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Deputado põe livro em cesta de Natal para moradores de casas de acolhimento em Rio Branco

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O livro “Os Últimos Irmãos”, de autoria do deputado Moisés Diniz (PC do B), foi distribuído nesta sexta-feira, 23, a moradores da casa Caminho de Luz, do Lar Vicentino e da Colônia Souza Araújo. A distribuição foi feita pelo próprio deputado entre as 10 h e 15h de hoje.

“A idéia é passar um dia cuidando das coisas do coração”, comentou Moisés, mostrando um kit com o livro e um mini panetone, que foi entregue a cada um dos mais de 200 residentes nas instituições.

O dia foi de festa para os contemplados. Enquanto visitava as comunidades, o deputado era informado das dificuldades por que passam e garantiu um retorno breve, na condição de líder do Governo, para ouvir propostas de soluções.

Mantida por uma igreja evangélica, a casa Caminho de Luz abriga (?) jovens que sofrem com dependência química, drogas e álcool. No Lar Vicentino, tradicional asilo para idosos de Rio Branco, 62 pessoas esperam por parentes que raramente os visitam.

Moisés os surpreendeu com o livro junto ao doce panetone. “Um livro é uma vida”, comentou Maria Judite Braga, 85 anos, do Seringal Andirá, agora residente no Lar São Vicente de Paulo.

Na Colônia Souza Araújo, Moisés foi surpreendido num encontro com dois poetas, Argemiro Pantoja e Jonas Nogueira, repentistas que contam a história do Acre em versos. O deputado gravou as declamações em seu celular e as veicula em seu blog.

É muito difícil fazer estas visitas sem que nos acusem de populistas, mas eu nunca abrirei mão de estar com estes homens e mulheres que fizeram a história do Acre e agora vivem da bondade de outros homens e mulheres”, argumenta o deputado.

As casas são espaçosas, muito limpas e arejadas. Os quintais são jardins, no Vicentino e misto de jardim e lavoura na Souza Araújo, obra da Igreja Católica Apostólica Romana, como lembra o poeta Argemiro Pantoja. A Colônia possui um pequeno rebanho de gado e generosa horta em estufas com acompanhamento técnico.

Os flamboyants, mangueiras e jambeiros ornamentam, refrescam e dão suco aos residentes. Nem todos sabem ler, poucos recebem visitantes e, portanto, dão aos que chegam toda a atenção.

Não é fácil achar uma vaga para viver no Lar dos Vicentinos quando na alta idade. E também não vale fazer reserva. Lá só abre vaga através da “alta celestial”, como diz a coordenadora, Gisleine Ribeiro sobre os residentes que morrem. “Dificilmente os que entram vão embora”, conta Gisleine, mostrando como exemplo um homem cuja família resolveu resgatá-lo, mas que preferiu continuar na casa.

“Esta falta de vagas em casas de acolhimento para idosos em Rio Branco é preocupante”, reconhece o líder do Governo, deputado Moisés Diniz. O parlamentar defende maior participação do Orçamento do Estado na manutenção e fortalecimento destas instituições, bem como em novas construções. “Daqui a pouco é um de nós que vai atrás desta vaga”, observa Moisés.

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