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Enquanto IstoÉ publica o “Golpe Verde”, a presidente Dilma sanciona “Bolsa Verde”

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A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira a lei que cria o Programa de Apoio à Conservação Ambiental. O Bolsa Verde, como é chamado, vai pagar R$ 300 por trimestre a famílias em situação de extrema pobreza que morem em Unidades de Conservação federais e se comprometam adotar ações para preservá-las.

O benefício será pago inicialmente a 3.500 famílias nos estados da Amazônia Legal. A meta é atender 18 mil até o fim do ano e 75 mil até 2014. O governo desembolsará com o programa R$ 10 milhões em 2011. E até 2014, R$ 230 milhões. Foi estipulado o prazo de dois anos para a transferência dos recursos, mas poderá ser renovado.

A criação do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais também foi publicada hoje no Diário Oficial da União. O objetivo é estimular a geração de trabalho e renda com sustentabilidade, por meio da capacitação educacional e profissional, além de garantir a segurança alimentar. O programa será executado em conjunto pelos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

O benefício consiste ainda no repasse de R$ 2.400,00 em, no mínimo, três parcelas e no período máximo de dois anos, a cada família.

Informações de O Globo

Acre

Prefeitura decreta medidas para contenção de despesas

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), publicou um decreto nesta quarta-feira, 1, que estabelece medidas administrativas para contenção e otimização de despesas, no âmbito do Poder Executivo.

No decreto, ficam suspensas as ações relativas a pessoal que causem impacto financeiro na Folha de Pagamento, especificamente, a concessão de férias em pecúnia.

“Havendo necessidade premente da realização das referidas despesas, deverá ser encaminhada justificativa fundamentada pelo ordenador de despesa, acompanhada do respectivo demonstrativo financeiro, ao chefe do Poder Executivo Municipal para apreciação e autorização”, afirmou.

Por fim, o prefeito afirmou que cabe aos Secretários Municipais e equivalente das Indiretas promoverem e acompanharem o disposto neste Decreto, no âmbito de atuação de suas respectivas Unidades Administrativas.

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Acre

Infarto fulminante mata Capitão Moreira, do Corpo de Bombeiros

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O capitão do Corpo de Bombeiros do Acre, Antônio José Moreira, de 62 anos, morreu no início da manhã desta quarta-feira, 1º, em Rio Branco.

O militar foi vítima de infarto fulminante em sua própria residência por volta das 5 horas da manhã. Como quase todos os bombeiros mais antigos do Acre, Capitão Moreira ingressou na Polícia Militar em 1979 e só anos depois foi transferido para o Corpo de Bombeiros. Passou por todos os postos, desde soldado, indo para reserva como capitão.

Parte do velório acontece no Comando do Corpo de Bombeiros do Acre no período de 10 da manhã ao meio-dia. A expectativa, ainda não confirmada pela família, é que o corpo seja transferido no período da tarde para Sena Madureira, município onde nasceu e onde deve ser sepultado.

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Acre

Bocalom sanciona PLC que institui Ouvidoria na Câmara

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas) sancionou nesta quarta-feira, 1, o Projeto de Lei Complementar (PLC) que institui a Ouvidoria da Câmara Municipal de Rio Branco, que servirá como meio de interlocução com a sociedade.

O canal será aberto para o recebimento de solicitações, informações, reclamações, sugestões, críticas, elogios e quaisquer outros encaminhamentos relacionados às suas atribuições e competências.

A Ouvidoria da Câmara Municipal, será diretamente vinculada à Presidência, sendo dirigida por um Ouvidor designado pelo presidente entre os servidores de carreira da Câmara Municipal de Rio Branco e que tenham formação preferencialmente nas áreas de Gestão Pública, Administração e Direito.

O prazo de resposta às demandas encaminhadas à Ouvidoria será de até 20 dias, prorrogável por mais 10 (dez) dias, havendo justificativa expressa e notificada do demandante.

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Acre

Bebê nasce morta e família denuncia demora no parto

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Dalva Olímpio, 44 anos, procurou a reportagem do ac24horas para denunciar um suposto caso de negligência médica, que resultou na morte do seu neto na manhã de segunda-feira, 29, no Hospital Santa Juliana, em Rio Branco.

De acordo com a avó do recém nascido, que infelizmente nasceu sem vida, a sua filha, Vanessa Olimpio, compareceu a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, há cerca de 12 dias com sintomas de Covid-19, porém, nos últimos 4 dias acabou apresentando dores e inchaços.

Na última semana, Vanessa começou a sentir contrações que antecedem o parto, no entanto, os médicos informaram à família que não havia leito disponível para a paciente, apenas para o bebê. Dalva relatou que o incidente mais grave ocorreu na manhã de segunda, quando foi detectado que o bebê havia ido a óbito ainda na barriga de Vanessa. “Até às 11h o bebê ainda estava com vida, depois, já no Santa Juliana, as enfermeiras, depois de um novo exame, informaram que a criança já estava morta”, declarou.

Após a descoberta da morte da criança, os médicos do Hospital Santa Juliana realizaram a retirada do corpo do recém nascido, porém, Vanessa acabou sendo internada em um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave.

Bastante revoltada com o episódio que desencadeou na morte do neto, Dalva contou que na maternidade houve negligência, haja vista que, os médicos relataram que Vanessa havia apresentado problemas no coração, o que ocasionou no motivo da demora para realização da cesariana. “A minha filha não tem problema de coração, ela fez uma cirurgia no ano passado e sempre faz exame e não dá nada. “Ela tá toda inchada, com muita água, tá deformada”, explicou.

A mãe de Vanessa, afirmou que assim que for realizado os trâmites burocráticos para o sepultamento do neto, deverá efetuar uma denúncia no Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC). “Assim que acalmar a situação, vou tomar as providências cabíveis. Mas, foi negligência lá da maternidade”, destacou.

Governo explica a situação

A gerente de assistência do Sistema assistencial da Saúde da Mulher e da criança (Sasmc), Suane Souza, conversou com a reportagem e explicou o ocorrido. Segundo ela, as declarações de uma suposta negligência médica contada pela família não procedem.

Suane, ao analisar o prontuário médico, disse que Vanessa foi regulada e passava por exames regularmente. Porém, a gerente disse que a paciente tinha ciência que sua gravidez era de risco, além disso, ela realiza tratamento de Sífilis e Síndrome de Hellp – hemólise, enzimas hepáticas elevadas, baixa contagem de plaquetas, que se desenvolve normalmente antes da 37ª semana de gravidez, mas pode ocorrer logo após o parto. Muitas mulheres são diagnosticadas com pré-eclâmpsia anteriormente. “A gravidez foi complicada. Antes da gravidez ela fez uma miomectomia e já havia indicação de cesariana. Os médicos estavam investigando insuficiência cardíaca e ainda estava com pneumonia, todas essas patologias agravaram a situação.

Depois de analisar as patologias de Vanessa, a responsável pelo setor explicou que a demora para fazer a cesárea ocorreu devido a paciente não apresentar estabilidade para o procedimento cirúrgico. “A obstetra garantiu que ela sempre teve noção do caso de saúde dela, não faltou assistência para ela. Para fazer a cirurgia ela precisava estar estável”, ressaltou.

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