Luciano Tavares,
da redação de ac24horas
lucianotavares.acre@gmail.com
Apesar de todas as intervenções nacionais, o PMN ainda não conseguiu se reerguer no Acre. Sem dinheiro para pagar o aluguel de R$650, o partido teve que deixar a sua sede na Rua Coronel Alexandrino, próximo ao Mercado do Bosque.
“Por enquanto a nossa referência está sendo numa sala da doutora Valdete, no Aviário. O aluguel estava muito salgado e nós não tínhamos como pagar. Agora que estamos arrumando as coisas pelo partido”, disse o Presidente da Executiva Municipal do PMN, Valdir França.
Sem representação política em cargos eletivos na capital, no campo majoritário e nos parlamentos, municipal e estadual, o partido está com o caixa vazio. “Se nem quem tinha mandato quando estava no partido dava exemplo!”, diz França, informado que a contribuição partidária para políticos do PMN com mandato é de 5%, “uma das menores dos partidos”, acrescenta.
“Estamos trabalhando essa questão, para que os nossos filiados passem a contribuir, mas vai ser um trabalho longo”, conclui o Presidente do PMN.
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