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Agricultura e Ciência e Tecnologia votam novo nesta terça o Código Florestal

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Acontece neste momento reunião conjunta das comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia para votação do projeto do novo Código Florestal  (PLC 30/2011). A reunião foi aberta pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM). O relator da matéria nas duas comissões, Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), já havia apresentado seu voto, mas o texto não foi votado devido a pedido de vistaPedido de vista é a solicitação feita por senador, ou por um grupo de senadores, para examinar melhor determinado projeto, adiando, portanto, sua votação. Quem concede a vista individual ou coletiva é o presidente da comissão onde a matéria está sendo examinada, por prazo improrrogável de até cinco dias. Caso a matéria tramite em regime de urgência, a vista concedida é de 24 horas, mas pode ser somente de meia hora se o projeto examinado envolve perigo para a segurança nacional. coletivo.

Luiz Henrique também foi relator do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde a proposta foi aprovada com algumas modificações. No relatório que será votado hoje, Luiz Henrique incluiu novas mudanças, como a separação de normas provisórias, para regulamentação do passivo ambiental, e normas permanentes, para a preservação das áreas florestadas.

Após a votação na CRA e CCT, o projeto segue para a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde é relatado pelo senador Jorge Viana (PT-AC). Conforme anunciou o presidente da CMA, o relatório de Jorge Viana deve ser apresentado no dia 16 e votado no dia 22, quando então a matéria seguirá para análise final em Plenário.

Da Redação / Agência Senado

Cotidiano

Ministra Damares garante que prestará assistência para mãe e bebê que nasceu em calçada

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, usou as redes sociais nesta quarta-feira, 26, para lamentar o descaso que ocorreu com a moradora de rua, Leliane Gomes da Cruz, que deu a luz a um bebê na calçada em frente a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco.

Diante do caso, a ministra disse que chegou a se assustar com o episódio que foi divulgado nas redes sociais. Segundo ela, ocorreu violência contra Leiliane e o bebê que, já se encontra com membros da família. “Essas imagens chegaram até mim hoje. Elas me assustaram. Este é um flagrante de inúmeras denúncias que recebemos todos os dias aqui em nosso Ministério. A violência neste vídeo é violência contra duas vidas, a da mamãe e do bebê.

Damares, visivelmente indignada com o descaso, disse que sua equipe deverá prestar apoio a mãe – com problemas psicólogos e a criança. “Essa mulher está desnorteada, essa mulher está sozinha, essa mulher está na rua. Essa mulher deveria estar num lugar aconchegante tendo todo o direito ao parto. O bebê está jogado numa calçada chorando, ele deveria estar num lugar protegido, longe de contaminação. Na gravação, é possível ouvir a voz de uma pessoa surpreendida com o que vê. Entende agora o trabalho de um Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos? Minha equipe já está buscando a criança e a mamãe. Vamos ajudar a ambos!”, escreveu.

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Cotidiano

Cerveja pode aumentar os riscos de ter covid, enquanto vinho pode diminuir

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Muito tem se estudado sobre atividades cotidianas que podem reduzir o risco de contrair o coronavírus. Um estudo desenvolvido pelo Shenzhen Kangning Hospital, na China, publicado no jornal acadêmico Frontiers in Nutrition, analisou os diferentes tipos de bebidas alcoólicas e se elas poderiam ajudar nos riscos de contrair a covid. Pessoas que tomam vinho tinto regularmente, por exemplo, se mostraram com 10% a 17% menos chances de contrair a doença. No entanto, pessoas que bebem cidra ou cerveja, se mostraram com mais chance de contrair a covid-19.

O estudo analisou dados de 473.957 pessoas do UK Biobank Study — um projeto de pesquisa que coleta informações sobre saúde e estilo de vida de quase 500.000 participantes no Reino Unido desde 2006. Eles investigaram a associação do álcool com a covid, observando o impacto na infecção e na mortalidade.

A partir das análises, os pesquisadores perceberam que os bebedores de vinho branco e champanhe — que consomem entre 1 a 4 copos por semana — tiveram um risco de 7% a 8% menor de contrair a covid-19, em comparação com os não bebedores. Mas, esse efeito não foi significativo quando consumiram cinco ou mais copos por semana.

Quem consumiu vinho fortificado (entre 1 a 2 copos por semana), apresentaram risco 12% menor de infecção. No entanto, qualquer consumo de três ou mais copos por pessoa não foi associado a menores riscos.

Analisando a cerveja e a cidra, os que consumiram apresentaram de 7% a 28% maior risco de contrair covid-19, independentemente da quantidade que consumiram, em comparação com os não bebedores.

Ou seja, o alto consumo de vinho tinto, vinho branco, champanhe e a baixa ingestão de vinho fortificado tiveram efeitos protetores contra a covid-19. Já o consumo de cerveja e cidra, independentemente da frequência e quantidade de ingestão de álcool, e alto consumo de destilados (mais de cinco copos por semana) foram associados ao aumento do risco de contrair a covid-19.

E por que isso acontece?

Segundo os pesquisadores o menor ou maior risco de covid não está no grau de álcool presente nas bebidas, mas e sim no teor de polifenóis, que têm propriedades antioxidantes.

O vinho tinto, por exemplo, tem as maiores concentrações de compostos fenólicos, como estilbenos, proantocianidinas e resveratrol. Esses polifenóis podem diminuir a pressão arterial, reduzir a inflamação e inibir os efeitos de vírus como a gripe e outras infecções relacionadas ao trato respiratório.

Quando se aderem às células humanas, essas partículas ajudam o corpo a se defender. A cerveja não apresenta esse composto e isso pode ser a chave para entender porquê o vinho se provou mais “defensivo” contra a covid, enquanto outras bebidas não.

Essas descobertas podem sugerir que a classe específica de constituintes polifenólicos pode ser responsável pelo efeito benéfico das bebidas alcoólicas contra a covid-19, e não pela concentração de álcool.

Os pesquisadores explicam ainda que não levaram em consideração os ingredientes e a concentração de polifenóis (estrutura química comum, que atuam como antioxidantes) dos subtipos de bebidas alcoólicas, sendo necessário um estudo com mais detalhes sobre os ingredientes e a concentração de polifenóis no futuro.

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Cotidiano

Idoso vai alimentar os peixes e é encontrado morto em açude na zona rural de Rio Branco

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O idoso Saul Pereira de Queiroz, de 81 anos, foi encontrado morto na tarde desta quarta-feira, 26, dentro de um açude numa chácara localizada no ramal do Clodoaldo, no km 14 da BR-364, zona rural de Rio Branco.

Segundo informações de familiares, todos os dias o idoso alimentava os peixes no açude e no início da tarde enquanto jogava a ração, Saul sofreu um mal súbito e caiu dentro do açude. Depois de algumas horas o filho desconfiou da demora do pai e resolveu ir no local e encontrou o idoso morto boiando na água.

A ambulância o suporte avançado do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) foi acionado e o médico atestou a morte de Saul.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos do Perito em criminalística. O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

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Cotidiano

Em Feijó, polícia apreende mais de 1 kg de cocaína e R$ 14 mil reais

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Na tarde desta quarta-feira, 26, a Polícia Civil no município de Feijó, apreendeu em uma região floresta 1,180 kg de cocaína e R$ 14.000,00 (quatorze mil reais).

O trabalho investigativo da equipe da Polícia Civil de Feijó em parceria com a Divisão Especializada em Investigação Criminal (Deic), localizou o entorpecente e o dinheiro que estavam enterrados em uma região de mata, na zona rural da cidade. Os objetos estavam enterrados dentro de potes plásticos em meio à floresta.

A ação da polícia logrou êxito em encontrar – após algum tempo de busca na “mata bruta” – o entorpecente. “A droga era embalada dentro da mata, longe dos olhos da polícia, mas pautando as ações num trabalho de inteligência, a polícia civil não mediu esforços para retirar de circulação a cocaína apreendida, que de acordo com a média de preço, causou um prejuízo de mais de R$ 41.000,00 (quarenta e um mil reais) aos criminosos”, destaca o delegado de Feijó, Railson Ferreira.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar o proprietário da droga e consequentemente sua responsabilização.

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