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APEAC e ANAPE estiveram no Amapá para apoiar Procuradores

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O Presidente da Associação dos Procuradores do Estado do Acre – APEAC e Vice-Presidente Regional da Associação Nacional de Procuradores de Estado – ANAPE, Cristovam Pontes de Moura, esteve na cidade de Macapá – AP realizando encontros institucionais em defesa dos interesses dos Procuradores do Amapá, ao lado do Presidente da ANAPE, Juliano Dossena, do Presidente da associação local, Julhiano Vilar, e vários membros de sua Diretoria, além do Presidente da Associação dos Procuradores do Pará, Antonio Bernardes.

As visitas foram realizadas durante a manhã, no prédio da Procuradoria-Geral do Estado do Amapá (PGE/AP) e, no período da tarde, na Assembleia Legislativa, onde os Procuradores foram recebidos pelo Presidente da Casa, Deputado Moisés Souza. Após esse compromisso, os representantes da carreira seguiram ao Tribunal de Justiça, para encontro com o Vice-Presidente da Corte, Desembargador Luiz Carlos Gomes dos Santos.

Durante os encontros, o Presidente da ANAPE expôs o quadro da carreira de Procurador do Estado no plano nacional e pleiteou que o Amapá se adeque ao tratamento constitucional devido. Também foi exposta a grave situação institucional com a ocupação do cargo de Corregedor-Geral da PGE/AP por pessoa estranha aos quadros da instituição, escolhida de forma comissionada. Já o Presidente da APEAC foi além, afirmando que esse quadro não é sequer aceito pelo Colégio Nacional de Corregedores-Gerais das PGEs, que era até recentemente presidido por uma Procuradora do Acre, Marize Anna Monteiro Singui.

Tanto o Presidente da Assembleia Legislativa quanto o Vice-Presidente do Tribunal de Justiça manifestaram apoio aos pleitos das entidades, colocando-se à disposição para auxiliar dentro do que couber a cada instituição.

No fim da tarde, os Procuradores estiveram no Palácio do Governo e, após, realizaram reunião no auditório da Escola do Servidor Público com todos os Procuradores do Estado do Amapá.

“É muito importante mostrar a força da ANAPE e das associações da Região Norte nos Estados em que as prerrogativas dos Procuradores forem desrespeitadas. É uma questão que vai além do mero corporativismo, pois o enfraquecimento das PGEs só interessa a quem não pretende ver o Estado agindo dentro da lei”, afirmou o Presidente da APEAC, Cristovam Moura.

Acre 01

Amigo de Alan nega que houve “racha” com Ícaro antes do impacto que matou Jonhliane

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Nesta terça-feira, 17, Eduardo Vitor Andrade de Paiva, amigo de Alan Araújo, acusado de participar do acidente que ocasionou a morte de Jonhliane Paiva de Souza, 30 anos, em agosto de 2020, disse durante o Julgamento no 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco que não houve “racha” entre os veículos BMW e Fusca.

Segundo ele, a verdade dos fatos é que Alan Araújo não fugiu do local sem prestar socorro. “Ele atropelou a moça e não parou, foi embora. Nós vimos que ele fugiu e então fomos atrás dele. Nós não fugimos, fomos atrás da BMW que fugiu, mas não encontramos e voltamos ao local do acidente”, declarou.

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Destaque 2

“Ícaro e Hatsue não tem coração. Após morte da minha irmã foram para Fortaleza”, diz irmão de Jonhliane

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Jhonatan Paiva, irmão de Johnliane de Souza, de 30 anos, concedeu entrevista ao ac24horas na tarde desta terça-feira, 17 e classificou como “absurda” o depoimento de Hatsue Said Tanaka, ex-namorada de Ícaro Pinto, acusado de atropelar e matar sua irmã, em agosto de 2020, no julgamento na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco.

Paiva debochou do fato de Hatsue ter demonstrado esquecimento durante o depoimento. Na sua opinião. “Eu achei que ela tem amnésia. Como mulher ela tinha que olhar os fatos do acontecimento. Eles não prestaram socorro à vítima, e se evadiram do local e simplesmente viajaram sem o mínimo de sentimento pelo próximo. Ícaro e Hatsue não tem coração. Após morte da minha irmã foram para Fortaleza”, declarou.

O irmão da vítima contou ainda que lamentou a declaração de Hatsue onde ela diz que Ícaro havia batido em um poste. “É desumano a pessoa tratar outro ser humano como objeto, chamar uma pessoa de poste. A gente fica triste”, comentou.

Jonhliane foi atropelada quando seguia para o trabalho de moto na Avenida Antônio da Rocha Viana. Imagens de câmeras de segurança mostraram a velocidade em que a BMW passou na via.

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Extra Total

Hatsue, ex-ficante de Ícaro, confessa que suposta “traição” ocasionou discussão antes do acidente que vitimou Jonhliane

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A jovem Hatsue Said Tanaka, ex-ficante de Ícaro Pinto, acusado de atropelar e matar a a trabalhadora Jonhliane de Souza, de 30 anos, em agosto de 2020, prestou depoimento na tarde desta terça-feira, 17, no julgamento na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco. Ela afirmou que antes do trágico acidente teve uma discussão com o motorista motivada por “ciúmes”.

Said confessou ao juiz do caso, Alesson Braz, que na madrugada de 6 de agosto de 2020, ela e Ícaro estavam curtindo uma festa quando em determinado momento, um homem, também na resenha, lhe deu um “selinho”, motivando em seguida uma discussão. “Estávamos em uma festa, bebendo. Eu bebo bastante e teve um momento que parei e houve desentendimento. Um amigo que estava bêbado e se aproximou de mim e ficou brincando, todos eram amigos e ele me deu um selinho. Ele não gostou e reclamou e eu fiquei sentada cerca de uma hora antes do acidente”, declarou.

Said negou que tivesse relacionamento com Ícaro na época dos fatos e, categoricamente, também descartou a hipótese de um racha entre Ícaro e Alan Araújo antes do impacto que vitimou Jonhliane. Segundo ela, após o acidente, os dois resolveram dormir em uma fazenda e, posteriormente, viajaram para Fortaleza. “Quando saímos do carro, fomos andando e eu fui para minha casa. Quando acordamos fomos dormir em uma fazenda de um amigo. Ele comprou passagem e alegou que a mãe dele estava doente. Na verdade, não tinha data para voltar, ele disse que precisava ir ver a mãe dele. Eu não vi competição entre os veículos”, afirmou, dizendo que sentiu arrependimento por parte de Ícaro.

“Jamais iria para outro lugar se eu não tivesse visto arrependimento dele no que havia acontecido. Ele foi preso na Tucandeira e não reagiu à prisão”, ressaltou.

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Inscrições para a segunda etapa do Revalida 2022 terminam nesta terça-feira (17)

A prova de habilidades clínicas será aplicada nos dias 25 e 26 de junho

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As inscrições para a segunda fase do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2022 terminam no final desta terça-feira, dia 17. Profissionais da Medicina podem se inscrever por meio do Sistema Revalida. A taxa de inscrição deve quitada até o próximo dia 20 de maio.

Aplicado desde 2011 pelo Inep, o Revalida busca subsidiar a revalidação, no Brasil, do diploma de graduação em Medicina expedido no exterior. O exame é composto por duas etapas (teórica e prática) que abordam, de forma interdisciplinar, as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva). O objetivo é avaliar as habilidades, as competências e os conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para participar da segunda etapa, é necessário ter sido aprovado na primeira, que contempla as provas objetiva e discursiva. As referências do exame são os atendimentos no contexto de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária, com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normativas associadas e na legislação profissional. 

Provas e locais de aplicação do Revalida 2022

As provas da segunda fase do Revalida 2022 contemplam as habilidades clínicas dos participantes. Os testes serão aplicados dos nos dias 25 e 26 de junho. Os locais de aplicação, assim como quantidade de vagas disponíveis para esses lugares, serão informados aos participantes pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no momento da inscrição.

O Inep reforça ainda que caso o limite de uma determinada cidade for atingido, o sistema desabilitará a opção pelo local. Desta forma, o interessado deverá optar por outro lugar de preferência, conforme disponibilidade de vagas.

Os locais de prova podem sofrer modificações caso as condições logísticas e de segurança do exame sejam ameaçadas, conforme previsto em edital. Nesse caso, participante será realocado para uma cidade próxima que possua a estrutura e os requisitos adequados.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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