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Crescimento de 13% no volume de vendas em abril coloca o Acre em terceiro melhor índice entre os estados do Brasil

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Luciano Tavares, da redação de ac24horas
lucianotavares@ac24horas.com

O Acre teve um crescimento de 13% no volume de vendas no comercio varejista em abril em relação ao mesmo mês do ano anterior, e 9,3% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira, (14).

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O percentual de crescimento de 13% coloca o estado em terceiro no ranking das unidades da federação das vendas do comércio do varejo no item mês/ igual a mês do ano anterior.

Roraima com (24,0%) e Amapá com (15,7%) tiveram os dois melhores resultados. Depois, Tocantins e Acre com 13%, seguido do Mato Grosso do Sul (12,5%), completam a lista do resultado positivo.

No que se refere à participação na composição da taxa do varejo, sobressaíram São Paulo (6,7%); Paraná (8,8%); Minas Gerais (5,5%); Rio Grande do Sul (6,6%) e Bahia com 7,9%.

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos seis dos 27 estados apresentaram resultados negativos para o volume de vendas na comparação com abril de 2011: Roraima (12,3%); Tocantins (12,1%); Mato Grosso (11,2%); Bahia (8,7%) e Alagoas (7,8%).

Vinte e dois estados apresentaram resultados positivos na comparação mês/mês anterior, o chamado ajuste sazonal. As maiores variações foram em Roraima (6,9%); Bahia (3,5%); Ceará (3,1%); Goiás (2,6%) e Maranhão com 2,2%.

De acordo com o IBGE, oito das dez atividades pesquisadas obtiveram variações positivas para o volume de vendas, com ajuste sazonal na comparação com março de 2012, segundo o instituto. Combustíveis e lubrificantes tiveram alta de 2,5%, seguido por material de construção (1,8%), móveis e eletrodomésticos (1,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%), tecidos, vestuário e calçados (1,1%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%), veículos e motos, partes e peças (0,2) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%). Os setores que apresentaram queda foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,9%).

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