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JC ameaça ir à justiça e pode melar prévias do PMDB

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Ray Melo,
da redação de ac24horas
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A festa para legitimar a volta do PMDB as disputas majoritária pode ser estragada por um ameaça do pré-candidato João Correia. O ex-deputado ameaça ir à Justiça se a data das prévias peemedebistas não for alterada. O evento está agendado para o dia 02 de março.

Em nota enviada ao presidente do diretório municipal do PMDB, deputado Chagas Romão, nesta segunda-feira, 13, João Correia coloca três motivos para o adiamento das prévias do partido. O pré-candidato alega que não teve tempo para dialogar com os convencionais.

Outro motivo para o adiamento das prévias seria segundo Correia, a consulta aos filiados “que terá a virtude de reduzir e bastante o abuso de poder econômico e de poder político”, na disputa com Fernando Melo, que recebe apoio da executiva estadual do partido.

“Além disso, ao consultar a um colégio mais amplo, como o dos filiados, terá a vantagem de mobilizar, fertilizar e entusiasmar a militância do PMDB”, justifica Correia.

O pré-candidato pede ainda, que sejam convocados todos os aspirantes a candidato para participar nas decisões. A intenção, de acordo com João Correia seria estabelece a isonomia entre todos, “evitando-se desta forma privilegiamentos odiosos e antidemocráticos”, diz o  pré-candidato.

Ao final da nota, João Correia afirma que se seus pleitos não forem atendidos pela executiva municipal do PMDB, ele solicitará a exclusão de seu nome das prévias. “Não legitimarei um certame eivado de vícios. Não participarei de um jogo de cartas marcadas”, destaca.

O pré-candidato diz ainda, que poderá ingressar com ação na Justiça, para garantir seus direitos dentro do PMDB. João Correia está e Cruzeiro do Sul e só retorna a capital, no dia 25 de fevereiro, seis dias antes da realização das prévias do partido.

Acre

Onda de frio pode chegar ao Acre com temperatura a 10 graus

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Uma intensa onda de frio polar chegará ao Acre na próxima terça-feira, 9 de agosto, derrubando brusca e acentuadamente a temperatura, principalmente em Rio Branco, Brasileia, Assis Brasil, Sena Madureira e municípios vizinhos, com mínimas que podem oscilar, ao amanhecer dos dias seguintes, entre 10 e 13ºC, de acordo com o portal O Tempo Aqui.

Outro portal, o ClimaTempo, explica que essa frente fria começa a se formar entre o Brasil, o Paraguai e o norte da Argentina durante a segunda-feira, 8 de agosto, mas só se organiza completamente na terça-feira, 9 de agosto, junto com um ciclone extratropical que se forma sobre o Sul do Brasil. Este sistema desloca-se sobre o interior do Brasil nos dias 9, 10 e 11 de agosto. Esta frente fria traz também uma forte massa de ar frio de origem polar.

As mínimas, ao amanhecer dos dias seguintes, deverão oscilar entre 10 e 13ºC, em Rio Branco e demais municípios do leste e do sul do Acre. No entanto, segundo O Tempo Aqui, os fortes ventos, que estarão soprando da direção sudeste, deixarão sensação térmica ainda mais baixa para quem estiver exposto a tais ventos, cujas rajadas, em alguns pontos, poderão passar de 50km/h.

“Essa massa de ar polar será muito abrangente, devendo ser a mais forte do ano a atingir a Amazônia, até o momento. Até a cidade de Manaus deverá ser atingida pelos ventos dessa onda polar”, diz o portal acreano.

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Acre

Convenção conjunta anuncia candidatura de Márcia ao Senado

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Com bateria, vuvuzelas e bandeiras do Brasil, a convenção do Partido Liberal (PL) e dos Republicanos reuniu nesta sexta-feira, 5, diversos apoiadores, para anunciar os candidatos à disputa política no Acre.

Chamada de “Aliança pelo Acre”, o evento destacou que o PL terá 25 candidatos estaduais, já os Republicanos possuem 25 concorrentes parlamentares para o Estado e 9 deputados federais.

O presidente do PL Edson Siqueira, enfatizou o seu apoio a candidata ao senado, Márcia Bittar e pediu união para a reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

“Esta é a hora de realizar nossa meta, que é eleger uma Senadora que vai ajudar o presidente Bolsonaro. Márcia Bittar está alinhada com o presidente, para flexibilizar as leis ambientais, as leis que protegem a família e para as pessoas que queiram trabalhar sem tanta burocracia. Nós vamos estar juntos com o Bolsonaro e não vamos deixar que os comunistas cheguem ao poder nem aqui e nem no Brasil”, declarou.

A defesa dos trabalhadores rurais, cuidados com as pessoas com espectro altistas, ajuda para missionários evangélicos e alcance a bancada da bala, foram os principais projetos defendidos pelos candidatos dos dois partidos.

Confirmada para o senado, Márcia Bittar se posicionou em defesa da família, contra ao aborto e a ideologia de gênero nas escolas, além de afirmar sua aliança com o ex-marido, Márcio Bittar.

“Quero agradecer ao mentor desta aliança, que convidou todos os candidatos, o líder nato que é Márcio Bittar. Não poderíamos estar aqui sem ele. Aquele valente homem, cristão, que fez o sacrifício de se candidatar ao governo, a única maneira de não entregar aquela chapa, que tem junção com o PT e de pessoas que não querem o desenvolvimento que tanto buscamos”, declarou.

Márcia falou de seus embates até a atual cargo pretendido e declarou ter sofrido perseguição e desrespeito de todos os lados, até mesmo da imprensa.

“Me denegriram, me desrespeitaram, mas não derramei nenhuma lágrima. Mesmo tentando me calar, até a imprensa, mas eu já perdoei. Foi difícil chegar aqui, fizeram de tudo para me tirar deste lugar, mas passei uma régua e agora é hora de pedirmos votos. Vamos mirar nas propostas, nos projetos”, apontou.

Márcio Bittar que teve a candidatura aprovada para o governo do Acre pelo partido União Brasil, chegou ao final da convenção e declarou que sua decisão, mesmo não estando nos seus planos, é para impedir a volta da esquerda na região.

“Eu lutei 20 anos para tirar a esquerda do poder e de repente eu descubro que havia um acordo com o governo atual e Jorge Viana. Inclusive, cúpula nacional, o presidente Bolsonaro sabiam disso. Tudo isso para facilitar a eleição do Jorge Viana para Senador da República agora e quatro anos depois para o governo”, explicou.

Durante o discurso, Bittar relacionou o destino como juiz para a divisão das chapas dele com Márcia e afirmou não ser inimigo de Mara Rocha, mas juntos lutam por um governo de direita.

“Eu posso dizer que o meu corpo está em um lugar, mas o meu coração está aqui. A Mara não é minha adversária e nem será. Nós temos que colocar um candidato no segundo turno, e tem que ser um candidato da direita, que represente os valores conservadores, que não abrimos mão”, completou.

Após o encontro, os poucos representantes das chapas e apoiadores que ainda estavam no local, foram convidados para irem a convocação ao governo de Mara Rocha.

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Acre

Márcia Bittar diz que traz dois partidos e força para Mara Rocha

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A candidata ao senado Márcia Bittar (PL) disse na convenção que traz para a chapa de Mara Rocha (MDB), dois partidos políticos Republicanos e o PL e muita força e coragem.

“Trago aqui Mara o Republicanos, presidido por meu filho e o PL filho que o presidente Edson Bittar está aqui. Trago também força e coragem. Trago a benção do Senhor Jesus para todos”, ressaltou.

Márcia disse ainda que na próxima semana vai a Brasília com Mara para gravar uma mensagem para os acreanos junto com o presidente Jair Bolsonaro.

Ela, que já esteve ao lado do governador Gladson Cameli, de quem tentou ser vice e candidata indicada ao senado, diz que recebeu um Livramento “por não estar mais lá” e exalta a ação do ex-marido Márcio Bittar, que rompeu com Cameli para defender o nome dela.

“Estou muito orgulhosa do Márcio porque ele defendeu sua família e me honrou. Ele não diz mas está indo pro sacrifício como candidato ao governo. O Márcio chefe é da minha família e meu líder político”, exaltou ela afirmando que no senado vai lutar pela abertura da BR-364 até Pucallpa no Peru, como saída econômica para o Acre.

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Acre

Márcia e Marcio Bittar se juntam na convenção do MDB

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Com mais de duas horas de atraso, a candidata ao senado na chapa do MDB, Márcia Bittar, chegou à convenção do partido acompanhada do ex-marido, o candidato ao governo, Márcio Bittar.

Márcia ficou no centro do palco ao lado da candidata ao governo, Mara Rocha. Já o senador licenciado permaneceu sentado na lateral do palco, onde foi cumprimentado por vários ex-colegas de partido.

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