérios´, mas discussão sobre tudo o que interessa ao Estado -e afirmou que teme pelo segundo mandato de Gladson Cameli, salvo neste primeiro mandato pela pandemia apesar de desafiadora. “Quanto maior a vitória mais é alto o salto do sapato”, disse.

Eleitos pelos partidos que tiveram candidatos majoritários próprios, como Eduardo Ribeiro (PSD), Emerson Jarude (MDB), Antônia Sales (MDB) e Adailton Cruz (PSB) podem atuar na oposição junto com Edvaldo Magalhães.

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Acre

Bolsonaro vai tomar café com Gladson na quinta-feira

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O governador reeleito Gladson Cameli (PP) desembarcou em Brasília (DF) na manhã desta quarta-feira, 5, onde cumpre uma série de agendas institucionais nos Ministérios. Cameli deve ficar na capital do poder até quinta-feira, 6, quando participa de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro reunirá os governadores eleitos que o apoiam no Palácio da Alvorada para demonstrar força neste segundo turno das eleições de 2022 contra o candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

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