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Paulistas querem arrecadar R$ 30 mil para produção do documentário “O Acre Existe”

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Quatro paulista, os cineastas Bruno Graziano e Raoni Gruber e os jornalistas  Milton Leal e Paulo Silva, lançaram na internet, no endereço www.oacreexiste.com, a campanha o ‘Acre Existe’ na intenção de arrecadar R$ 30 mil para produção de um documentário independente que visa retratar uma incursão antropológica sobre o Estado.

Eles percorrerão 10 mil quilômetros de estradas, saíndo de São Paulo em direção ao Acre, a produção do documentário deve iniciar na próxima sexta-feira (16). “A gente ouve muito aqui em São Paulo piadas como o Acre não existe, o Acre é uma invenção. E a gente vai provar que o Acre existe”, disse um dos entusiastas do projeto.

Em um vídeo de apoio, mostram entrevistados que não fazem ideia do nome da capital acriana.

Eles garatem a devolução do dinheiro caso não consigam concretizar  a ideia. “Nosso projeto é independete, mas não é amador. A sua empresa também pode ser colaboradora”, afirmam os paulistas que aceitam ajuda a partir de R$ 20,00.

O documentário deve ser apresetado no Festival do Rio, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival de Cinema da Amazônia.

Detalhamento dos custos:

Locação do carro – R$ 7,3 mil (45 diárias)

Combustível – R$ 2,2 mil (10 mil km rodados)

Alimentação e estadia – R$ 7,4 mil (4 pessoas por 45 dias)

Locação e seguro de equipamentos – R$ 8,7 mil (câmeras e áudio)

Pós-produção (edição, animações, trilha e mixagem) – R$ 11,5 mil

Orçamento estimado total: R$ 37,1 mil

Texto produzido pelo projeto:

Ao completar 50 anos de existência como Estado brasileiro, o Acre ainda é uma região à margem da mídia nacional. É muito relevante retratar a contemporaneidade da cultura acreana e suas particularidades. Mostrar por meio de imagens e depoimentos como vivem, o que pensam e quem são os brasileiros que habitam o extremo oeste do território nacional. Até lá, um longo caminho de descobertas do suposto centro do País até a Amazônia acreana.

Partindo de São Paulo, a viagem de carro passa por vários Estados até chegar ao Acre, onde serão visitadas cidades como Rio Branco, Xapuri, Brasileia, Assis Brasil, Sena Madureira, Manuel Urbano, Feijó e Cruzeiro do Sul.

A captação será feita entre os dias 16 de dezembro de 2011 e 10 de fevereiro de 2012 com duas câmeras profissionais “full HD” e equipamento profissional de áudio. A finalização de imagem será feita numa ilha de edição dedicada, em programas como Final Cut, After Effects, Color e Motion. A pós-produção de áudio e a trilha sonora serão feitas em um estúdio profissional. O filme será finalizado em HDCAM, arquivo digital em alta definição e DVD.

O documentário está previsto para ser lançado no segundo semestre de 2012, visando a estreia no Festival do Rio, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e Festival de Cinema da Amazônia.

Contato
Milton Leal – Produtor – [11] 8374-7817

Acre

Acre registra dois novos casos e mais uma morte por Covid-19

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Em boletim divulgado na tarde desta quinta-feira, 23, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), informou o registro de dois novos casos de infecção por coronavírus e mais uma morte pela doença, elevando o número de infectados para 87.934 e de morte para 1.836.

Até o momento, o Estado registra 248.003 notificações de contaminação pela doença, sendo que 160.024 casos foram descartados e 45 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 85.917 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 13 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

O óbito registrado foi da moradora de Epitaciolândia, J.B.S.C., de 21 anos, que deu entrada no dia 23 de agosto, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), e faleceu no dia 21 de setembro.

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Acre

MPF cobra mais acessibilidade no aeroporto de Rio Branco

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O Ministério Público Federal (MPF) no Acre oficiou a superintendência do Aeroporto Internacional de Rio Branco com prazo para a tomada de medidas que melhorem as condições de embarque e desembarque de passageiros com deficiência ao utilizarem as instalações e facilidades do aeródromo.

Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Lucas Costa Almeida Dias, a medida faz parte de ação coordenada pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), que propõe a apuração das condições de acessibilidade de passageiros com necessidades de assistência especial no embarque e desembarque nos aeródromos brasileiros.

O MPF elaborou relatório circunstanciado sobre as condições de acessibilidade no Aeroporto Internacional de Rio Branco e constatou falta de sinalização tátil nas dependências do aeroporto para pessoas com deficiência visual, bem como ausência de adequação às normas técnicas dos blocos do piso tátil existentes.

Além disso, foi constatado que as companhias áreas não dispõem de equipamentos suficientes que auxiliem os passageiros no embarque e desembarque, como cadeiras motorizadas, equipamento de ascenso e descenso, rampas de acesso as aeronaves, pontes de embarque/desembarque.

Também foi detectado que falta fiscalização na parada de veículos na via pública de circulação do aeroporto, de modo que os motoristas ocupam as vagas reservadas para PCD ou bloqueiam o acesso às rampas, bem como as calçadas e vias de acesso estão deterioradas, e apresentam, além de rachaduras, obstáculos como valas a céu aberto e tampas elevadas que podem acidentar os transeuntes, sobretudo as pessoas com deficiência.

Outras falhas elencadas no relatório do MPF são o número insuficiente de assentos reservados às PCDs no terminal de desembarque, bem como a existência de apenas um caixa eletrônico de autoatendimento bancário destinado ao uso geral de passageiros, de maneira que, para a PCD realizar o autoatendimento no terminal precisa contar com a ajuda de terceiros, o que fragiliza a sua segurança. Além disso, nenhuma das companhias aéreas possui balcões adaptados para atendimento acessível e não existe fraldário adulto no saguão, ou nas salas de embarque/desembarque do aeroporto.

O MPF questiona à superintendência do aeroporto quais medidas serão adotadas para sanar as irregularidades apontadas no relatório técnico e garantir a acessibilidade às pessoas com deficiência, além de pedir que seja encaminhado cronograma detalhado dessas atividades, com prazo máximo de seis meses para execução.

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Acre

Desocupação no Acre segue entre as 10 maiores do país

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A taxa de desocupação do Acre no 2º trimestre deste ano ficou em 15,9% da população em idade de trabalhar, percentual que o coloca na 9ª posição entre os Estados e em nível superior à média brasileira (14,1%).

Os dados constam do boletim periódico do Instituto Jones dos Santos Neves, que realiza estudos para o Governo do Estado do Espírito Santo. Na PNAD Contínua divulgada em 31 de agosto de pelo IBGE, a desocupação no Acre era a 8ª maior do País. O ranking era liderado por Pernambuco nos dois estudos.

Consideram-se desocupadas, aquelas pessoas sem trabalho, na semana de referência da pesquisa, que tomaram alguma providência efetiva para consegui-lo no período de referência de 30 dias e que estavam disponíveis para assumi-lo na semana de referência.

Consideram-se, também, como desocupadas as pessoas sem trabalho na semana de referência que não tomaram providência efetiva para conseguir trabalho no período de referência de 30 dias porque já haviam conseguido trabalho e que iriam começar após a semana de referência.

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Acre

Acre registrou 3.085 focos de incêndios em setembro, diz Inpe

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Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apontam que o Estado do Acre registrou, somente nos primeiros 20 dias de setembro, 3.085 focos de incêndio. Já os números desde o dia 1° de janeiro mostram que foram registrados 6805 focos nos 22 municípios acreanos.

Segundo os dados do Inpe, o total é o maior dos últimos 16 anos. O instituto mostrou que os municípios que realizaram maiores índices de queimadas, nos últimos 9 meses, foram Feijó e Tarauacá.

Já na região norte, foram contabilizados mais de 11 mil focos de calor. A Amazônia brasileira registrou em agosto de 2021 mais de 28 mil focos de queimadas —o terceiro pior resultado para o período nos últimos 11 anos. Os números, disponibilizados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), só ficaram atrás dos registrados em 2019 e 2020, os dois primeiros anos do governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

Os incêndios no bioma costumam estar associados ao desmatamento. O fogo é usado para queimar a vegetação derrubada — e que foi deixada secando— e para limpar pastos.

O recorde de incêndios para agosto aconteceu há dois anos, quando foram mais de 30 mil focos de queimadas na região.

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