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Presidente do PMDB Mulher diz que denúncia de Carioca “é um recurso ardiloso e covarde”

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Antonia Sales afirma que as fotos utilizadas por Carioca, para atacar os
peemedebistas de Porto Walter teriam sido tiradas em dezembro de 2011

 Ray Melo,
da redação de ac24horas
[email protected]

A presidente estadual do PMDB Mulher, deputada Antônia Sales disse nesta terça-feira, 31, que a denúncia apresenta pelo assessor especial do Governo do Acre, Francisco Nepomuceno, o Carioca, à Justiça Eleitoral, contra seu partido seria “um recurso covarde do PT”.

Carioca formalizou denúncia no TRE utilizando fotos de suposta distribuição de sacolões pela ala feminina do PMDB, na cidade de Porto Walter. Antonia Sales contesta e diz que as fotos foram tiradas nas ações sociais do PMDB Mulher, em dezembro do ano passado.

“Mais uma vez, Carioca vem fazer de suas estripulias e mentir descaradamente. Estas fotos fazem parte de um trabalho desenvolvido há anos, no Vale do Juruá. Este episódio aconteceu em dezembro de 2011, quando fizemos o Natal das famílias carentes”, diz Antonia Sales.

A parlamentar criticou ainda, os petistas, que de acordo com ela só lembraram-se da população pobre, quando precisavam arrecada fundos para as campanhas, “com venda de feijoada, camisetas e outras bugigangas. Nunca fizeram uma ação social”.

Segundo Antonia Sales, a ala feminina do PMDB teria um calendário de atividades no interior do Acre, mas que em ano eleitoral a programação é suspensa para atender as recomendações da Justiça Eleitoal, que veta a realização de eventos filantrópicos.

Abaixo, a íntegra da nota divulgada pela presidente do PMDB Mulher:

 REPONDO A VERDADE

 Essa foto mostrada na denúncia noticiada pelo Jornal A Tribuna, não retrata a verdade. Trata-se de uma foto tirada em Dezembro de 2011 quando das atividades do PMDB Mulher, no Município de Porto Walter, trabalho, aliás, iniciado em Cruzeiro do Sul em 2007 e que se expandiu para os demais municípios em 2008. Trata-se de um recurso ardiloso e covarde de tentar mascarar a verdade dos fatos, implantando noticias mentirosas em período eleitoral com o objetivo mesquinho de denegrir e prejudicar o canditado majoritário do PMDB, na cidade de Porto Valter.

A foto fala por si só. Não é aliciamento eleitoral e sim o registro de trabalho árduo realizado no final do ano passado após várias atividades para arrecadar recursos e materiais que foram distribuídos à população carente daquele município. São atividades sociais do PMDB Mulher que acontecem regularmente, utilizando-se de dinheiro de campanhas de arrecadação e doações de filiados e vendas de alimentação  sendo, porém, suspensas em período eleitoral. O que o denunciante, senhor Carioca, não fala em momento algum é o dia em que tal fotografia foi realizada, até porque seria confissão de culpa, e constatação de que estão covardemente utilizando-se de uma fotografia tirada em dezembro de 2011 e utilizando-a com fim político-eleitoreiro em julho de 2012.

As atividades do PMDB Mulher destinam-se aos mais carentes, tendo como finalidade diminuir as desigualdades sociais, sendo esta uma das diretrizes do PMDB Nacional. Em Porto Walter a coordenação do movimento decidiu por doar o apurado de suas atividades através de cestas de natal e kits de bebês às mães carentes, do município.

Antecipando-se as investigações da Justiça Eleitoral, o Setor do PMDB Mulher de Porto Valter, aproveitando a presença da Juíza Eleitoral e do Promotor Eleitoral naquele município, já fez a entrega de fotografias e de de notas fiscais originais de todo o material adquirido em Cruzeiro do Sul, quando da realização da atividade em Dezembro de 2011.

Por fim o Diretório Estadual do PMDB já acionou seu Departamento Jurídico para tomar as providências cabíveis movendo um processo por calúnia e difamação, repondo a verdade, contra este cidadão apelidado de carioca que vive de perseguição e ameaça aos servidores públicos. Pois segundo o Promotor Eleitoral Iverson Bueno, em se tratando de uma mentira plantada com objetivo politiqueiro, será tratada de forma exemplar com a punição do denunciante. Aproveitando essas palavras exigimos a apuração da denúncia mentirosa, o que garantirá o esclarecimento dos fatos noticiados, por este Jornal.

Confiantes nas palavras do Digno Promotor, acreditamos que à Luz da Verdade todos estes fatos serão devidamente esclarecidos e que os mentores dessas calúnias serão exemplarmente punidos é que subscrevemos a presente nota.

Deputada Estadual Antônia Sales
Presidente Estadual do PMDB Mulher

Rosa Sampaio
Presidente do PMDB Mulher de Cruzeiro do Sul.

Maria das Graças Castelo Branco
Presidente do PMDB Mulher de Porto Walter.

Acre

“Acre é realmente deixou a esquerda para trás”, diz Bolsonaro

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Na manhã desta terça-feira, 5, o deputado federal eleito Eduardo Velloso, ao lado do senador Márcio Bittar, publicou um vídeo nas redes sociais durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília.

Velloso se referiu ao “pessoal do agro” e lembrou do segundo turno das eleições presidenciais, onde Bolsonaro disputa o cargo com o ex-presidente Lula.

Jair Bolsonaro parabenizou o Acre pelas escolhas nas eleições e afirmou que o estado deixou a esquerda para trás. “Um grande abraço ao pessoal do agro, parabéns pelas escolhas, o Acre é realmente um estado que deixou a esquerda para trás. Peço nesse segundo turno uma força a mais para convencer que esteve do outro lado, passe para o nosso lado”, disse Bolsonaro.

Veja o vídeo:

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Acre

Jéssica, Minoru, Antônio Pedro, Neném e Cadmiel não foram eleitos

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Todas as eleições, surge a discussão sobre o quociente eleitoral que define a quantidade de vagas de cada partido. A polêmica acontece sempre com os eleitores de candidatos que não são eleitos, apesar de terem obtido mais votos do quem acabou conquistando um mandato. Quem perde costuma dizer que o sistema político é injusto.

Quociente eleitoral é um método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras.

Para descobrir quem são os deputados estaduais e federais, assim os vereadores, que vão compor o Poder Legislativo, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Esse, inclusive, é um dos motivos de se atribuir o mandato ao partido e não ao político.

Nas eleições deste ano não foi diferente. Para deputado estadual, por exemplo, Antônio Pedro (União) que concorria ao seu terceiro mandato foi o 15º mais votado no geral com 6.004 votos. Mesmo assim sua votação não foi suficiente para garantir uma cadeira na Aleac.

Outros parlamentares estaduais passaram pela mesma situação. Neném Almeida e Cadmiel Bonfim ficaram na 17ª e 18ª posições entre todos os candidatos e mesmo assim ficaram fora. O deputado menos votado que conquistou uma vaga na Aleac foi Eduardo Ribeiro, que teve 4.810 votos. Se fossem levado em conta apenas os votos nominais seria o 30º colocado. Os atuais deputados Marcus Cavalcante, Bestene e Daniel Zen, que não conseguiram se reeleger, também obtiveram mais votos que Ribeiro.

Na Câmara Federal quarta mais votada não se elege

A mesma situação aconteceu na eleição para Deputado Federal. A distribuição das 8 vagas para a Câmara dos Deputados foi considerada injusta pelos eleitores de quem ficou de fora, mesmo tendo mais votos de quem foi eleito.

A o caso, por exemplo de Jéssica Sales (MDB) que concorria a reeleição. Mesmo sendo a quarta mais votada do Acre com 20.500 votos, não conseguiu a vitória. Jéssica só ficou atrás dos eleitos Socorro Neri, Meire Serafim e Coronel Ulysses.

Quem também foi “vítima” do quociente eleitoral foi Minoru Kinpara. O candidato tucano obteve 19,077 votos, foi o 7º mais bem votado, mas não conseguiu uma das 8 vagas. Já a Perpétua Almeida teve 392 votos a mais que Roberto Duarte, mas não conquistou a reeleição. Duarte, inclusive, foi o que conseguiu uma vaga com menos votos, tendo sido escolhido por 14,522 eleitores.

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Acre

Na Aleac, oposição será conhecida com formação do novo governo

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A bancada governista será até maior que a atual na Assembleia Legislativa do Acre a partir de 2023, mas de acordo com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) isso pode não se configurar exatamente em solução. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista é grande e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse ele, reeleito para novo mandato.

Nesse contexto, é previsível uma bancada de oposição pequena ou não, a depender da composição do novo mandato de Gladson Cameli no Palácio Rio Branco. Assim, as bancadas favoráveis ou contrárias a Gladson só serão dimensionadas mais para frente, observando cooptação e dissidências. “Ainda é cedo pra afirmar. Aguardar a composição do novo governo. Haverá cooptação e dissidentes”, prevê Magalhães
.
Antes, em seu discurso de agradecimento pela reeleição, Edvaldo destacou que não haverá pacto da mediocridade, não haverá ´silêncio dos cemitérios´, mas discussão sobre tudo o que interessa ao Estado -e afirmou que teme pelo segundo mandato de Gladson Cameli, salvo neste primeiro mandato pela pandemia apesar de desafiadora. “Quanto maior a vitória mais é alto o salto do sapato”, disse.

Eleitos pelos partidos que tiveram candidatos majoritários próprios, como Eduardo Ribeiro (PSD), Emerson Jarude (MDB), Antônia Sales (MDB) e Adailton Cruz (PSB) podem atuar na oposição junto com Edvaldo Magalhães.

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Acre

Bolsonaro vai tomar café com Gladson na quinta-feira

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O governador reeleito Gladson Cameli (PP) desembarcou em Brasília (DF) na manhã desta quarta-feira, 5, onde cumpre uma série de agendas institucionais nos Ministérios. Cameli deve ficar na capital do poder até quinta-feira, 6, quando participa de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro reunirá os governadores eleitos que o apoiam no Palácio da Alvorada para demonstrar força neste segundo turno das eleições de 2022 contra o candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

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