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Cruzeiro do Sul surpreende com baixa da gasolina; só R$ 0,01 é a diferença do preço da capital

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Apesar do elevado preço da gasolina praticado em todo Estado, o município de Cruzeiro do Sul registrou queda de R$ 0,26 que elimina a “distância geográfica” que o separa da capital Rio Branco.

Enquanto na penúltima semana de setembro marcou o preço médio a R$ 3,36, nessa última semana, que se encerrou no dia 1º outubro, Cruzeiro do Sul registrou R$ 3,09, perdendo para Rio Branco (R$ 3,08) por apenas R$ 0,01.

Tarauacá teve aumento e permanece com a gasolina mais cara do Acre a R$ 3,45 e Senador Guiormad manteve o menor preço com R$ 3,05.

Os números são levantados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e se referem ao período de 25 de setembro a 1º de outubro de 2011. No Acre, 52 postos de combustíveis em seis municípios foram consultados.

 

 

Município

Penúltima semana de setembro Última semana de setembro
1 Tarauacá

R$ 3,44

R$ 3,45

2 Sena Madureira

R$ 3,20

R$ 3,19

3 Xapuri   

R$ 3,16

R$ 3,15

4 Cruzeiro do Sul    

R$ 3,36

R$ 3,09

5

Rio Branco

R$ 3,07

R$ 3,08

6 Senador Guiomard

R$  3,05

R$  3,05

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Redação de ac24horas

Acre

Acre será cenário da nova série da Disney+ com Xuxa no elenco

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Em julho deste ano começam as gravações da nova série da Disney+, chamada Tarã. O projeto marca o retorno de Xuxa Meneguel como atriz, após dez anos, e terá o Acre como cenário.

A história faz um alerta sobre a destruição da natureza, com uma mensagem de conscientização da preservação ambiental. Além do estado acreano, os episódios também acontecerão no Rio de Janeiro e em São Paulo. A produtora de conteúdos Formata será a responsável pela ficção.

As informações são da colunista Patrícia Kogut, do Jornal O Globo. A plataforma de streaming não deu mais detalhes sobre a obra, mas a expectativa é que a exibição aconteça em 2023.

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Acre

Após discussão, Mazinho sofre infarto e vai parar na UTI

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O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, passou mal após discutir com o deputado Gerlen Diniz no plenário da Assembleia Legislativa. O gestor da cidade que fica a 143km da capital Rio Branco, sentiu uma forte dor no peito e foi encaminhado às pressas ao Pronto-Socorro de Rio Branco.

Acompanhado pelo médico-cardiologista Welber de Lima, Mazinho deu entrada no PS e logo em seguida foi retirado do local para fazer um cateterismo no Hospital Santa Juliana, Unidade Hospitalar autorizada para fazer o procedimento.

O ac24horas apurou que os médicos colocaram um Stent para revascularizar a artéria do coração. Logo após o procedimento, ele foi encaminhado a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital para observação. Mazinho está lúcido e deve ficar bem, segundo informes apurados pela reportagem.

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Acre

Após ser chamado de “criminoso”, Mazinho rebate: “seu vagabundo”

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Tudo indicava que a sessão desta quarta-feira, 25, da Assembleia Legislativa terminaria de forma tumultuada. O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (Republicanos), que foi acusado na sessão de ontem de cometer vários crimes na administração pública pelo deputado Gerlen Diniz (Progressistas), foi até ao plenário do parlamento hoje para acompanhar os trabalhos, acompanhado de sua esposa, a deputada estadual Meire Serafim.

A confusão iniciou quando o deputado Gerlen Diniz resolveu provocar o prefeito, afirmando que fez diversas denúncias acerca de desmandos em Sena Madureira e estaria ratificando e reiterando tudo o que disse. “Um patrimônio de R$ 3 milhões está em mãos de particulares”, disse.

Neste momento, o prefeito Mazinho começou a gritar e xingar o deputado Gerlen. “Presidente, me garanta a palavra”, pediu Diniz em meio aos berros de Mazinho.

O presidente da Mesa Diretora na ocasião, deputado Antônio Pedro, suspendeu a sessão e a confusão continuou.

Revoltado, Mazinho pediu para que o deputado o fosse retirar do parlamento. “Venha me retirar, seu vagabundo, O povo de Sena Madureira está te esperando nas urnas de novo. Pilantra, não faz nada por aquela cidade. Você tem que respeitar a minha mulher”, disse o prefeito, que foi contido pelo seu colega de partido, o deputado Roberto Duarte (Republicanos).

Após Mazinho ser retirado por aliados, Gerlen retomou a palavra e afirmou que se acontecer com ele, “já sabem quem é o mandante”. O parlamentar afirmou ainda que tem certeza que Mazinho será preso.

“Pensa que com gritos, intimidação, vai conseguir me calar. Não tenho medo, mas se algo acontecer comigo já sabem quem vai ser o mandante, pois lá de onde ele vem isso é comum”, disse o deputado.

Diniz vê dilapidação do patrimônio público na gestão de Mazinho, que segundo o deputado demoliu um armazém que servia para o produtor rural estocar a produção. “Vejam o tipo de gestor. Quando o cara sai gritando daqui é porque sentiu o golpe. É covarde, canalha, não tenho um pingo de medo desse cidadão”, afirmou Gerlen Diniz.

“Essa pessoa já agrediu camelô, vereador, já saiu espancando no meio da rua. Ele estava gritando aqui porque tinha um monte de segurança. Na rua, ele dobra esquina quando me vê”, relatou.

Para Diniz, Mazinho porta-se como um animal e, portanto, deve ser enjaulado como um animal.

Segundo o parlamentar, o presidente da Mesa, Antônio Pedro, poderia ter evitado o tumulto e a vergonha que está submetida a Aleac ante ao berreiro de Mazinho e pediu ação do Ministério Público e da Polícia Civil às denúncias que faz.

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Acre

Viagem de diretora da Funtac causa revolta entre servidores

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Já faz algum tempo que a Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac) deixou de ser o centro de pesquisas e busca pelo desenvolvimento da tecnologia que já foi um dia. Culpa do pouco investimento dos governos no setor. Além da crise financeira, a atual direção convive com a insatisfação de alguns servidores da casa. Um dos motivos é uma viagem feita nos últimos dias ao Rio de Janeiro.

A atual diretora- presidente da Funtac é Missara Oliveira, esposa do ex-presidente da fundação, Antônio Aurisergio, conhecido como Tom Sérgio, que deixou a presidência porque vai ser candidato à Assembleia Legislativa nas próximas eleições, mas conseguiu emplacar a esposa no cargo. Tom é irmão do deputado federal Jesus Sérgio (PDT) e como é gestor de políticas públicas do governo, ficou lotado na própria Funtac. Ocorre que no último dia 20 de maio, a diretora-presidente foi convidada a participar do encontro Finep + Confap, ocorrido no Rio de Janeiro. Missara resolveu levar o esposo para acompanhá-la na viagem.

“O que nos revolta é que faz muito tempo que a Funtac não tem a atenção devida. Quando surge uma oportunidade dessas, servidores da casa deveriam ser contemplados. O ex-presidente vai ser candidato, se ganhar, assume o mandato e se perder não tem nenhuma garantia que vai continuar trabalhando na Funtac, afinal não sabemos quem vai ser o próximo governador. Enquanto esse ou qualquer outro governo que o conhecimento precisa ser da instituição e não de poucos, não vamos conseguir avançar e tornar a Funtac forte de novo como já foi um dia”, afirma um servidor, que prefere não ser identificado.

Além da escolha pelo marido, a reclamação é também pelo custo das passagens. Compradas em cima da hora, a ida e volta de Tom Sérgio ao Rio de Janeiro custou mais de R$ 6 mil, sem mencionar outros R$ 1,5 mil reais em diárias. “Aqui não se tem dinheiro para nada. Esse custo de R$ 6 mil reais para uma única pessoa é falta de planejamento. Enquanto isso, o pessoal que é terceirizado e ganha um salário mínimo está com o salário atrasado”, diz o servidor.

A reportagem conversou com Missara Oliveira. A diretora-presidente explicou porque levou o marido ao evento. “O Antônio Aurisergio é gestor de Políticas Públicas, sendo assim funcionário permanente do estado pode ocupar cargo em qualquer secretaria/ Órgão do Estado. Como estou a pouco tempo a frente da Fundação, preciso da experiência dele e do contato que tinha com os órgãos financiadores., A reunião foi com o Ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Paulo Alvim, na FINEP e nós conseguimos numa nova forma de pagamento nas nossas contrapartidas em projetos pela Fundação de Amparo a Pesquisa, FAPAC. As demais denúncias não procedem”, afirma Missara.

Apesar de ter negado que exista atraso no pagamento de terceirizados, a reportagem conversou com duas pessoas que prestam serviço de forma terceirizada que confirmaram que o salário do mês está atrasado. Os vencimentos deveriam ter sido pagos até o último dia 10, mas até o momento ainda não caiu nas contas dos trabalhadores.

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