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Chuvas provocam cenário de buracos na BR 364, Superintende pediu para sair

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O trecho entre Cruzeiro do Sul e o município de Tarauacá volta a apresentar uma série de defeitos. Mesmo com os remendos feitos pelo Deracre, quem passa pela BR continua se deparando com o cenário de buracos reabertos pelas chuvas das últimas semanas. Motoristas enviaram fotos para o ac24horas. Ano passado a rodovia passou por revisão. O Superintendente de Obras e Conservação da Regional do Juruá, o engenheiro civil Josinaldo Batista Ferreira pediu para sair do cargo.

Fotos foram enviadas por caminhoneiros ao ac24horas

Após o Rio Liberdade os motoristas começam a sofrer. Os caminhões não conseguem andar muito tempo sem frear e reduzir marchas. As crateras em trechos já recuperados são enormes e se apresentam como mais um perigo para quem trafega diariamente na região. A responsabilidade inteira recaindo sobre os ombros dos motoristas em mais uma temporada de forte inverno no Estado do Acre.

Setores de comunicação do Estado recomendam que caminhões e automóveis andem com manutenção em dias. O alerta é para evitar acidentes para quem pretende sair de férias entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco e também no sentido inverso.

Os problemas apresentados foram alvos de denuncias pela Confederação Nacional dos Transportes. A BR 364 que custará quando inaugurada mais de R$ 2 bilhões aos cofres públicos, não esta no ranking das 10 melhores do país, e pior: foi classificada com o estado geral de regular, com sinalização e geometria ruim e ainda, com pavimentação regular.

Segundo custos médios gerenciais do DNIT, serão necessários R$ 406,1 milhões para a recuperação da malha federal do Acre. Mais R$ 32,5 milhões são necessários para conservação. Em todo o Estado existem 660 km de trechos desgastados; 129 km apresentam trechos trincas, buracos, ondulações e afundamentos. Faltam sinalizações em 20 km das estradas estudadas.

A pesquisa é uma avaliação independente das rodovias a partir da perspectiva dos usuários, contemplando a segurança e o desempenho.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
jscarioca@globo.com

 

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Cotidiano

PL que determina a agressor custeio do tratamento de animais maltratados avança na Aleac

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Em reunião conjunta nesta quarta-feira (16), as Comissões de Constituição e Justiça, Legislação Agrária e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, aprovaram o projeto de lei número 70, de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB), que impõe aos autores de maus-tratos a animais o pagamento do tratamento da saúde dessas vítimas. O relator do PL, deputado Pedro Longo (PV), recomendou a aprovação do texto.

Outro projeto de lei aprovado nas Comissões retira exigência de licença ambiental para extração da piçarra que será usada na manutenção da malha viária do Estado do Acre. O deputado Daniel Zen (PT) votou contrário, pedindo que essa medida fosse substituída pelo rito sumário no licenciamento.

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Cotidiano

Entenda por que a conta de luz está mais cara e por que deve continuar a subir

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A energia elétrica foi o item de maior peso na última divulgação da inflação oficial do país. Apenas no mês passado, a alta foi de 5,37%, o que correspondeu a 0,23 ponto percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio. Em 12 meses, o acumulado está em 8,06%.

E se os brasileiros sentiram o aumento da conta de luz no bolso, a tendência é de piora. Maio foi o mês em que passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,169 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos ao mês. Mas, neste mês, a tarifa passou a considerar o patamar 2, que adiciona R$ 6,243 na conta para cada 100 kWh.

O estouro de preço é consequência da crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas. O Brasil enfrenta a pior estiagem dos últimos 91 anos, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), fazendo necessário o acionamento das usinas termelétricas para suprir a queda de oferta.

Abaixo, entenda em detalhes o que está fazendo aumentar os preços de energia.

Por que a conta de luz está mais alta?

Com a crise hídrica e queda do nível dos reservatórios de hidrelétricas, a oferta de energia é compensada por usinas termelétricas. O custo de geração fica mais alto e esse preço é repassado ao consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o acionamento além do previsto de usinas termelétricas para garantir o fornecimento de energia em 2021 vai custar R$ 9 bilhões aos consumidores. De janeiro a abril deste ano, o acionamento adicional das termelétricas já custou R$ 4,3 bilhões.

Para compensar esse gasto, foi adotada a bandeira vermelha patamar 2, nível máximo de cobrança extra aos consumidores.

O que são as bandeiras tarifárias?

Para incentivar a economia de energia, o país tem um sistema de aumento da cobrança que se move de acordo com a condição dos reservatórios. Essas divisões foram chamadas de bandeiras tarifárias.

Quando as condições de produção pioram, há uma mudança de fase, definida sempre pela Aneel. São quatro níveis:

– Bandeira verde: não gera cobrança extra no consumo de energia.

– Bandeira amarela: gera tarifa extra de R$ 1,343 para cada 100 kWh consumidos no mês.

– Bandeira vermelha, patamar 1: a cobrança extra é de R$ 4,169 a cada 100 kWh.

– Bandeira vermelha, patamar 2: adicional sobe para R$ 6,243 na conta para cada 100 kWh.

Por que está chovendo menos?

Especialistas disseram ao G1 que o período de seca intensa é consequência de uma junção de efeitos climáticos do desmatamento na Amazônia, do aquecimento global causado pela queima de combustíveis fósseis e do fenômeno natural La Niña.

Com menos árvores na Amazônia, há cada vez menos umidade para os ventos que “transportam”a chuva para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Segundo os cientistas, o aumento da temperatura também reduz a precipitação no Brasil central.

O La Niña diminui a temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico tropical central e oriental e gera uma série de mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura no planeta. Um dos efeitos é a mudança de padrão de ventos na região equatorial, que se tornam mais ou menos intensos, e isso muda a chegada das frentes frias e reduz as chuvas na porção Sul do Brasil.

A situação vai melhorar?

Ao longo do ano, o Brasil tem meses secos e chuvosos. A crise é ainda mais grave porque os próximos meses são os de estiagem (de maio a setembro). A expectativa, portanto, é que o nível dos reservatórios deve baixar ainda mais.

Com essa condição em vista, não há previsão de desligamento das termelétricas nem de adoção de níveis mais brandos das bandeiras tarifárias.

Nesta terça-feira (15), inclusive, o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, afirmou que a agência prepara mudanças que vão encarecer ainda mais a conta de luz já nas próximas semanas. O valor da bandeira vermelha patamar 2 está sendo discutido e deve ser aumentado em cerca de 20%, passando dos R$ 7.

Pepitone estimou que a crise hídrica deve causar uma alta de 7% a 7,5% nas contas de luz neste ano e de pelo menos 5% em 2022.

Existe perigo de racionamento ou apagão?

O Ministério de Minas e Energia descarta a possibilidade de apagão em 2021.

O governo, porém, estuda publicar uma medida provisória que concentra poderes para adotar medidas de racionamento de energia elétrica.

De acordo com o blog da Ana Flor, a proposta de MP cria a Câmara de Regras Operacionais Excepcionais para Usinas Hidrelétricas (Care), que passaria a gerenciar a vazão das usinas hidrelétricas.

O foco é, de maneira urgente e temporária, direcionar a utilização dos recursos hídricos para a garantia de produção de energia elétrica.

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Cotidiano

Termina nesta quarta-feira o prazo para pagamento de taxa do Revalida 2021

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Termina nesta quarta-feira, 16, o prazo para pagamento da taxa de inscrição dos médicos que se inscreveram no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2021. O pagamento dos R$ 330 da taxa deve ser feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios.

O boleto pode ser gerado por meio do sistema do exame, disponibilizado no site.

Aplicado desde 2011, o Revalida tem por objetivo revalidar os diplomas de graduação em medicina expedidos no exterior. O exame avalia habilidades, competências e conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ele é composto por uma etapa teórica e outra prática, abordando, de forma interdisciplinar, as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva).

A aplicação da primeira etapa do exame está prevista para o dia 5 de setembro, em oito capitais: Brasília, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo. O participante deverá indicar a cidade onde deseja realizar o exame, por meio do Sistema Revalida, no momento da inscrição.

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Acre

“É um governo de ricos para ricos”, diz Cesário após apoio do governo a Jorge Moura

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Após o governo se posicionar contra a fiscalização realizada por funcionários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf/AC) na fazenda Campo Esperança, no município de Capixaba, de propriedade do pecuarista Jorge Moura, na última terça-feira (15), o presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Cesário Braga, se posicionou contra o ato de solidariedade da classe política ao fazendeiro.

Braga lembrou que Gladson Cameli já reafirmou centenas de vezes que seu compromisso era com o agronegócio. Segundo ele, seu posicionamento continua sendo contra o incentivo ao agronegócio, mas, sim aos pequenos produtores. “Agronegócio é coisa de rico! E quem precisa de ajuda do governo são os pobres da agricultura familiar e que estes estão esquecidos pelo governo”, disse.

Cesário frisou que devido a ação contra Jorge Moura, os grandes fazendeiros do Agronegócio vão se reunir com Gladson em busca de cessar as operações de fiscalização em grandes propriedades”, ressaltou.

Enquanto isso, o petista acrescentou que os trabalhadores e trabalhadoras rurais continuarão sofrendo e recebendo multas por abrirem um roçado para sobreviver. Braga ponderou que os escritórios da Secretaria de Agricultura e Produção do Acre (SEPA) deveriam atender os pequenos produtores rurais estão, mas, estão fechados. “Não se tem um palmo de terra mecanizados com tratores do governo e a assistência técnica não existe, mas podem esperar, essa semana vai ter foto, novamente, no plantio de soja do bacana que reclamou da fiscalização”, concluiu.

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