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A Tribuna: 67,4% da população de Rio Branco ainda não sabe em quem vai votar para prefeito em 2012

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Nova pesquisa A TRIBUNA/Data Control realizada no dia 22 aponta que a eleição do ano que vem está indefinada e Bocalom (PSDB) mantém dianteira seguido por Perpétua (PC do B).

Se a eleição para prefeito de Rio Branco fosse hoje, a maioria do eleitorado não saberia em quem votar. Esta é a conclusão da última pesquisa deste ano encomendado pelo jornal A TRIBUNA. 67,4% dos 402 pesquisados disseram que não sabem em quem votar quando a pergunta é efetuada em caráter espontâneo.

O possível candidato do PSDB, Tião Bocalom, no entanto, mantém-se em primeiro lugar na lembrança dos eleitores com 18,4%. Ele é seguido pela deputada federal Perpétua Almeida (PC do B) que aparece com 7,2% das intenções de voto.

O pré-candidato do PMDB, o ex-deputado Fernando Melo, é o terceiro colocado com 2,2% e, colado nele, vem o coordenador do Programa Ruas do Povo, engenheiro Marcus Alexandre com 1,2%, o que caracteriza um empate técnico, conforme a margem de erro da pesquisa.

Pela característica espontânea deste item, alguns nomes que não estão postos como candidatos a prefeito de Rio Branco também são citados. Neste quesito não é apresentado os nomes dos possíveis candidatos.

Estes são os casos do atual prefeito Raimundo Angelim  (1%), do deputado federal Márcio Bittar (0,7%), do senador Jorge Viana (0,5%), do deputado estadual Ney Amorim (0,2%), do senador Sérgio Petecão (0,2%), do vereador Rodrigo Pinto (0,2%), do ex-governador Binho Marques (0,2%) e do deputado federal Flaviano Melo (0,2%).

A coleta de dados, ou seja, o trabalho de campo, foi feito no dia 22 deste mês, e é a última pesquisa de opinião pública de 2011. Sua margem de erro é de 4%. A partir da semana que vem todas as pesquisas, obrigatoriamente, deverão ser registradas na justiça eleitoral. Leia tudo no jornal A Tribuna

Acre

‘Pai me dá um real’ é levado para atendimento especializado no PS

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A prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), vem realizando alinhamento e desenvolvendo estratégias com a rede de atendimento e os órgãos competentes da justiça, para que o Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua seja efetivado de maneira eficaz.

Na tarde dessa quinta-feira, 27, equipes realizaram ação fruto de uma articulação e integração da rede que resultou na internação do senhor Ivanildo Barata, conhecido como: “Pai me dá um real”. Ele foi levado ao Pronto-Socorro e recebeu atendimento especializado de toda a rede.

Ações como internações, atendimentos médico e social, acolhimento, vacinação, alimentação, fortalecimento de vínculos interpessoais e familiares, entre outros, são realizados diariamente pelas equipes de abordagem social do Centro POP, vinculado a SASDH e Consultório de Rua que é um dos serviços da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

As ações têm a coordenação da diretora de Assistência Social da SASDH, Keilla Carvalho, em parceria e acompanhamento do NATERA (MPAC).

Algumas ações também são integradas com SAMU, HUERB, Equipe do Leito de Saúde Mental, Gabinete Militar e articuladas pela diretora de Direitos Humanos da SASDH, Rila Freze, que acompanha pessoalmente as intervenções.

“É nosso dever e obrigação dispensar à todas as pessoas proteção e dignidade. Essa é uma bandeira do prefeito Tião Bocalom e da vice-prefeita e secretária da SASDH, Marfisa Galvão, e não seria diferente com as pessoas em situação de rua, que estão em extrema vulnerabilidade social, por diversos fatores”, frisou Rila Freze.

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Acre

Focos de queimadas aumentaram 380% em janeiro de 2022

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Entre os dias 1º e 27 de janeiro de 2022, o número de focos de queimadas detectados no Acre aumentou 380% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 24 registros ocorridos neste ano, contra apenas 5 do ano passado.

Os dados são do satélite de referência Aqua Tarde do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e disponibilizados por meio do Programa Queimadas, plataforma que mostra o andamento das queimadas em todo o país e tem atualizações diárias.

Esse é o maior número de focos de incêndio registrado em um mês de janeiro no Acre desde o começo da série histórica do INPE, que se iniciou em 1998. O dado é incomum para a época do ano, que é a mais chuvosa no estado.

O Acre fechou o ano de 2021 com 8.828 focos de queimadas, o quarto pior índice da história, mas com uma redução de 4% em comparação ao ano anterior. O município de Feijó foi o que mais registrou incêndios no ano, com 1.520 focos.

Outros estados da região Norte tiveram grandes aumentos de focos de queimadas nos primeiros 26 dias do mês de janeiro. Roraima foi o que chamou mais a atenção com uma elevação de 752% – foram 38 focos detectados em 2021 contra 324 deste ano.

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Acre

Megaoperação cumpre 126 mandados em cinco cidades

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O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), deflagrou na manhã desta sexta-feira, 28, em parceria com a Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública, deflagrou a Operação Tempestade, visando cumprir 126 mandados expedidos pela Vara de Delitos de Organização de Criminosa.

Essa é uma das maiores operações do Gaeco nos últimos anos, e a sua origem se deu a partir da análise de documentos apreendidos em operação anterior, quando foram identificadas lideranças da organização criminosa “Comando Vermelho” com alto grau hierárquico, responsáveis pelos núcleos de cadastramento, contabilidade, e pagamento de “biqueiras” (pontos de venda de drogas).

Estão sendo cumpridos 81 mandados de prisões preventivas e 45 mandados de busca e apreensão em Rio Branco, bem como nos municípios de Sena Madureira, Porto Acre, Brasiléia, e Cruzeiro do Sul. Também há mandados a serem cumpridos nos presídios Francisco de Oliveira Conde, na capital, Moacir Prado, em Tarauacá, e no Complexo Anísio Jobim, em Manaus (AM).

Ao todo, mais de 150 policiais militares foram empregados na realização da Operação Tempestade, incluindo o apoio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, com emprego do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além de promotores de Justiça do Gaeco e servidores do MPAC.

Operação Tempestade

O nome da Operação foi escolhido devido à magnitude da área de cumprimento dos mandados, incluindo diversos municípios do Acre, com extensão de Rio Branco a Cruzeiro do Sul, além do que, o período da deflagração corresponde àquele propenso para maior possibilidade de chuvas fortes no estado.

(Ascom/MPAC)

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Acre

Motoristas de ônibus ameaçam cruzar os braços na próxima semana

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A situação do transporte público de Rio Branco pode ficar ainda pior. Os motoristas de todas as empresas que operam nos sistema da capital acreana ameaçam cruzar os braços a partir da próxima terça-feira, 1 de fevereiro.

Um grupo de profissionais, que prefere não se identificar com medo de retaliações, procurou o ac24horas para demonstrar a insatisfação com a condução dos trabalhos após a prefeitura assumir o controle do sistema de transporte público.

Os motoristas relatam que estão perdendo dinheiro, já que a prefeitura afirma que vai se responsabilizar apenas pelo salário, sem vantagens. Na prática, isso representa perda de diversas vantagens que agregam ao salário no final do mês. Um motorista que ganhava 4 mil reais por mês, pelas contas dos profissionais, vai receber metade do valor apenas. “Eles estão querendo tirar todas as nossas vantagens que são legais como anuênio, ticket alimentação e outras coisas. Não vamos aceitar”, diz um dos motoristas.

Uma outra reclamação é em relação a entrega da cesta básica. “Os motoristas da São Judas Tadeu, Via Verde e Floresta vão aderir ao movimento de paralisação porque a prefeitura não está assumindo o compromisso de pagar nossas gratificações e nem a nossa cesta básica. Se a gente não tiver uma resposta até segunda-feira, vamos parar tudo”, afirma um motorista.

O ac24horas procurou a prefeitura de Rio Branco. Anízio Alcântara, superintendente da RBTrans, falou sobre as reivindicações dos motoristas. “Foi criado um grupo da área jurídica da prefeitura para tratar essas questões. É preciso saber até onde a prefeitura, como poder público, pode ir e onde é competência da iniciativa privada. Esse grupo deve se reunir hoje e logo que tivermos uma posição, vamos informar aos motoristas”, disse.

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