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Governo do Acre parabeniza município de Rio Branco pela passagem dos 129 anos

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O Governo do Estado divulga na noite desta terça-feira (27) texto sobre o aniversário de 129 anos do município de Rio Branco, capital do Acre, avaliando sua infraestrutura como harmônica entre edificações históricas e as modernas. “Quem chega à  capital acreana logo se depara com edificações dignas de grandes metrópoles e que são referências para outros Estados”, diz trecho da reportagem da Agência de Notícias do Acre.  

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Capital acreana completa 129 anos nesta quarta-feira vislumbrando o progresso e desenvolvimento

Ao completar 129 anos de fundação, a cidade de Rio Branco, que recebeu este nome em homenagem ao Barão do Rio Branco, hoje é uma capital bem diferente daquela que nasceu às margens do Rio Acre e um dia se chamou Penápolis. Ao longo da última década, a capital acreana se organiza urbanisticamente e vislumbra o progresso com investimentos feitos pelo governo do Estado em industrialização, infraestrutura e políticas sociais que promovem a inclusão da população.

Aos poucos o povo foi retomando o orgulho de viver numa terra que foi como uma mãe e foi o recomeço para inúmeros nordestinos que vieram para o Acre com a esperança de dias melhores. A maioria desses imigrantes constituiu família nas cidades que margeiam o Rio Acre e ajudaram a construir o Estado e sua história marcada por um povo lutador.

Quem chega à  capital acreana logo se depara com edificações dignas de grandes metrópoles e que são referências para outros Estados, como a Biblioteca Pública, com suas modernas instalações e internet wifi da Floresta Digital gratuita, e a OCA (Organização de Centros de Atendimento ao Cidadão), que agrega 36 órgãos distribuídos entre as esferas municipal, estadual e federal e oferece 500 diferentes serviços em um único prédio com toda comodidade e infraestrutura necessárias.

Mas há também edificações históricas, como o Palácio Rio Branco, construído em 1930, e construções que chegam a desafiar a engenharia, como a ponte Juscelino Kubitschek, mais conhecida como Ponte Metálica, que teve sua obra iniciada em 1969 e foi inaugurada em 1971.

A Ponte Metálica na época de sua construção foi criada para que pudesse se elevada em sentido vertical e, assim, permitir que embarcações de grande porte trafegassem pelo rio Acre. Atualmente, partes da ponte que seriam utilizadas para que ela pudesse ser elevada foram restauradas e colocadas em exposição no Mercado Velho.

Outro ponto que marca a contemporaneidade e a história do Estado é o Mercado Velho, que foi revitalizado e em suas paredes há relatos da História do Acre.

Arquiteta, a primeira-dama Marlúcia Cândida observa que Rio Branco é uma cidade que sempre foi feita com muito carinho por seus munícipes e por seus governantes. “Em alguns momentos esse carinho pela cidade pode até ter se excedido, mas nós sabemos que tudo é sempre construído com muito carinho por todos os envolvidos”, ressalta Marlúcia Cândida.

Mais valorização – Os bairros Seis de Agosto e Cadeia Velha estão entre os mais tradicionais da capital acreana. Ambos ganharam novos ares urbanísticos com a construção da Quarta Ponte e da Avenida Amadeo Barbosa, que modificou o trânsito da cidade para quem se desloca entre o Primeiro e o Segundo Distrito da capital, e ainda tornou-se um ponto de referência para as festas populares promovidas pelo governo do Estado, como por exemplo, o Carnaval do Povo, o Arraial Cultural e o Réveillon do Povo, que acontecerá pela primeira vez este ano na Amadeo Barbosa.

Aos 129 anos, a cidade se reorganiza no trânsito com ações promovidas pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para acompanhar o crescimento populacional e dos veículos que trafegam nas ruas e avenidas.

Também há inúmeros investimentos na área de saúde, com a ampliação e reforma de unidades de saúde referência, como o caso dos investimentos que foram feitos no Hospital das Clínicas, no Hospital de Urgência e Emergência (Huerb) e ainda a construção do Hospital de Traumato-Ortopedia de Rio Branco.

A infraestrutura viária também faz parte dos avanços conquistados pela capital acreana, com a pavimentação de ruas por meio do programa Ruas do Povo, que visa pavimentar ruas de toda a cidade e levar mais mobilidade para milhares de famílias que enfrentam lama e poeira.

 

Acre

‘Pai me dá um real’ é levado para atendimento especializado no PS

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A prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), vem realizando alinhamento e desenvolvendo estratégias com a rede de atendimento e os órgãos competentes da justiça, para que o Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua seja efetivado de maneira eficaz.

Na tarde dessa quinta-feira, 27, equipes realizaram ação fruto de uma articulação e integração da rede que resultou na internação do senhor Ivanildo Barata, conhecido como: “Pai me dá um real”. Ele foi levado ao Pronto-Socorro e recebeu atendimento especializado de toda a rede.

Ações como internações, atendimentos médico e social, acolhimento, vacinação, alimentação, fortalecimento de vínculos interpessoais e familiares, entre outros, são realizados diariamente pelas equipes de abordagem social do Centro POP, vinculado a SASDH e Consultório de Rua que é um dos serviços da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

As ações têm a coordenação da diretora de Assistência Social da SASDH, Keilla Carvalho, em parceria e acompanhamento do NATERA (MPAC).

Algumas ações também são integradas com SAMU, HUERB, Equipe do Leito de Saúde Mental, Gabinete Militar e articuladas pela diretora de Direitos Humanos da SASDH, Rila Freze, que acompanha pessoalmente as intervenções.

“É nosso dever e obrigação dispensar à todas as pessoas proteção e dignidade. Essa é uma bandeira do prefeito Tião Bocalom e da vice-prefeita e secretária da SASDH, Marfisa Galvão, e não seria diferente com as pessoas em situação de rua, que estão em extrema vulnerabilidade social, por diversos fatores”, frisou Rila Freze.

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Acre

Focos de queimadas aumentaram 380% em janeiro de 2022

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Entre os dias 1º e 27 de janeiro de 2022, o número de focos de queimadas detectados no Acre aumentou 380% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 24 registros ocorridos neste ano, contra apenas 5 do ano passado.

Os dados são do satélite de referência Aqua Tarde do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e disponibilizados por meio do Programa Queimadas, plataforma que mostra o andamento das queimadas em todo o país e tem atualizações diárias.

Esse é o maior número de focos de incêndio registrado em um mês de janeiro no Acre desde o começo da série histórica do INPE, que se iniciou em 1998. O dado é incomum para a época do ano, que é a mais chuvosa no estado.

O Acre fechou o ano de 2021 com 8.828 focos de queimadas, o quarto pior índice da história, mas com uma redução de 4% em comparação ao ano anterior. O município de Feijó foi o que mais registrou incêndios no ano, com 1.520 focos.

Outros estados da região Norte tiveram grandes aumentos de focos de queimadas nos primeiros 26 dias do mês de janeiro. Roraima foi o que chamou mais a atenção com uma elevação de 752% – foram 38 focos detectados em 2021 contra 324 deste ano.

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Acre

Megaoperação cumpre 126 mandados em cinco cidades

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O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), deflagrou na manhã desta sexta-feira, 28, em parceria com a Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública, deflagrou a Operação Tempestade, visando cumprir 126 mandados expedidos pela Vara de Delitos de Organização de Criminosa.

Essa é uma das maiores operações do Gaeco nos últimos anos, e a sua origem se deu a partir da análise de documentos apreendidos em operação anterior, quando foram identificadas lideranças da organização criminosa “Comando Vermelho” com alto grau hierárquico, responsáveis pelos núcleos de cadastramento, contabilidade, e pagamento de “biqueiras” (pontos de venda de drogas).

Estão sendo cumpridos 81 mandados de prisões preventivas e 45 mandados de busca e apreensão em Rio Branco, bem como nos municípios de Sena Madureira, Porto Acre, Brasiléia, e Cruzeiro do Sul. Também há mandados a serem cumpridos nos presídios Francisco de Oliveira Conde, na capital, Moacir Prado, em Tarauacá, e no Complexo Anísio Jobim, em Manaus (AM).

Ao todo, mais de 150 policiais militares foram empregados na realização da Operação Tempestade, incluindo o apoio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, com emprego do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além de promotores de Justiça do Gaeco e servidores do MPAC.

Operação Tempestade

O nome da Operação foi escolhido devido à magnitude da área de cumprimento dos mandados, incluindo diversos municípios do Acre, com extensão de Rio Branco a Cruzeiro do Sul, além do que, o período da deflagração corresponde àquele propenso para maior possibilidade de chuvas fortes no estado.

(Ascom/MPAC)

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Acre

Motoristas de ônibus ameaçam cruzar os braços na próxima semana

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A situação do transporte público de Rio Branco pode ficar ainda pior. Os motoristas de todas as empresas que operam nos sistema da capital acreana ameaçam cruzar os braços a partir da próxima terça-feira, 1 de fevereiro.

Um grupo de profissionais, que prefere não se identificar com medo de retaliações, procurou o ac24horas para demonstrar a insatisfação com a condução dos trabalhos após a prefeitura assumir o controle do sistema de transporte público.

Os motoristas relatam que estão perdendo dinheiro, já que a prefeitura afirma que vai se responsabilizar apenas pelo salário, sem vantagens. Na prática, isso representa perda de diversas vantagens que agregam ao salário no final do mês. Um motorista que ganhava 4 mil reais por mês, pelas contas dos profissionais, vai receber metade do valor apenas. “Eles estão querendo tirar todas as nossas vantagens que são legais como anuênio, ticket alimentação e outras coisas. Não vamos aceitar”, diz um dos motoristas.

Uma outra reclamação é em relação a entrega da cesta básica. “Os motoristas da São Judas Tadeu, Via Verde e Floresta vão aderir ao movimento de paralisação porque a prefeitura não está assumindo o compromisso de pagar nossas gratificações e nem a nossa cesta básica. Se a gente não tiver uma resposta até segunda-feira, vamos parar tudo”, afirma um motorista.

O ac24horas procurou a prefeitura de Rio Branco. Anízio Alcântara, superintendente da RBTrans, falou sobre as reivindicações dos motoristas. “Foi criado um grupo da área jurídica da prefeitura para tratar essas questões. É preciso saber até onde a prefeitura, como poder público, pode ir e onde é competência da iniciativa privada. Esse grupo deve se reunir hoje e logo que tivermos uma posição, vamos informar aos motoristas”, disse.

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