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Antônia Sales pede a prisão de todos os acusados em desvio de recursos públicos

Publicado

em

Ray Melo,
da redação de ac24horas
raymelo.ac@gmail.com

A deputada estadual Antônia Sales (PMDB) questionou os métodos utilizados para investigar os gestores públicos acusados de desvio de verbas no Acre. A peemedebista pediu a prisão de todos os acusados em desvio de recursos públicos. “Que não usem bodes expiatórios. A Justiça tem que agir como o mesmo rigor em todos os casos”, diz Sales.

Ilustrando com o caso do prefeito de Marechal Thaumaturo, Randson Almeida (PDMB), que foi preso acusado de desviar verbas do Fundeb, Antônia Sales destaca que é preciso cortar da própria carne e não conceder privilégios. “A Justiça precisa ser feita, mas que não que existam privilégios de nenhum político ou gestor público”.

Segundo a parlamentar, a quadrilha que desviou dinheiro do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Acre (Proacre), continua em liberdade. “Cadê o restante da quadrilha do Proacre, que não está na penal? Randson Almeida está preso porque não tem dinheiro para contratar uma banca de 40 advogados”, destaca Antônia Sales.

Para a deputada, o direito a defesa está sendo tolhido em alguns casos. “Não existe o direito de defesa  ou presunção de inocência. Randson Almeida não foi julgado ou condenado pela Justiça, mas foi conduzido ao presídio. Porque os gestores ligados ao Governo do Acre, não estão cumprindo pena pelas suas acusações?”, questiona.

Antônia Sales pediu ainda, que não se utilizem dois pesos e duas medidas, no tratamento de acusado de corrupção. “Se há de se prender antes de julgar, que se coloquem os secretários acusados de desvios no Governo do Acre, na cadeia. Onde estão as pessoas acusadas de desvio do dinheiro do TFD? Estas pessoas também precisariam estar na penal”, enfatiza.

A parlamentar assinou a proposta de CPI para investigação da aplicação dos recursos do Proacre, nos 22 municípios do estado.

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Acre

Servidor é encontrado morto em veículo de secretaria em Brasiléia

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O servidor Raissandro Monteiro Borges, de 43 anos, foi encontrado já sem vida, na manhã desta sexta-feira, 30, dentro de seu próprio veículo, nas dependências da secretaria de agricultura, onde prestava serviço para a prefeitura de Brasiléia, interior do Acre.

Segundo as informações preliminares, o corpo de Raissandro não apresentava nenhuma lesão ou ferimentos, a suspeita é de que o óbito tenha sido causado por infarto. O corpo de Raissandro foi encaminhado ao Hospital Regional do Alto Acre, para em seguida ser liberado para a família.

A prefeitura do município de Brasiléia, em nome da prefeita Fernanda Hassem e do vice-prefeito Carlinhos do Pelado, prestou condolências aos familiares e amigos pelo falecimento de Raissandro Monteiro Borges, que era casado com Marinete Reis.

A nota destacou que Raissandro era funcionário da prefeitura de Brasiléia, onde prestava seus relevantes serviços na Secretaria de Agricultura, sendo um funcionário exemplar, prestativo humilde, ético e que exercia suas funções com zelo, competência e responsabilidade.

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Acre

Iteracre diz que já emitiu 3 mil títulos definitivos em 9 cidades do Acre

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No primeiro semestre de 2021, o Instituto de Terras do Acre (Iteracre) emitiu e entregou 3.000 títulos definitivos de imóveis em nove cidades do Acre e nesta sexta-feira (30) anunciou que irá implementar o Plano Estadual de Regularização nos bairros Miritizal, São Salvador e Vila Assis Brasil, em Cruzeiro do Sul.

Nessas três localidades, o Iteracre deve emitir cerca de 1.000 títulos definitivos de imóveis. Para acelerar o processo, o Instituto assinou um termo de cooperação com a prefeitura para fazer levantamento imobiliário e identificar, com ajuda do cartório de imóveis, quais os bairros que possuem matrícula no município e no Estado.

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Acre

Laudo aponta que não houve abuso sexual em bebê de 5 meses

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A assessoria da Polícia Civil informou, nesta sexta-feira, 30, que o resultado do laudo do bebê Renan Emanuel, de apenas cinco meses, revelou que ele não foi vítima de abuso sexual.

De acordo com informações repassadas ao ac24horas, o laudo destacou que a criança teve uma insuficiência cardíaca. Renan Emanuel era portador de uma cardiomiopatia. O médico legista, Ítalo Maia, deverá conceder entrevista coletiva para dar melhores detalhes sobre o caso.

No início do mês, o bebê, que tinha síndrome de Down, deu entrada na UPA da Cidade do Povo, em Rio Branco, após sofrer parada cardíaca e não resistiu. A família na época negou o abuso.

Porém, na hora do atendimento ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), a médica plantonista constatou uma dilatação no canal anal, possivelmente fruto de abuso sexual e acionou a Polícia Militar.

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Acre

MPF vai à justiça para garantir água potável a indígenas do Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para que a Justiça Federal obrigue a União a assegurar e promover o acesso a água potável para as populações indígenas da Terra Indígena (TI) Mamoadate, localizada em Assis Brasil, a 350km de Rio Branco, capital do Acre.

Na TI Mamoadate vivem cerca de mil e trezentos integrantes de duas etnias, Jaminawa e Manchineri, e, com a falta de água potável, ambas se sujeitam a consumir água diretamente dos rios e demais fontes naturais da região, o que coloca as aldeias da TI Mamoadate entre as mais atingidas, segundo números oficiais, por ocorrência de doenças propagadas por meio da água imprópria.

Segundo Lucas Costa Almeida Dias, procurador da República responsável pela ação, o acesso à água potável para o exercício de atividades cotidianas (beber água, tomar banho, cozinhar etc.) não é somente uma condição mínima da dignidade da pessoa humana, mas também uma medida preventiva do Poder Público para retardar a proliferação de doenças e melhorar a qualidade dos alimentos produzidos pela comunidade indígena local.

Para o MPF, o inquérito civil que precedeu a propositura da ação demonstrou que os indígenas da TI Mamoadate sofrem com a falta de acesso à água potável, decorrente da omissão injusta, irregular, abusiva, ilegal e inconstitucional do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Purus.

Os pedidos são para que, liminarmente, a União elabore os projetos técnicos de Sistema de Abastecimento de Água (SAA) a serem implantados nas aldeias da TI Mamoadate, com apresentação de cronograma de realização de obras, as quais devem incluir sistema completo de captação, tratamento, armazenamento e distribuição de água potável, adequada ao consumo humano, para assegurar a prestação regular, perene e estável de serviço de abastecimento de água à totalidade das famílias residentes na área, com conclusão das obras no prazo máximo de 6 meses.

Além disso, o MPF também pede que seja realizada a oitiva das lideranças indígenas das aldeias Betel, Betel Salão, Cujubim, Peri, Jatobá, Laranjeira, Água Preta, Santa Cruz, Alves Rodrigues, Senegal, Cumaru, Cachoeira, Lago Novo, Boca do Mamoadate, Boca do Riozinho e Extrema, que oportunamente e que seja realizada inspeção judicial nas respectivas aldeias.

O MPF pediu, ainda, que a Justiça intime a Comissão Pró-Índio, do Conselho Indigenista Missionário e da FUNAI para, se for o caso, ingressarem no feito na qualidade de amicus curiae ou litisconsorte ativo.

Com informações da assessoria do MPF no Acre.

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