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Obra de grama sintética, de R$ 217,6 mil, está paralisada no Loteamento Iolanda

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Projetada para oferecer infraestrutura ao esporte de Rio Branco, uma obra de construção de grama sintética, orçada em R$ 217,6 mil, da Prefeitura Municipal de Rio Branco está parada há mais de um mês. O último vendaval colocou abaixo os tapumes que escondiam o canteiro de obras abandonado. A comunidade denunciou o descaso. A empreiteira Construverde não deixou nem vigia no local da construção. Guardando o antigo canteiro de obras existem apenas cães.

Os agentes participantes da obra, além do município, é o governo federal. Há informações extra-oficiais de que os recursos foram destinados através de emendas do atual senador Sérgio Petecão [PSD].

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A reportagem entrou em contato com a secretaria de obras do município. Quem atendeu ao telefone foi a assessora da secretária Ana Claudia, que se identificou como sendo Cristiane Jucá. Ela ficou de manter contato com a diretora de obras e justificar a paralisação da obra.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas informou que o contrato das obras de construção das quadras de gramas sintéticas decorre de convênio com o Ministério dos Esportes, para à execução de quadras, localizadas nos Bairros Tangará, Residencial Yolanda e Residencial Santo Afonso, ambos no Município de Rio Branco – Acre.

Ainda segundo secretaria, a empresa contratada iniciou seus serviços preliminares de movimentação de terra nos três locais indicados acima, para que não houvesse problema de paralisação no período do inverno. O problema, segundo o município, foram os atrasos nos repasses do Ministério dos Esportes.

– A empresa reduziu o ritmo das obras, concentrando seus esforços para concluir uma quadra por vez – diz a nota técnica enviada à reportagem, que afirma ainda que “a prefeitura garantiu que está  em andamento à execução da quadra do Tangará, com serviços de lastro de concreto e estruturação de alambrado”.

– Posteriormente, serão realizados os serviços no residencial Yolanda e Santo Afonso. Tão logo haja a liberação dos recursos por parte do Ministério [dos esportes], retornando o ritmo das obras – disse a prefeitura.

Qualquer semelhança ao escândalo envolvendo a alta cúpula do Ministério dos Esportes, que culminou com a queda do ministro Orlando Silva é pura coincidência.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
jscarioca@globo.com

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