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Classificados de ac24horas

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Blog do Ray

Quase uma briga de casal no exercício do poder

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Quem é casado sabe que a vida do casal pode ir do paraíso ao inferno quando a discussão gira em torno de finanças. Inclusive, passou e existir a infidelidade financeira, questão que vem sendo responsável pelo fim de alguns relacionamentos. O mesmo pode acontecer na política. Um exemplo é a saudável briga pela divisão de poder entre Major Rocha e Gladson Cameli. Explico o porquê de ser uma briga saudável, meus três leitores. Nenhum casal brigaria com uma conta recheadas de “garoupas” e muito menos com uma mesa farta em casa. Na política é a mesma situação. É melhor brigar para fazer a partilha dos espaços na máquina pública, que brigar para saber quem foram os responsáveis por uma incursão malsucedida em um pleito eleitoral. Pelejar de barriga cheia é bom.

Aliás, eu, particularmente, acredito que é melhor lutar para acertar os ponteiros agora que durante a administração. Pois quem passou 20 anos de peia para o PT, precisa pensar muito bem em como manter a confiança do eleitor. Um divorcio litigioso neste momento pode significar o fim de uma relação que ainda não rendeu frutos. É comum relacionamentos políticos serem permeados por discussões e debates quase intermináveis. Afinal, as discussões são salutares para chegar ao a um denominador comum. Não seria entre Rocha e Cameli que a relação seria diferente. O que está faltando seria os dois pararem de dar ouvidos aos agentes do leva e trás e sentarem à mesa para ter uma conversa franca e sincera. É o que povo acreano espera do casamento político.

Crime e esperança

Criança sobe ladeira de um bairro da periferia de Rio Branco dominada por facção criminosa. O objetivo das instituições públicas e não-governamentais, como por exemplo, a Igreja Evangélica, é tentar amparar jovens para que não sejam cooptados pelo crime. Esta é também uma das grandes preocupações, hoje, do Núcleo de Apoio Técnico e Operacional do Ministério Público do Estado do Acre, o NAT. Os profissionais do MP trabalham no mapeamento do avanço das organizações criminosas, permitindo que as instituições de Segurança Pública estejam a par de informações valiosas e possam reprimir o crime e o aliciamento de crianças e adolescentes. (Foto: Juan Vicent Diaz)

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Blog do Ray

Vagner Sales acredita que não haverá disputa no voto para escolher dirigentes da Aleac

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

O Leão do Juruá deu um tempo nas andanças pelas barrancas e ramais do interior do Acre e apareceu mansamente em Rio Branco. De bigodes e juba devidamente aparados após a vitória da filha e da esposa, Vagner Sales, cacique do MDB do Vale do Juruá, veio acompanhar de perto as articulações para eleição dos novos membros da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Ele acredita que a disputa interna dos partidos dos grandes partidos pela presidência da Casa chegará ao fim sem a necessidade de votação. “Estamos iniciando um novo ciclo na política acreana. Não vamos iniciar um governo com embates desnecessários. Não, não vamos ter problemas. Posso garantir que vai ser no consenso a escolhas dos dirigentes do Poder Legislativo”, destaca.

Vagner Sales evitou, no entanto, dizer se prefere Roberto Duarte, que chegou a ser indicado candidato à presidência pelo MDB, Nicolau Júnior ou Gerlen Diniz, ambos do Progressistas, que colocaram seus nomes para apreciação dos colegas. “O MDB sempre apresentará alternativa, mas isso não quer dizer que estamos impondo ou pressionado. A escolha de Roberto Duarte foi técnica, mas compreendemos que também temos que ceder quando necessário e compor com todos os partidos da melhor forma possível para uma gestão comprometida e produtiva no Poder Legislativo. Estamos encarando um novo desafio e não será com disputas internas que mostraremos que podemos fazer melhor do que os petistas que passaram 20 anos no poder. A saída é o consenso”, diz o Leão.

O favoritismo de Nicolau


O MDB foi o partido com os deputados estaduais eleitos mais bem votados nas eleições deste ano. Juntos, Meire Serafim, Roberto Duarte e Antonia Sales alcançaram quase 30 mil votos, o que é um fator importante para influenciar nas definições dos cargos da Mesa Diretora da Aleac. É provável que o MDB apoie a indicação de um deputado do Progressistas para ocupar a presidência e o favorito continua sendo Nicolau Júnior. Não por uma questão propriamente técnica, mas por ser o único entre os três progressistas eleitos que não representa uma ameaça para emedebistas como Mazinho Serafim, que é marido de Meire Serafim, que tem no deputado Gerlen Diniz, um adversário direto na disputa pela prefeitura de Sena Madureira em 2020. Isso também conta.

O escolhido de Bolsonaro no Acre


O deputado federal Alan Rick (DEM) poderá dar as cartas quanto a distribuição dos cargos federais no Acre. Mesmo sem integrar o PSL do presidente Jair Bolsonaro, é perceptível a influência do parlamentar acreano junto ao dono da caneta em nível federal. Afinal, indica quem tem mandato e quem circula com desenvoltura nas esferas de poder. Meus três leitores podem até me perguntar: Ray Melo, e quanto ao Coronel Ulysses? Um presidente de partido sem mandato é igual a um piloto de fórmula com o melhor carro, mas sem gasolina, não chega a lugar nenhum. No frigir dos ovos, a indicação dos cargos da estrutura do governo federal ficará com Alan Rick e os membros da bancada federal.

Os amigos do poder


A pouco mais de um mês para encerrar o mandato, o govenador Sebastião Viana (PT) já deve estar sentindo os primeiros reflexos do que é viver sem poder. O círculo de amizade encolhe, principalmente quando ele é obrigado a exonerar pessoas que ocupavam cargos de confiança há quase 20 anos. O final é sempre melancólico e solitário, o que me faz lembrar uma entrevista com o ex-governador Romildo Magalhães, quando ele disse a seguinte frase: “Me sinto esquecido. O homem só vale o que tem. Eu hoje não valho mais nada não. Eu valho ainda alguma coisa para a minha mulher, para os meus filhos, mas amigo eu não tenho mais”. Parte dos amigos do atual governador começaram a procurar o guarda-chuva de Gladson Cameli. Esses são os amigos do poder.

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Blog do Ray

Daniel se mantém Zen e deputado mesmo sem os votos de Nil Figueiredo

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Atenção senhores suplentes, não gastem dinheiro com paletós, porque o quadro de deputados estaduais não seria alterado, mesmo que os votos que Nil Figueiredo conquistou fossem excluídos da contagem que definiu quem ocupará as 24 cadeiras na Assembleia Legislativa do Acre. Daí meus três leitores me perguntam por quê? Simples, tudo é uma questão de um cálculo que qualquer cidadão poder fazer com auxílio da internet para chegar ao quociente eleitoral, método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional. Bora lá. Mesmo sem os votos do Nil a coligação do PT/PCdoB teria 59.176 votos, fazendo 3 direto + 1 através da média com índice de 14.794.

Já a coligação do PP/PMN/PPS/PTC/PR teve o total de 57.127 fazendo 3 direto + 1 através da média com índice de 14.281. Entenderam? 19 deputados foram eleitos por quociente eleitoral. E 5 foram eleitos pelo cálculo da chamada “sobra”. Daniel Zen (PT) foi a primeira das vagas da sobra, dentre essas cinco. Sem os votos do Nil, ele passaria a ocupar a 4a vaga dentre as 5 da sobra. Esta seria a única mudança. Não haveria nenhuma alteração na composição. Portanto, senhores suplentes, sigam o exemplo de Daniel, permaneçam Zen, um terno novo custa caro. Ninguém pode se dar ao luxo de gastar um boa quantia em uma roupa que poderá não sair do guarda-roupa nos próximos quatro anos.

Pinta de presidente


O deputado Nicolau Júnior (Progressistas) caminha pelos corredores e galerias da Assembleia Legislativa, já com pinta de presidente, mas ele precisa abrir o olho porque tem mais gente se articulando para tentar ocupar a cadeira de número um da Casa. Tá certo que ele é cunhado do governador eleito Gladson Cameli, só que este grau de parentesco – bem distante — poderá não ser suficiente. O colega de partido de Nicolau, Gerlen Diniz, vem comendo pelas beiradas. Nesta semana, ele se reuniu com os dois deputados do PSDB e na quarta-feira (7) estava fazendo contas em uma roda de deputados que podem apoia-lo numa possível disputa no voto. Fica esperto, Nicolau!

Presente de Petecão e Jorge Viana


Todas as vezes que se fala em reajustar o salário mínimo vem logo a choradeira que o país vai quebrar. O reajuste em 2018 foi de 1,81%. A previsão para 2019 é que ele aumente de R$ 954,00 para R$ 998,00. Quem ganha este valor não tem direito a auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio alimentação e etc. Enquanto o pobre se vira nos 30 para sobreviver com menos de mil reais, a maioria dos senadores votou um reajuste de 16% para os ministros do STF. Sem penduricalhos, seus salários saem de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. Sem contar que o efeito cascata vai ter um impacto no orçamento de R$ 717 milhões. Meus três leitores sabem quem ajudou a aprovar? O senador 100% popular, Sergio Petecão (PSD) e Jorge Viana (PT). Um belo presente de Natal.

Por uma investigação séria do MS


O deputado Jenilson Leite (PCdoB) usou a tribuna para cobrar compromisso dos representantes do Ministério da Saúde com a investigação dos 30 casos de jovens que tomaram a vacina contra HPV e passaram a sofrer com convulsões, dores de cabeça e outros sintomas neurológicos. “Se for a vacina a responsável, o laboratório precisa corrigir o componente que está causando os efeitos colaterais. O MS muito evasivo. O objetivo é que o MS disponibilize recursos humanos e materiais para que haja uma investigação para que os casos sejam desvendados. Porque as mães estão vivendo um verdadeiro drama e a campanha não está tendo o alcance desejado após esses casos. O representante da investigação foi infeliz quando afirmou que não era a vacina que estava causando os problemas”, disse o comunista. Arrebenta com eles, Jackie Chan!

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Blog do Ray

Da terra do amendoim para o centro do poder do Brasil

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Tem gente que dorme repórter e acordo repórter (eu). Tem gente que dorme pobre e acorda milionária (o acertador da Mega-Sena). Tem mulher que dorme esposa de ex-prefeito e acorda senadora, que é o caso de Mailza Gomes, esposa do ex-prefeito de Senador Guiomard, James Gomes (Progressistas), que vai sair da ‘terra do amendoim’, no interior do Acre, para debater os grandes temas políticos que poderão mudar a vida dos brasileiros, no centro do poder do Brasil, em Brasília, após o senador Gladson Cameli (Progressitas) impor a maior derrota que o petismo sofreu na história política e ocupar a cadeira de governador do Acre. Uma situação bem melhor do que dormir repórter e acordar repórter.

A convite do senador Gladson Cameli, Mailza Gomes está em Brasília. Ela viajou para se adaptar a seu novo ambiente de trabalho, conhecer seu gabinete, além de pegar umas pequenas dicas de como desempenhar um bom trabalho nos próximos quatro anos de mandato. A nova senadora vai precisar de muito amendoim para ter energia para ouvir a choradeira dos prefeitos dos 22 municípios acreanos que visitam constantemente os parlamentares, em busca de recursos de emendas parlamentares para ajudar a tocar suas prefeituras. O ex-prefeito James Gomes, já comprou paletó novo para a posse, só que o mandato agora é de Mailza Gomes, que passa a ser a representante política da família.

PP e MDB devem comandar a Aleac
Quem esperava uma acirrada disputa dos deputados eleitos pelo MDB e Progressistas pelo comando da Aleac terá que dormir sem os costumeiros barracos da época em que eles tentavam recuperar o poder no Estado. Apesar de o governador eleito Gladson Cameli, dizer que não meteria o bedelho na escolha dos novos membros da Mesa Diretora da Casa, tudo indica que a presidência ficará mesmo com um dos três deputados de seu partido. Os demais cargos de destaque devem ficas nas mãos dos bem votados emedebistas. Os dois deputados tucanos do partido do vice-governador Major Rocha também devem participar da divisão de cargos na composição dos novos dirigentes do Poder Legislativo.


Três candidaturas chegaram a ser ventiladas
Pelo menos três candidaturas à presidência da Aleac chegaram a ser ventiladas nos bastidores do legislativo estadual. O deputado Jenilson Leite (PCdoB) lançou candidatura em entrevistas concedidas a jornais e TVs. Considerado favorito na bolsa de apostas, Nincolau Júnior (Progressistas), deputado que sempre falou pouco, disse que estaria em adiantadas e longas conversas para unir os colegas em torno de seu nome. Impulsionado pelos caciques emedebistas, Roberto Duarte (MDB) foi candidato por um final de semana, mas após uma reunião de seus apoiadores com Gladson Cameli, a cúpula do MDB repensou e recuou, sinalizando que poderá aceitar os conselhos do novo governador.

A bispa segue firme e forte


A ex-deputada Antônia Lúcia (PR) está longe de abandonar a política no Acre. Apesar de mais uma vez bater na trave na disputa por uma das oito cadeiras de deputado federal pelo Estado, a Bispa iniciou uma agenda pelos municípios do interior para agradecer os 15.336 votos, mais que o dobro da votação de um dos parlamentares eleitos após o cálculo do quociente eleitoral. “A população do Acre demonstrou que acredita em minha capacidade de trabalhar e renovou minhas esperanças na política. O resultado final das eleições revigorou minhas forças para continuar lutando por novas conquistas para meu povo, como sempre fiz quando aprovei matérias importantes na Câmara”, destaca a Bispa.

Um soldado do projeto
O ex-prefeito de Epitaciolândia, André Hassem (SD) se comportou como um soldado do projeto vitorioso da oposição. Além de contribuir com a vitória do governador eleito Gladson Cameli (Progressistas), Hassem lançou uma candidatura de última hora para ajudar a eleição de Vanda Milani (SD) que foi a deputada federal mais bem votada em Epitaciolândia. “Precisávamos trabalhar pelo projeto. Acredito que esse foi o comportamento que fez a diferença para a oposição varre o PT da política acreana. Espero que possamos festejar os frutos dessa grande conquista, levando os benefícios que a população anseia há anos. Estarei à disposição para contribuir com as boas mudanças”, diz André.

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