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Policia Militar forma a 10ª turma do PROERD em Plácido de Castro

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O elo entre polícia Militar, escola e  família é importante para crescimento de vida dos jovens

“Agradeço muito o sargento Almeida pelo o trabalho de ter acompanhado o meu filho”. Essa é a frase da dona de casa Terezinha Costa, mãe de Maicon Douglas de 11 anos de idade, estudante da 4º ano primário da Escola Lígia Carvalho. Ele foi um dos garotos a receber a medalha de aluno destaque do Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD), no Ginásio Wilson Paula da Pena em Plácido de Castro.

O Programa está formando a 10ª turma no município atendendo nessa etapa seis escolas municipais e estaduais.  239 crianças e jovens foram atendidas nessa etapa.

O programa é pedagogicamente estruturado em lições ministradas por um policial militar fardado que além da sua presença física em sala de aula, como educador social propicia um forte elo de ligação na comunidade, formando o tripé: escolar/Polícia Militar/família.

Presentes na solenidade de certificados das melhores redações e medalhas, o Comandante da 6ª Cia. Da Policia Militar de Plácido, o Tenente José Jamisson de Paiva Neri,O delegado de Policia Civil, Martin Fillus,o coordenador pedagógico do Programa de Rio Branco,  Sargento Leandro, a vereadora Marlene Carvalho, diretores de escolas,  a Secretária de educação Regiane Ribeiro e o Prefeito Paulinho Almeida.

– Queremos destacar o apoio do governo do Estado nesse programa de tanta importância para o crescimento de nossa juventude, o trabalho educacional dos profissionais da policia militar – destacou Paulinho.

O comandante tenente Jamisson de Paiva disse que a droga tem uma força diabólica que destrói a vida da maioria dos jovens. “Esse mal é  terrível, vem com um só propósito de destruir as nossas vidas e que infelizmente está conseguindo”, disse o tenente.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
jscarioca@globo.com

 

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Acre 01

Com velas e cruzes, manifestantes dizem que Bolsonaro está chicoteando o povo na pandemia

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A manifestação realizada na tarde deste sábado (19), em Rio Branco, para protestar contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou ao Palácio Rio Branco e deve contar com uma série de atividades culturais.

Durante o ato os manifestantes resolveram acender velas e pôr cruzes em memória as quase 500 mil mortes ocasionadas pelo coronavírus.

Revoltado com o cenário atual do país o ativista social, Francisco Panthio, declarou que o presidente Jair Bolsonaro não tem condições de comandar o país. “É na pandemia que o Bolsonaro está chicoteando o povo mais pobre, aumentando a gasolina, o gás, os alimentos e a energia elétrica”, ressaltou.

A organizadora do evento, Iwlly Cristina, contou que o ato é contra as recentes ações do governo federal. Segundo ela, a manifestação terá atrações culturais, como música, poema e teatro.

O ato, que é pacífico, ocorre em todo o país. O grupo é formado pela classe estudantil, universitários, movimentos sociais e agremiações de partidos da Esquerda e protestam em defesa da vacinação contra a Covid-19.

No Acre, esta é a sexta manifestação contra o presidente. Na ocasião, eles voltaram a pedir o impeachment do militar, e protestaram contra a alta dos preços dos combustíveis e dos alimentos.

O movimento ‘fora, Bolsonaro’, segundo a Central Única dos Trabalhadores, se manifesta também pelo auxílio de R$ 600, contra a miséria, mais investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS) e por geração de empregos.

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Extra Total

Manifestantes pedem impeachment de Bolsonaro em protesto pelas ruas de Rio Branco

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Foto: Whidy Melo/ac24horas

Com gritos de ‘miliciano, a sua hora está chegando’, milhares de pessoas se reuniram na tarde deste sábado (19), em Rio Branco, para protestar contra o Governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os atos são pacíficos e ocorrem em todo o país.

O grupo formado pela classe estudantil, universitários, movimentos sociais e agremiações de partidos da Esquerda, protestam em defesa da vacinação contra a Covid-19.

Foto: Whidy Melo/ac24horas

No Acre, esta é a sexta manifestação contra o presidente. Na ocasião, eles voltaram a pedir o impeachment do militar, e protestaram contra a alta dos preços dos combustíveis e dos alimentos.

Os mobilizadores da manifestação na capital informam que a concentração da caminhada ocorreu na Gameleira até o Palácio Rio Branco. O movimento ‘fora, Bolsonaro’, segundo a Central Única dos Trabalhadores, se manifesta também pelo auxílio de R$ 600, contra a miséria, mais investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS) e por geração de empregos.

Estiveram na manifestação o deputado estadual, Edvaldo Magalhães, e sua esposa, Perpétua Almeida, ambos do PCdoB.

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Acre 01

Acre registra quase 800 novos contaminados e 28 mortes por Covid-19 nos últimos 7 dias

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O estado do Acre registra neste sábado, 19, o acúmulo de 773 novos contaminados pelo novo coronavírus nos últimos sete dias. Em uma semana, também foram somadas 28 mortes por complicações da Covid-19. Segundo a secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), só neste sábado foram confirmados 67 casos confirmados por exames RT-PCR, 58 por testes rápidos e 2 por critério clínico epidemiológico. O número de infectados saltou de 84.687 para 84.812 nas últimas 24 horas.

Mais 1 notificação de óbito foi registrada neste sábado, sendo o mesmo do sexo masculino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 1.729 em todo o estado. O óbito referente ao morador de Rio Branco, P. G. M., de 82 anos, deu entrada no dia 5 de junho, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), vindo a falecer no dia, 18.

Até o momento, o Acre registra 227.589 notificações de contaminação pela doença, sendo que 142.657 casos foram descartados e 120 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 79.259 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 132 pessoas seguem internadas até o fechamento deste boletim.

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Acre

Conselheiro diz que Rio Branco nega vacina para farmacêuticos

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Após reportagem do ac24horas sobre o desencontro de informações na vacinação de pessoas acima de 40 anos no mutirão montado pelo governo do Acre na capital acreana, o Conselheiro Federal de Farmácias do Acre, Romeu Cordeiro, enviou uma nota afirmando que a diretora de assistência à saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Sheila Andrade, teria mentido ao jornal ao afirmar que nunca “houve recusa” do município de Rio Branco em vacinar pessoas do “grupo prioritário” da vacina contra Covid-19.

Segundo Cordeiro, mesmo sendo uma determinação do Ministério da Saúde, os profissionais farmacêuticos e os demais colaboradores do ramo têm o pedido de vacinação negado em todos os postos de vacinação. “Sheila Andrade destacou que desde o início da campanha de imunização contra o coronavírus, em nenhum momento a Semsa se recusou a vacinar nenhum indivíduo fora das faixas etárias estabelecidas, dos grupos prioritários e muito menos comorbidades”, diz o Conselheiro.

No entanto, ele afirma que neste sábado, 19, o profissional de saúde, Nélio Moraes, levou sua mãe para vacinar e aproveitou para perguntar se também poderia se vacinar, por fazer parte da classe da saúde. “A resposta foi que ele teria de esperar de acordo com a idade”. O conselheiro dos farmacêuticos diz que foi necessário acionar o judiciário em ação conjunta do Conselho Regional de Farmácias do Estado do Acre (CRF) e do Sincofac – sindicato das empresas do ramo farmacêutico, contra o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, e o seu secretário de saúde, Frank Lima, em processo que tramita na 3ª Vara Federal Cível e Criminal da SJAC e está concluso para decisão do juiz de direito.

Romeu afirma que dos 22 municípios acreanos, Rio Branco é a única cidade pendente em cumprir as determinações do Ministério de Saúde, que é vacinar todos os profissionais de saúde previsto no Plano Nacional de Imunizações (PNI), faltando uma média 60% do setor farmacêutico serem vacinados contra covid-19.

Ao Conselho, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, teria dito que “se os farmacêuticos não foram vacinados ainda é porque o Ministério [da Saúde] não autorizou”.

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