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Respeito, mas discordo

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Respeito, mas não concordo com o excesso de zelo do Promotor Eleitoral Rodrigo Curti em querer dar o tom do que deve ou não deve ser publicado nesta coluna. A liberdade de expressão foi conquistada com muito sacrifício e mortes no Brasil. E até porque uma ou outra nota na imprensa não decide qualquer eleição, quem decide eleição é o voto da população.

Análise errada

Se seguido ao pé da letra o seu pensamento, não se pode mais comentar que um determinado candidato tem mais densidade eleitoral que o outro porque essa notícia vira crime eleitoral.

Sem dolo

E ademais porque nos citados casos não houve dolo em beneficiar, prejudicar esse ou aquele candidato, mas, foram simples comentários secos dentro de uma realidade eleitoral, e só.

Elege alguém?

É completamente fora da realidade se dizer que publicar que certo candidato a vereador é um nome forte ou que um vice é bom para determinada chapa pode elegê-los, isso não é verdade.

Sardinha para a brasa

Se comentário na imprensa tivesse o dom de decidir eleição, eleger alguém, eu faria dezenas de elogios à minha pessoa dizendo que sou o melhor nome para prefeito e estava eleito.

Ilação de votos

E não é porque um jornalista faz um comentário de um candidato que se é eleitor do mesmo.

Esse é o foco

Combater a compra de votos que acontece de forma descarada em todas as eleições é o foco que deve ser dado. E isso não se combate pedindo punição para quem emite uma opinião.

Nada mais sagrado

Não existe nada mais sagrado a um jornalista que a liberdade de opinião. O dia que não se puder ter mais opinião livre porque se é punido, é melhor transformar jornais em padarias.

A voz é do povo

Numa eleição, meu caro Promotor Rodrigo Curti, a cena principal não deve ficar para a imprensa, para a justiça eleitoral, mas para os candidatos e para a população que vai votar.

Outro aspecto

As duas notas em questão citando nomes de candidatos com densidade eleitoral foram gestadas no jornal, que não é concessão pública, o site da GAZETA apenas reproduziu.

Nenhuma influência

É levar para o superlativo se pensar que duas notas poderão eleger um prefeito e um vereador num universo de mais de 200 mil eleitores na Capital, algo impossível de acontecer, Dr. Curti.

Nada rotineiro

Não tenho dúvida que a Juíza Eleitoral, Dra. Manasfi, ao analisar o caso verá que não houve dolo, não foram notas rotineiras (uma vez cada), não decidem a eleição, mas simples opiniões.

Aliado nisso

Mas, no tocante ao combate à compra de votos, uso da máquina pública, montagem de listas eleitorais para pagar eleitores, nisso Dr. Rodrigo Curti, o senhor terá o meu irrestrito apoio.

Torce que dê certo

E no mais torço para que a sua missão de fazer dessa uma eleição limpa dê certo.

Barrado no baile

O ex-vereador Zequinha (PCdoB-Cruzeiro do Sul), que começou como candidato a prefeito, depois quis ser o vice na chapa da FPA a prefeito, não conseguiu nem mel e nem cabaça.

Se quiser

E se o Zequinha quiser participar dessa campanha terá que ser como candidato a vereador.

Negociação em curso

Há uma negociação em curso para que o deputado federal Henrique Afonso (PV) se afaste por 120 dias para que o suplente Léo Brito (PT) assuma interinamente na Câmara Federal.

Teria que adoecer

Só que para justificar o afastamento de 120 dias Henrique Afonso teria que ficar doente.

Sem crédito

Leio entrevista do prefeito preso de Porto Walter, Neuzari Pinheiro, detonando seu partido, o PT. Não dou crédito. Por que não detonou antes quando estava no bem bom na prefeitura?

Quase impossível

Os dirigentes da oposição têm uma missão quase impossível, a de conseguir a unidade em todos os municípios do interior. Plácido de Castro é onde haverá mais complicações.

Todos no bolo

A rodada de pesquisa em todos os municípios do interior está prevista para o próximo dia 10 e será feita pelo sério instituto DELTA. Todos os postulantes terão os seus nomes relacionados.

Preto no branco

Será a hora de ver se Paulo Ximenes (PSDB) tem votos em Tarauacá e o professor Emerson (PSDB) tem votos em Brasiléia. Não vale depois dizer que a pesquisa foi forjada.

Ninguém escapa

Até em casos de municípios governados pela oposição como Senador Guiomard, Tarauacá, Marechal Taumaturgo, Mâncio Lima e Feijó os seus prefeitos entrarão na pesquisa.

Desculpa esfarrapada

Não é acusando o Promotor de Cruzeiro do Sul, Rodrigo Fontoura, de quem tenho boas referências, que o prefeito Neuzari vai se safar da cadeia, não creio nesse “suborno”.

Quase certo

Falta o anúncio mas é quase certo que, o Dr. Baba (PSD), médico, que militou muito tempo no PCdoB, será o vice na chapa do prefeito de Feijó, Dindim (PSDB). Nesse caso, o senador Sérgio Petecão (PSD), por força do partido estar coligado, teria que estar no mesmo palanque com Dindim.

Sem liberação

O ex-prefeito de Feijó, Francimar Fernandes (PT), tem até 30 de junho, limite para as convenções municipais, para conseguir solucionar os impedimentos jurídicos que o colocaram no “ficha limpa”. Hoje, Francimar não poderia disputar a prefeitura do município.

Mais real

O STF decidiu que o uso de algemas é só em que em casos que o preso represente perigo a integridade do representante da lei. Por isso é inaceitável que o prefeito de Porto Walter, Neuzari Pinheiro, tenha sido conduzido algemado para uma entrevista no interior da penitenciária de Cruzeiro do Sul. A direção da Penal, neste caso, quis ser mais real que o STF.

Por Luis Carlos Moreira Jorge

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É assim que o boi dança

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É UM EQUÍVOCO grande se imaginar de que uma candidatura majoritária como a de governador, será decidida pelo maior ou menor número de prefeitos que tiver no seu palanque. Os prefeitos terão em 2022, um papel de coadjuvantes, e não de protagonistas, pelo fato de que, ninguém é dono dos votos, e a transferência desses votos é a ciência mais complexa da política. 

O eleitor que votou num prefeito, não necessariamente vai votar em quem ele indicar. O que vai ser fundamental para chegar ao Palácio Rio Branco será a empatia que o candidato a governador conseguirá com o eleitor no decorrer da campanha, que no popular é chamado de “cair na graça.” Isso pesa bem mais que a máquina pública a favor. 

O mesmo vale no tocante ao total de partidos que estarão no arco de apoio. O resto é periférico.

 Coloquem ainda neste cadinho um componente que pode acabar mudando a guinada do eleitor, que é o surgimento de um fato negativo contra um dos candidatos. Se tem um protagonista numa eleição majoritária, é o eleitorado. É assim que o boi dança.

FAKE NEWS FAJUTA

A PRONTO CLÍNICA nunca teve nenhum equipamento de respirador artificial cedido pela SESACRE, Fake News fajuta, pois, a acusação de que a referida unidade estava cobrando por uso de respirador de propriedade do SUS.

VALIDADE VENCIDA

ALIÁS, a acusação é de validade vencida, ocorreu há 1 ano, e ficou apurado na ocasião que, não era verdade, estão requentando um fato inverídico no MP. Se um particular levou algum equipamento do SUS para atendimento pessoal na Pronto Clínica (não sei se houve), se configuraria em privilégio punível só a pessoa, é o que deve ser apurado pelo MP. A PRONTO CLÍNICA está limpa.

ASSIM É A POLÍTICA

NÃO FAZ muito tempo que o senador Ciro Nogueira (PP) chamou o presidente Bolsonaro de “fascista”, e o mesmo personagem virou hoje o Chefe da Casa Civil. Assim é a política e os políticos. Nunca briguem por políticos.

ESQUEÇAM A POSSIBILIDADE

NÃO JOGUEM COM A HIPÓTESE da deputada federal Vanda Milani (PROS) ser chamada para uma “conversa” – como andam falando – deixar de disputar o Senado e partir para a reeleição. É uma hipótese inexistente.

MESMO DIAPASÃO

A CANDIDATURA da professora Márcia Bittar (sem partido) também não está no cesto dos negociáveis, é a informação que tenho do senador Márcio Bittar (MDB). É uma candidatura pensada e que acontecerá em qualquer cenário político.

DELÍRIO DE MALÁRIA

IMAGINAR que o grupo político do governador Gladson Cameli pode através de conversas vir a fechar numa candidatura única ao Senado, isso é um delírio de malária. Teremos no mínimo quatro candidatos na lida.

FECHADO EM COPAS

EXATAMENTE por isso é que, o governador Gladson está fechado em copas, quando se trata de falar sobre quem será o candidato ao Senado na sua chapa; inteligente, ele sabe que a candidatura única é conta que não fecha.

EMPURRANDO PARA 2022

POR ESSA DIFICULDADE é que o Gladson empurrou o anúncio da ocupação da vaga de senador na sua chapa, para o meados de 2022, para ter uma melhor avaliação.

LER AS ESPUMAS

O PROFESSOR Minoru Kinpara, bem votado para senador e para prefeito da capital, exerce a paciência oriental, e espera para ler nas espumas sobre que rumo tomar em 2022; mas está entre os seus sonhos, a candidatura ao Senado na chapa ao governo do senador Petecão (PSD).

CURIÓ EM MUDA

QUEM TAMBÉM está igual curió em muda – não dá um pio – sobre quem pensa para ser o vice da sua chapa, e o nome do seu candidato ao Senado, é o senador Sérgio Petecão (PSD). Diz que só fala sobre o cenário em 2022.

SURPRESA POSITIVA

COM o seu jeito conciliador, o líder do governo na ALEAC, deputado Pedro Longo (PV), conseguiu em pouco tempo se moldar à difícil missão. Escolha certa a do Gladson.

“NEM COMENTA”

PERGUNTEI ontem a um dos assessores mais próximos do prefeito Bocalom, se este pensa em distensionar a relação com os vereadores, e ele foi pragmático: “nem comenta”.

NÃO VAI ABRIR

CONHEÇO um pouco da personalidade do prefeito Tião Bocalom; é um turrão nos seus posicionamentos, por isso não creio que venha voltar atrás em não manter relações políticas com os vereadores de Rio Branco. Não recua.

PARA SER MAIS REAL

PARA SER REAL, o único com o qual o Bocalom mantém relações políticas é o vereador Samir Bestene (PP); a quem atende em tudo, e tem a tia Nabiha Bestene, como secretária de Educação. Samir é o único privilegiado.

NÃO FOI NO MÉRITO

A DECISÃO do MP de que o CRM não tem legitimidade para apresentar Ação Direta de Inconstitucionalidade, no caso dos médicos formados no exterior sem registro, não entrou no mérito. Discutiu só a legitimidade da parte.

INDÚSTRIA DAS MULTAS

NÃO SE VÊ por parte do RBTrans e nem pelo DETRAN, campanhas educativas sobre o trânsito, são ávidos apenas em multar de forma desvairada os motoristas.

ERRO DE AVALIAÇÃO

É UM ERRO de avaliação de adversários de que o Gladson é boi indo para o matadouro, na disputa do governo em 2022; toda eleição tem como ponto forte a simpatia do candidato, e ele navega muito bem no andar de baixo.

FOCO PRINCIPAL

O MDB tem como o seu foco principal em 2022, ter participação na chapa majoritária do governador Gladson, ocupando o espaço do Senado com a Jéssica Sales (MDB).

 FRASE MARCANTE

“Não é necessário ser herói, mas apenas lutador”. (Márcio Aurélio Costa)

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Blog do Crica

Candidata em qualquer cenário

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SOBRE nota do BLOG de que a deputada federal Jéssica Sales (MDB) esperava um sinal do governador Gladson Cameli para ser a candidata ao Senado da sua chapa, o ex-prefeito Vagner Sales – que comanda o grupo dos Sales no Juruá, com vereadores, a deputada Antônia Sales (MDB) e a própria Jéssica Sales (MDB) – disse ontem ao BLOG que a candidatura da Jéssica a senadora em 2022, não é dependente do governador lhe apoiar ou não, será candidata em qualquer cenário.

 Vagner diz que vai tentar que a parlamentar seja a candidata a senadora na chapa de Cameli, mas se isso não acontecer ainda assim estará na disputa da única vaga para o Senado, na eleição do próximo ano. Jéssica já teve a sua candidatura referendada pelas direções regional e nacional do MDB, está em pré-campanha aberta, e tem feito várias declarações que o seu foco político é a candidatura a senadora em 2022. “Estamos trabalhando pela unidade sim (candidatura única) ao Senado, mas se não der não será por isso que ela não será candidata, a candidatura dela não tem volta”, garantiu ontem ao BLOG Vagner Sales. 

O MDB vai para a mesa das conversas políticas no próximo ano, buscando na aliança com o governador Gladson Cameli, para que este abra na sua chapa a vaga do Senado, para o partido indicar a Jéssica.

NOVO CENÁRIO

COM A DECLARAÇÃO do ex-prefeito Vagner Sales sobre a irredutibilidade da candidatura ao Senado do MDB, abre uma fissura dentro da sigla. Isso praticamente empurra o senador Márcio Bittar (MDB) para fora do partido, já que, a sua candidata ao Senado é a professora Márcia Bittar.

OUTRO QUE PULA FORA

OUTRO que pula fora no cenário pintado no MDB é o deputado Roberto Duarte (MDB), que já declarou o seu apoio para a candidatura da Márcia Bittar a senadora.

BEM MENOR

COM A DEBANDADA anunciada do prefeito Mazinho Serafim do MDB, o partido caminha para começar a disputa eleitoral do próximo ano bem menor que hoje.

MÃE DE TODAS AS BATALHAS

A DISPUTA em outros colégios eleitorais do estado é importante para o somatório de votos, mas será na capital, onde se concentra o maior contingente de votantes, que será travada a mãe de todas as batalhas entre os candidatos a senador e a governador em 2022.

QUESTÃO DE TEMPO

NÃO HÁ NENHUMA SURPRESA no fato do presidente Bolsonaro abrir as pernas do seu governo para domínio do Centrão. No atual sistema presidencial, ninguém governa sem o parlamento. Mais cedo ou mais tarde cederia; e quem não cedeu, como Collor e Dilma, caíram.

APOSTANDO NO DESGASTE

OS APOIADORES das candidaturas do deputado Jenilson Leite (PSB) ao governo e do  governador Gladson à reeleição, apostam as suas fichas no aprofundamento do desgaste da gestão do prefeito Bocalom, para colar a sua imagem negativa na candidatura do Petecão ao governo.

BOM TEMPO

O Bocalom não conseguiu ainda decolar a sua gestão na opinião pública, mas tem ao seu favor o tempo de mais de um ano antes da eleição de 2022 para se recuperar, e ajudar a candidatura do aliado Sérgio Petecão (PSD).

UM ABSURDO POR DIA

O DEPUTADO Daniel Zen (PT) diz na sua coluna semanal em vídeo na sua página que, quando o presidente Jair Bolsonaro coloca em xeque a lisura das urnas eletrônicas, pratica um golpe contra democracia, ao afirmar que, sem voto impresso não tem eleição. Zen vê o fato como uma saída para justificar a derrota certa do presidente, ao falar em fraude. Cita ainda serem as urnas eletrônicas auditáveis. Este comentário do Zen remete para um fato: não existe uma prova de fraude eleitoral.

DISTRITÃO

O DEPUTADO FEDERAL Alan Rick (DEM) é um dos defensores abertos da adoção do sistema Distritão, na eleição do próximo ano, pelo qual os mais votados serão os eleitos. Acha que representa a vontade popular.

INTERESSA A COMPETÊNCIA

DEBATE SEM sentido este em torno da nomeação de um filho do Chico Mendes para um cargo na prefeitura da capital, governada por um bolsonarista. O que importa no caso é se ele é competente; sendo, qual o problema?

CANTEI A PEDRA

NÃO COLOQUEI neste BLOG que, o projeto de do governo de incorporação dos servidores do Pró-Saúde aos quadros da SESACRE, daria problemas jurídicos? E, aí está a Procuradora do MP do Ministério do Trabalho, Marielle Cardoso, arguindo que a incorporação é inconstitucional.

OUTRA FORMA

O GOVERNO tem que procurar outro modelo jurídico para não deixar os servidores do Pró-Saúde ao relento, já que, eles fizeram concurso de boa-fé para o órgão. A incorporação à SESACRE fere preceitos constitucionais.

APOSTA PERDIDA

FICAR pensando que a candidatura ao governo do senador Sérgio Petecão (PSD) é reversível; é tolice, uma aposta perdida. A candidatura do Petecão não tem volta.

CUSTA OUVIR?

O PREFEITO Tião Bocalom tem que ser mais receptivo, não custava nada se reunir com os professores e ouvir as suas pautas, até para dizer se os cofres municipais comportam ou não as demandas. Não reuniu, e vem greve a caminho.

NÃO PLENAMENTE

MEDIDA ACERTADA do governador Gladson, ao mandar a EXPOACRE para o espaço este ano. Apenas 50% dos moradores da capital tomaram a primeira dose das vacinas, e a imunização plena só ocorre na segunda dose.

NA VIA DAS DÚVIDAS

PELO QUE O FRIALE tem dito sobre uma onda de frio de congelar pinguim, a partir de hoje, por via das dúvidas já encomendei um iglu. Fala em mínima de 12 graus.

ENGRENOU DE VEZ

PARA NÃO DIZER que não falei de flores, a vacinação pela equipe da secretaria municipal de Rio Branco, claudicante no início, engrenou e entrou nos eixos. No espaço, registro não só fatos negativos, mas também os positivos.

DESAFIO AOS NOVOS GESTORES

ESTE, permanece sendo o desafio para os novos gestores da SESACRE. 10 mil pessoas esperam na fila por cirurgias eletivas. Caveira de burro, que continua enterrada.

FRASE MARCANTE

“O OCIOSO é como relógio sem ponteiros: inútil se caminha ou se está parado”. (William Cowper).

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A grande cartada do PT

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2022 será a grande cartada do PT no estado, onde na última eleição para o Governo, Câmara, Assembleia Legislativa e Senado, foi massacrado nas urnas, perdendo o poder após 20 anos de reinado político. Perdeu além do governo, a vaga que tinha no Senado, e todas as vagas de deputado federal. 

Na eleição municipal, não conseguiu eleger um vereador na capital. A eleição do próximo ano será o grande divisor petista para saber se este vendaval negativo passou e o partido passará a ter novamente um papel de protagonista na política estadual, ou se, a sigla se manterá alijada. 

Não se vê um nome de potencial para disputar o governo dentro do partido, ao não ser o do ex-senador Jorge Viana, mas este está mirando a disputa do Senado. O PT vem só reforçar a velha máxima, que na política, se dorme no poder e se acorda fora dele. E, é deste pesadelo que o PT vai tentar sair em 2022. Só que, precisa combinar antes com o senhor eleitor. 

FUGINDO DO FISIOLOGISMO

AO AFIRMAR que vai respeitar as posições políticas do seu secretariado, quanto a escolha do candidato ao governo, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha, quebra um paradigma: toma uma decisão que foge ao fisiologismo natural da política, de que um secretário tem que rezar politicamente pela cartilha de quem governa.

CASO POLICIAL

COMENTAR os episódios sexuais nebulosos, supostamente atribuídos ao secretário municipal de Saúde, Franck Lima, é prematuro, para não se fazer julgamento antecipado. O caso é estritamente policial.

CISCANDO NO MESMO TERREIRO

O GOVERNADOR Gladson Cameli e o senador Sérgio Petecão (PSD) foram no mesmo voo para Cruzeiro do Sul, onde foram ciscar votos no mesmo terreiro. Até aqui, ambos vêm mantendo uma relação de respeito mútuo.

EM CONSOLIDAÇÃO

A CANDIDATURA do deputado Jenilson Leite (PSB) ao governo, está se consolidando nas visitas periódicas aos municípios. Será o candidato dos partidos de esquerda.

QUESTÃO DE TEMPO

PARA O SENADOR JORGE VIANA (PT) anunciar que será candidato ao Senado, é uma questão de tempo, é só raiar 2022, para que, ele confirme o que já é previsto.

DISPUTA DE GENTE GRANDE

ALÉM das candidaturas bem posicionadas no Alto Acre para a ALEAC, da deputada Maria Antonia, da ex-prefeita Leila Galvão, e do gestor municipal Tadeu Hassem, quem tem se articulado e amarrado bons apoios em Brasiléia, é o candidato a deputado Eduardo Ribeiro (PSD).

VAI FICAR NO TRIVIAL

O RESTANTE DO ANO ficará nas conversas dos candidatos ao governo; não esperem um fato mais relevante, como sobre como ficarão suas chapas para Governo e Senado.

COBRAR SOLUÇÃO

O QUE SE nota nestas confusões sobre o atraso no pagamento dos terceirizados, é que o governador Gladson Cameli anuncia a quitação; e os seus secretários não dão andamento, e acaba respingando negativamente na sua imagem. É o caso da empresa PROTEGE.

APOSTA ABERTA

FONTE não se revela, mas posso adiantar que há uma movimentação de setores palacianos, no sentido de convencer a senadora Mailza Gomes (PP) a ir para deputada federal. Uma aposta aberta: ela vai recusar.

GRANDE MARMELADA

VAI TERMINAR numa grande marmelada combinada com o Centrão, a promessa do presidente Bolsonaro de que vetaria os quase 6 bi do Fundo Eleitoral. Já fala em deixar em 4 bi. Não se promete o que não se pode cumprir.

ESPADA SOB A CABEÇA

“QUERO ver como o PCdoB vai reeleger a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) sem coligação proporcional, sempre se elegeu na soma da nossa legenda”. Comentário ontem ao BLOG, de um cardeal petista. Mas, a dificuldade não é exclusiva ao PCdoB, boa parte dos partidos no estado, enfrentarão o problema.

PACOTE FECHADO

O PACOTE DA CANDIDATURA da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado, está fechado no seu partido. Mas a meta principal está em aberto: saber se o Gladson a colocará como a candidata ao Senado da sua chapa.

FOGO DE MONTURO

OBSERVADOR da política regional comentou ontem ao BLOG que, o inferno astral do prefeito Tião Bocalom ainda está por vir, já que, a reação negativa entre os vereadores à sua administração, cresce como “fogo de monturo”.

NÃO IA DAR CERTO

MANTER com a classe política uma relação de distanciamento, como inovou o prefeito Tião Bocalom; com o atual modelo eleitoral, funciona apenas no mundo da fantasia. Neste modelo, ninguém governa solitário.

FRASE MARCANTE

“Quando mil pessoas afirmam uma coisa, ou é a voz de Deus ou uma grande besteira.” (Ditado italiano”.

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A canoa dos barrados no baile

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SER DEPUTADO era uma forte moeda de troca quando a eleição era disputada no modelo de coligações proporcionais, em que vários partidos se coligavam para aumentar a legenda e eleger um maior número de parlamentares, alguns até com baixa votação. Neste modelo, um deputado com boa votação era moeda cobiçada para ser um puxador de votos. Com o fim das coligações proporcionais, pela primeira vez a disputa para deputado estadual vai acontecer com cada partido tendo que formar chapa própria e alcançar a legenda que garanta a eleição do candidato. Aí, é que a porca torceu o rabo. Para tentar atrair candidatos novos, os partidos pequenos resolveram dar cartão vermelho para seus deputados, e não aceitar ninguém de mandato na chapa. Ou não conseguem atrair novos nomes. Em cima deste cenário, deputados começaram e receber ordens de despejo das legendas. O REPUBLICANOS comunicou ao deputado André da Farmácia que procure outra sigla para disputar a reeleição, porque não terá legenda. O mesmo aconteceu com o deputado Vagner Felipe no PL. O PTB também comunicou ao seu único deputado, Marcos Cavalcante, que busque outra freguesia. O deputado Pedro Longo já se antecipou e está de saída do PV. O deputado Wendy Lima é outro que terá que buscar nova sigla; seu partido, o PSL, não aceita ninguém com o mandato. Vão todos ter que embarcar na canoa dos barrados no baile. Só vai restar aos despejados procurar partidos grandes, com bancadas com vários deputados para se abrigarem. E, correr o risco do chamado abraço dos afogados.

NINGUÉM VAI BAMBURRAR
NÃO ESPEREM ninguém em 2022 vir com 10 mil votos, como ocorreu quando a eleição foi disputada com coligações proporcionais. Sem o modelo no próximo ano, a tendência é aumentar o número de candidatos, pulverizando a votação. As disputas serão mais apertadas.

LIBERDADE DE VOTO
O PREFEITO de Cruzeiro do Sul, Zequinha (PP), eleito numa coligação de 11 partidos, promete não tirar secretários que venham a apoiar candidatos fora do grupo do Gladson. Tem dito que, respeitará a posição dos aliados.

COLIGAÇÃO PLURAL
NA COLIGAÇÃO que apoiou a candidatura do prefeito Zequinha estavam entre outros o PCdoB, PSD, que não marcharão com a reeleição do governador Gladson.

VAI ACABAR NA JUSTIÇA
EXPERIENTE ADVOGADO alertou ontem em conversa com o BLOG de que, o governo não pode pegar servidores do antigo Pró-Saúde e abrigar direto nos quadros da SESACRE, porque não foram concursados para este órgão. O governo, se fizer a incorporação, como promete, corre na visão deste advogado, o risco do seu ato ser derrubado com facilidade na justiça. A conferir o desfecho do caso.

FAVAS CONTADAS
VEZ POR OUTRA vejo declarações de políticos defendendo que se busque um diálogo, para a volta da coligação que elegeu o Gladson em 2018. Não tem mais retorno para dissidentes como o prefeito Mazinho Serafim, senador Sérgio Petecão (PSD), deputado Roberto Duarte (MDB), deputada federal Mara Rocha (PSDB), vice-governador MajorRocha, e outros, que procuraram novos ninhos para a disputa eleitoral do próximo ano.

PORTAS ABERTAS
O PP está de portas abertas para receber os deputados que foram despejados dos seus partidos, e pode formar uma chapa para a ALEAC composta de oito deputados.

CANDIDATURA EM ABERTO
A DEPUTADA FEDERAL Mara Rocha (PSDB) não deve anunciar este ano que disputará a reeleição. Seu grupo quer avaliar antes a possibilidade de ir para outro campo.

ORELHAS EM PÉ
POLÍTICA, SE LÊ nas entrelinhas. Grupos dentro do PP já defendem que, o partido não pode ter em 2022, uma chapa puro sangue, com o Gladson (PP) ao governo e a senadora Mailza Gomes (PP) para o Senado. Querem abrir aos aliados a vaga do Senado. É bom a senadora Mailza ficar de orelhas em pé com o movimento.

CAMINHO NATURAL
FORA os deputados estaduais (a deputada Mara Rocha está de saída para o PL), outra liderança de peso não deve continuar no PSDB, o professor Minoru Kinpara. Ele aposta na possibilidade de disputar o Senado pelo PSD.

MUITO COMPLICADO
O PRESIDENTE DO PSDB, Manoel Pedro, o Correinha, é habilidoso, esforçado, mas tem uma missão difícil: formar chapas competitivas para a ALEAC e Câmara Federal.

SERVEM COMO MURO
PARA A ALEAC, por exemplo, como convencer novos candidatos a entrar numa chapa em que tem dois deputados de votos, Cadmiel Bonfin e Luiz Gonzaga?

NÃO MUDA NADA
O SENADOR Márcio Bittar (MDB) disse ontem ao BLOG que não muda nada para a candidatura da Márcia Bittar ao Senado, se o presidente Bolsonaro se filiar ao PP.

OPINIÃO DO LEITOR
“Crica, não vejo outro foco em 2022, que não seja a candidatura ao governo do deputado Jenilson Leite (PSB), virar recheio de sanduiche; tendo de um lado a forte candidatura do Gladson; e do outro, a também forte candidatura do Petecão”. Fica feito o registro para conferir nas urnas, se dará este X Salada.

QUEM TEM MAIS FICHA
EM PRINCÍPIO, acho difícil o governador Gladson Cameli escolher um candidato este ano para apoiar ao Senado. Vai esperar para ver quem chega antes da convenção de junho de 2022, com mais fichas na mesa: poder de aglutinar partidos, apoios, e estar bem nas pesquisas.

FECHANDO PAUTAS
A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO, Socorro Neri, em pouco tempo, conseguiu atender algumas pautas do magistério reclamadas pelo SINTEAC. É o caso da liberação de recursos para a compra de notebooks pelos professores.

ESCOLHA CERTA
A SOCORRO Neri, com isso, ajuda politicamente o governador Gladson Cameli, e os professores. A sua escolha para a pasta, foi uma das mais acertadas.

PALAVRA É O SEU FORTE
A PALAVRA, a lealdade, não costumam ser o forte na classe política. Mas tem as ressalvas, uma delas é o prefeito Bocalon; quando diz que, manterá a palavra de apoiar a candidatura do Sérgio Petecão (PSD) ao governo. Nada mais justo que forme no palanque de quem esteve na linha de frente da sua campanha para a PMRB. E, o Gladson, democraticamente, tem dito que entende.

FRASE MARCANTE
“As salsichas devem ser compridas e os discursos curtos”. (Ditado alemão).

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