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PPS exige mais e pode romper com unidade anunciada pela oposição para o interior

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Da redação de ac24horas

Curta e objetiva. Assim foi a análise feita pelo ex-deputado Franesi Ribeiro ao sair da reunião da executiva do PPS, em Rio Branco, na noite de sábado (28). O ex-deputado trombeteia que se até o dia 10 não forem formalizadas as regras para os municípios do interior, a sigla vai rachar. “O projeto ainda é um blefe, a tal união existe apenas na cabeça dos idealizadores”, resumiu.

Franesi é secretário geral do PPS e fez duas criticas sérias que em sua opinião colocam em xeque a proposta idealizada pelos deputados federais Marcio Bittar [PSDB], Flaviano Melo [PMDB] e Gladson Cameli [PP] e o senador Sérgio Petecão [PSD]: “Primeiro a postura do prefeito Wagner Sales que insiste em nomear o vice de sua chapa no Juruá. Onde está o projeto de união?”, questiona.

Em segundo lugar, Franesi mostra sua insatisfação com a postura das lideranças em Rio Branco, onde ele deixa claro que deveria nascer o projeto de união. “Eu participei do MDA, tinha até regimento interno. Como é que o Marcio Bittar e o Flaviano falam em união se não resolveram nem os problemas internos de seus partidos?”, perguntou o ex-deputado.

Com relação a Rio Branco, onde o PPS mantém candidatura própria à prefeitura, Franesi, talvez inspirado pelo show do deputado João Plenário, da Praça é Nossa, que assistiu sábado à noite, após a reunião do partido, adiantou apenas a seguinte frase: “não existe carreira solo sem plateia”.

– A minha candidatura que conta com o apoio de cinco partidos continua posta em Cruzeiro do Sul, também teremos candidatos em Mâncio Lima e Marechal Thaumaturgo – concluiu.

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