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Clima pesado

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O líder do governo, deputado Moisés Diniz (PCdoB), disse ao Blo do Crica que, não vai baixar a cabeça e nem vai para o confronto com o chamado grupo independente, criado na Aleac pelos deputados Luiz Tchê (PDT), Astério Moreira (PRP), Walter Prado (PDT), Eber Machado (PSDC) e Edvaldo Sousa (PSDC), que decidiu votar em conjunto e não seguir mais a orientação política da líderança de Diniz. “Uma falta de respeito ao presidente da Aleac, deputado Élson Santiago (PP), isso é o que esse grupo representa. Isso é coisa do deputado Tchê para tentar ser presidente da Aleac, mas não vai conseguir nunca”, disparou Moisés.

Moisés afirmou ser de pouca importância esse movimento para a escolha da nova mesa diretora, porque, na sua visão, quem vai comandar a escolha do próximo presidente da Aleac será o governador Tião Viana. “Eu não creio em rebelião, todos os integrantes do grupo têm cargos no governo. E existe um pacto entre eu e o deputado Élson, o que for escolhido para ser o futuro presidente da Casa, apoiará o outro. Estamos unidos nesse princípio”, avisou o comunista. E advertiu: “qualquer dificuldade que criarem para a aprovação de projetos vou me reportar diretamente ao governador”.

Entrevista esclarecedora

Agradou a entrevista do Tião Viana. Não foi modorrenta e discutiu temas polêmicos como as acusações de nepotismo. Esclareceu terem sido essas nomeações comunicadas ao MPE.

MPE com a palavra

E foi pragmático sobre o assunto: se o MPE achar alguma nomeação ilegal prometeu demitir.

A se ressaltar

Outro ponto a se ressaltar na entrevista: não tratou os candidatos à PMRB da oposição de forma depriciativa e fez um apanhado conciso, não cansativo, de todas as suas realizações.

É da democracia

Se a oposição contestar a entrevista, nada demais, o contraditório é da democracia.   

Vídeos copiados

Pádua Bruzugu, uma espécie de faz tudo no PMDB, diz que passou a tarde de ontem selecionando vídeos de Tião Bocalon (PSDB) elogiando o governador Jorge Viana (PT).

Bala na agulha

Pádua diz  ser precaução e que, qualquer novo ataque ao PMDB, o material vai ao ar.

Poucos sabem

A crise entre PMDB e PSDB iniciou com a cooptação do vice-presidente do diretório municipal do PMDB, o Loi, que há anos servia no gabinete do deputado Chagas Romão (PMDB).

Perda de confiança

O deputado Chagas Romão (PMDB) estava ontem atônito a decepcionado com a traição.

Uma provocação

Não que o Loi seja um grande quadro político, não é, mas o fato foi visto pelo deputado federal Flaviano Melo (PMDB) como uma provocação do PSDB sem sentido algum.

Não enche um ouriço

A adesão do pequeno grupo do PMDB ao PSDB, não pesa, os votos não enchem um ouriço.

Lei da física

E aí o PMDB não podia ficar apanhando de graça, há cada ação corresponde uma reação.

Outro lado

O deputado Werles Rocha (PSDB) dá outra versão, pela qual esse pequeno grupo é que foi se oferecer ao PSDB para aderir à candidatura a prefeito de Tião Bocalon (PSDB).

Nada de paz

O blog errou ontem, não há armistício algum entre PMDB e PSDB. Até o comedido Flaviano Melo explodiu: “quem postou o vídeo contra o Fernando Melo não foi o PT, foi o PSDB”.

Tiro certeiro

Ontem, nas rodas políticas só se comentava a tacada dura do Flaviano Melo que, as investidas tucanas contra o PMDB são “por a candidatura de Bocalon estar se esfarelando”.

Uma opinião

Até aceito a tese que a ordem de fustigar o PMDB não partiu diretamente do Tião Bocalon, mas ninguém é tolo o suficiente para não saber que  partiu de assessores próximos.

Muro baixo

Rio Branco é terra de muro baixo, qualquer segredo não dura além de cinco minutos

Pontem rompida

O episódio, longe de tirar a candidatura do Fernando Melo, a fortaleceu e ainda quebrou o diálogo dos tucanos com os peemedebistas. E complicou uma aliança no segundo turno.

É do bem

Conheço o empresário Francisco Moreira há mais de 20 anos. Seus contratos com o governo sempre foram de boa fé. E tanto é que já pediu demissão do cargo concursado de professor.

Duas vertentes

Levar a Aleac para a Via Verde tanto faz para os deputados que não abrem a boca, mas é negativo aos deputados atuantes, que por a nova sede ser longe, terão pouco público.

Disputa dura

Uma disputa dura sobre quem tem maior rejeição é travada entre os prefeitos Bira (Xapuri) Zé Maria (Porto Acre) e Joais (Capixaba), todos acima de 70% no negativo.

Quadro favorece

Esse quadro, em Xapui, é uma sopa no mel para o candidato Wagner Menezes (PSB).

Grande dúvida

A grande dúvida hoje na oposição é o que a voz divina dirá ao deputado Jamil Asfury (DEM), quando estiver no Monte das Oliveiras, em Israel: se mandará desistir ou continuar candidato.

Coisa rara

O Zeca Bestene (PP) continua sendo um dos raros políticos a crer que o empresário Motinha (PP) ganha para prefeito de Plácido. Há quem diga que, perderia para o anão Jack Montana.   

Os fatos não mentem

O deputado Gilberto Diniz (PTdoB) erra ao fazer pouco caso da candidatura do ex-deputado Mazinho Serafim (PMDB) a prefeito de Sena Madureira, dizendo não ter ele votos para atrapalhar a candidatura de Toinha Vieira (PSDB) a prefeito. Filme parecido eu já ví na última eleição municipal, quando os Diniz previam um capote sobre Nilson Areal, e a Toinha perdeu.

Por Luis Carlos Moreira Jorge

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