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Presidente do PMDB apóia candidatura de Fernando Melo, mas diz que é fã de Bocalom

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Ray Melo,
da redação de ac24horas
raymelo@ac24horas.com

Não é novidade para nenhum eleitor de Rio Branco, o clima de insatisfação da deputada Perpetua Almeida (PCdoB), com a candidatura de Marcos Alexandre (PT), pela Frente Popular do Acre. Há quem diga, inclusive, que a deputada não subirá no palanque para pedir votos ao pupilo de Sebastião Viana.

Se do lado da FPA, alguns já jogaram a toalha, do lado da oposição, as coisas também não andam muito bem. O clima de animosidade se instalou nos dois flancos da batalha eleitoral. Na oposição a sonhada unidade está longe de se tornar realidade e não passa de frases soltas nas entrevistas de TVs ou nas manchetes dos jornais.

As diversas candidaturas de opositores a FPA são as provas do conflito entre os descontentes e dissidentes das administrações petistas.  Os discursos de Petecão (PSD), Flaviano Melo (PMDB), Gladson Cameli (PP) e Márcio Bittar (PSDB), já não convencem aqueles que criticam as ações de Jorge, Binho, Sebastião e companhia.

Os verdadeiros opositores ao projeto da FPA sonhavam com uma candidatura única à prefeitura da capital, mas foram vencidos por interesses de projetos pessoais. Os chamados líderes da oposição no Acre estão antecipando a disputa de 2014.

A “nova oposição” resolveu usar nas eleições deste ano, suas táticas para uma possível chegada ao comando do Estado. Petecão quer ser governador; Márcio Bittar também. Flaviano Melo quer ser senador; Gladson também.

Diante de tantos interesses, a candidatura do tucano Tião Bocalom está ameaçada. Nos bastidores se nota a insatisfação pelos desejos dos caciques oposicionistas. Entre amigos, por exemplo, o presidente do diretório do PMDB em Rio Branco, deputado Chagas Romão, não esconde de ninguém a sua preferência pelo nome de Bocalom.

Mesmo mantendo fidelidade às determinações do presidente da executiva regional peemedebista, deputado federal Flaviano Melo, o dirigente municipal parece incomodado com a pré-candidatura de seu partido, que traz o ex-petista Fernando Melo. Chagas Romão já chegou a declarar em conversas com amigos, que Bocalom seria seu candidato.

“Se dependesse de minha posição, estaríamos apoiando a candidatura do Bocalom, mas a regional e os membros do PMDB querem levar uma candidatura às ruas. Portanto, tenho que ser democrático e aceitar o que a maioria decide”, revela Romão, que teria a deputada Antônia Sales, como outra defensora da unidade em torno do ninho tucano.

Nem o senador Sérgio Petecão (PSD), apoiador declarado da pré-candidatura de Fernando Melo, teria a fidelidade de seus parlamentares. A líder do PSD, na Aleac, deputada Marileide Serafim também seria favorável à pré-candidatura de Tião Bocalom. Chico Viga, o segundo deputado do partido de Petecão estaria propenso a apoiar seu antigo partido, o PT.

Seguindo o samba atravessado dos partidos de oposição, Denílson Segóvia (PSC), parlamentar que deveria ser fiel às determinações de sua presidente regional, deputada federal Antônia Lúcia, apoiadora declarada de Bocalom, estaria balançado com a pré-candidatura evangélica de Jamyl Asfury (DEM).

Com a decisão do Coronel Juvenal em ser o vice na chapa do PMDB, Denílson Segóvia usou a tribuna do legislativo estadual para dizer que ele, como pastor estaria com o militar em sua caminhada. Diante de tantos desencontros os defensores da candidatura de Marcos Alexandre (PT), agradecem!

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Acre

Servidor é encontrado morto em veículo de secretaria em Brasiléia

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O servidor Raissandro Monteiro Borges, de 43 anos, foi encontrado já sem vida, na manhã desta sexta-feira, 30, dentro de seu próprio veículo, nas dependências da secretaria de agricultura, onde prestava serviço para a prefeitura de Brasiléia, interior do Acre.

Segundo as informações preliminares, o corpo de Raissandro não apresentava nenhuma lesão ou ferimentos, a suspeita é de que o óbito tenha sido causado por infarto. O corpo de Raissandro foi encaminhado ao Hospital Regional do Alto Acre, para em seguida ser liberado para a família.

A prefeitura do município de Brasiléia, em nome da prefeita Fernanda Hassem e do vice-prefeito Carlinhos do Pelado, prestou condolências aos familiares e amigos pelo falecimento de Raissandro Monteiro Borges, que era casado com Marinete Reis.

A nota destacou que Raissandro era funcionário da prefeitura de Brasiléia, onde prestava seus relevantes serviços na Secretaria de Agricultura, sendo um funcionário exemplar, prestativo humilde, ético e que exercia suas funções com zelo, competência e responsabilidade.

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Acre

Iteracre diz que já emitiu 3 mil títulos definitivos em 9 cidades do Acre

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No primeiro semestre de 2021, o Instituto de Terras do Acre (Iteracre) emitiu e entregou 3.000 títulos definitivos de imóveis em nove cidades do Acre e nesta sexta-feira (30) anunciou que irá implementar o Plano Estadual de Regularização nos bairros Miritizal, São Salvador e Vila Assis Brasil, em Cruzeiro do Sul.

Nessas três localidades, o Iteracre deve emitir cerca de 1.000 títulos definitivos de imóveis. Para acelerar o processo, o Instituto assinou um termo de cooperação com a prefeitura para fazer levantamento imobiliário e identificar, com ajuda do cartório de imóveis, quais os bairros que possuem matrícula no município e no Estado.

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Acre

Laudo aponta que não houve abuso sexual em bebê de 5 meses

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A assessoria da Polícia Civil informou, nesta sexta-feira, 30, que o resultado do laudo do bebê Renan Emanuel, de apenas cinco meses, revelou que ele não foi vítima de abuso sexual.

De acordo com informações repassadas ao ac24horas, o laudo destacou que a criança teve uma insuficiência cardíaca. Renan Emanuel era portador de uma cardiomiopatia. O médico legista, Ítalo Maia, deverá conceder entrevista coletiva para dar melhores detalhes sobre o caso.

No início do mês, o bebê, que tinha síndrome de Down, deu entrada na UPA da Cidade do Povo, em Rio Branco, após sofrer parada cardíaca e não resistiu. A família na época negou o abuso.

Porém, na hora do atendimento ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), a médica plantonista constatou uma dilatação no canal anal, possivelmente fruto de abuso sexual e acionou a Polícia Militar.

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Acre

MPF vai à justiça para garantir água potável a indígenas do Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para que a Justiça Federal obrigue a União a assegurar e promover o acesso a água potável para as populações indígenas da Terra Indígena (TI) Mamoadate, localizada em Assis Brasil, a 350km de Rio Branco, capital do Acre.

Na TI Mamoadate vivem cerca de mil e trezentos integrantes de duas etnias, Jaminawa e Manchineri, e, com a falta de água potável, ambas se sujeitam a consumir água diretamente dos rios e demais fontes naturais da região, o que coloca as aldeias da TI Mamoadate entre as mais atingidas, segundo números oficiais, por ocorrência de doenças propagadas por meio da água imprópria.

Segundo Lucas Costa Almeida Dias, procurador da República responsável pela ação, o acesso à água potável para o exercício de atividades cotidianas (beber água, tomar banho, cozinhar etc.) não é somente uma condição mínima da dignidade da pessoa humana, mas também uma medida preventiva do Poder Público para retardar a proliferação de doenças e melhorar a qualidade dos alimentos produzidos pela comunidade indígena local.

Para o MPF, o inquérito civil que precedeu a propositura da ação demonstrou que os indígenas da TI Mamoadate sofrem com a falta de acesso à água potável, decorrente da omissão injusta, irregular, abusiva, ilegal e inconstitucional do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Purus.

Os pedidos são para que, liminarmente, a União elabore os projetos técnicos de Sistema de Abastecimento de Água (SAA) a serem implantados nas aldeias da TI Mamoadate, com apresentação de cronograma de realização de obras, as quais devem incluir sistema completo de captação, tratamento, armazenamento e distribuição de água potável, adequada ao consumo humano, para assegurar a prestação regular, perene e estável de serviço de abastecimento de água à totalidade das famílias residentes na área, com conclusão das obras no prazo máximo de 6 meses.

Além disso, o MPF também pede que seja realizada a oitiva das lideranças indígenas das aldeias Betel, Betel Salão, Cujubim, Peri, Jatobá, Laranjeira, Água Preta, Santa Cruz, Alves Rodrigues, Senegal, Cumaru, Cachoeira, Lago Novo, Boca do Mamoadate, Boca do Riozinho e Extrema, que oportunamente e que seja realizada inspeção judicial nas respectivas aldeias.

O MPF pediu, ainda, que a Justiça intime a Comissão Pró-Índio, do Conselho Indigenista Missionário e da FUNAI para, se for o caso, ingressarem no feito na qualidade de amicus curiae ou litisconsorte ativo.

Com informações da assessoria do MPF no Acre.

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