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Pesquisa de universidades revela o “perfil” sócio econômico de traficantes de drogas no Estado do Acre

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O tráfico de drogas ilícitas, que movimenta anualmente cerca de US$ 750 bilhões, é a atividade ilegal mais praticada no mundo. Se fosse legal, ela ficaria atrás apenas do setor petrolífero e da indústria automobilística.

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime indicam que no Brasil, que faz fronteira com os três maiores produtores de cocaína do mundo, circulam anualmente cerca de 80 toneladas de drogas, metade destinada ao consumo interno e o restante à exportação, movimentando cerca de US$ 5 bilhões. O consumo de cocaína cresceu mais de 30% nos últimos anos, uma média de 6% ao ano entre 2002 e 2007.

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Foi com o objetivo de entender os fatores que levam uma grande quantidade de pessoas a ingressar no tráfico de drogas ilícitas no Acre que pesquisadores das Universidades Federais do Acre e de Juiz de Fora realizaram uma análise econômica e financeira do tráfico de drogas para identificar fatores comuns entre as pessoas que migram para esta atividade criminosa. Especificamente, os pesquisadores tentaram responder a duas perguntas: (1) quais as características dos indivíduos que se envolvem com tráfico de drogas? e (2) quais os ganhos financeiros proporcionados pela prática deste crime?

A importância da pesquisa para o Acre reside no fato do mesmo fazer fronteira com dois dos principais países produtores de cocaína, a Bolívia e Peru, e da grave situação de descontrole do tráfico no Estado, que apresentou em 2009 o segundo maior volume de apreensão de drogas no Brasil. Conteúdo completo em Blog Ambiente Acreano

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