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Ação conjunta das policias apreende 11,5kg de cocaína

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A Polícia Civil e a Polícia Federal realizaram nos últimos dias operação em conjunto, a qual teve por finalidade ampliar o combate ao tráfico de drogas na Região do Juruá e principalmente em Cruzeiro do Sul.

O flagrante ocorreu na sexta-feira, 30, com a apreensão de 11,5 quilos de cocaína. A droga foi encontrada na mochila de J.E.M.O., 33 anos, morador do bairro Saboeiro, motorista de uma empresa em Cruzeiro do Sul, que estava indo para Rio Branco de carona em um caminhão da empresa em que trabalha. Além do preso outros dois homens foram levados para a Delegacia de Polícia Federal, o motorista e outro carona, porém estes foram liberados após prestarem esclarecimentos.

O caso já vinha sendo investigado há mais de uma semana pelas policias Civil e Federal, por isso foi possível prender o dono da droga, E.S.A, 28 anos, entregador de uma loja de eletrodomésticos em Cruzeiro do Sul.

A integração das polícias apresentou resultado bastante positivo, pois nos últimos dias a Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Militar apreenderam cerca de 20kg de cocaína e prenderam mais de 15 traficantes.

Informações – DPF/Acre

Acre

SENAI integra Comitê de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil 

Representantes da instituição participaram nesta segunda-feira, 4, da programação alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil 

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Representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Acre (SENAI/AC) participaram na manhã desta segunda-feira, 4 de julho, da programação alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, promovido pelo Ministério Público do Acre (MPAC), na sede da instituição.

No evento, o SENAI foi representado pelo diretor-regional, César Dotto, e pela gerente de Educação Profissional, Geane Reis de Farias. O encontro marcou a criação do Comitê de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e também a reativação do Fórum Estadual de Combate ao Trabalho Infantil. Ambos terão participação do SENAI/AC. “É um dever nosso e nos dá orgulho, enquanto instituição de educação profissional, apoiar causas tão essenciais para o nosso estado e para o nosso país”, destaca o diretor-regional, César Dotto.

Durante o evento, foi apresentado o primeiro Relatório Global sobre o Trabalho Infantil na Primeira Conferência do anual do trabalho. Também foi realizada uma mesa-redonda, mediada pelo defensor público Celso Araújo Rodrigues, com o tema ‘Prevenção e enfrentamento do trabalho infantil’. O SENAI fez parte de mesa-redonda, juntamente com a responsável pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI, Ana Rosa Garcia Pinto, da Secretaria Estadual dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres, apresentando a temática ‘A Aprendizagem como Instrumento de Política Pública para o Enfrentamento da Exploração do Trabalho na Adolescência’.

Também estiveram presentes o procurador-geral de Justiça do MPAC, Danilo Lovisaro; o promotor Francisco Maia Guedes; o corregedor-geral do MPAC, Álvaro Luiz; o diretor de Políticas de Assistencial Social do Estado, João Mascarenhas; as promotoras Diana Soraia Tabalita e Vanessa Macêdo, entre outras autoridades.

Assessoria Sistema FIEAC

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Acre

Fumantes já são 13% da população de Rio Branco, diz estudo

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O número de fumantes não para de crescer em Rio Branco. Em 2014, 9,7% dos moradores da capital fumava. Em 2017, houve um forte esforço para reduzir o tabagismo no Estado mas pouco resolveu pois em 2020 o uso do cigarro era de 11,5% da população. Em 2021, esse número subiu para 13%.

Ao menos 53 mil pessoas fumam na capital do Acre. Milhares de outros são fumantes passivos no trabalho ou em casa.

O tabagismo e a exposição passiva ao tabaco são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de uma série de doenças crônicas, tais como câncer, doenças pulmonares e doenças cardiovasculares, de modo que o uso do tabaco continua sendo líder global entre as causas de mortes evitáveis

A condição de fumante passivo no domicílio foi atribuída a todo indivíduo não fumante que informou que pelo menos um dos moradores do domicílio tem o hábito de fumar dentro de casa. A condição de fumante passivo no trabalho foi atribuída a não fumantes que informaram que pelo menos uma pessoa possui o hábito de fumar no seu ambiente de trabalho.

A frequência de adultos que fumam variou entre 4,0% em Aracaju e 14,5% em Campo Grande. As maiores frequências de fumantes foram encontradas, entre homens, em Campo Grande (22,2%), no Distrito Federal (17,7%) e em Curitiba (14,9%) e, entre mulheres, em São Paulo (9,7%), Rio Branco (9,6%) e Florianópolis (8,7%). As menores frequências de fumantes, no sexo masculino, ocorreram em Aracaju (6,1%), Belém (6,9%) e Macapá (7,5%) e, no sexo feminino, em São Luís (1,5%), Teresina (1,6%) e Aracaju (2,3%).

Os dados são da Vigitel, pesquisa realizada anualmente pelo Ministério da Saúde. Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também contribui para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras.

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Acre

Acre registra mais de 300 pessoas desaparecidas em 2021

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Os registros de pessoas desaparecidas no Acre aumentaram 42,1% em 2021, em comparação ao ano anterior. As informações foram divulgadas na última semana pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Segundo os dados, em 2020, as notificações no Estado chegaram a 229, com 34 localizados, já em 2021 o número subiu para 330, com 25 indivíduos encontrados.

Na variação durante os dois anos, o Acre está abaixo do Pará com 146,6%, Rio Grande do Norte com 120,8% e Tocantins com 67,2%. As estatísticas são feitas com base nas informações fornecidas pelos Boletins de Ocorrências das Polícias Civis das unidades federais.

A iniciativa vem sendo realizada desde 2017, nestes últimos cinco anos, ao menos 369.737 pessoas desaparecidas foram registradas no Brasil, com média de 203 casos diários.

“Os números não correspondem, no entanto, ao total de pessoas desaparecidas: uma pessoa pode ter mais de um registro de desaparecimento, feito por diferentes familiares, assim como em um Boletim de ocorrência pode constar mais de uma pessoa”, informa o Anuário.

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Acre

Jogados ao chão – por Irailton Lima

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A estátua de Chico Mendes na Praça Povos da Floresta foi vandalizada e segue jogada ao chão faz já três dias. Com ela estamos todos nós, jogados ao chão num inequívoco sinal do desprezo de nossas elites políticas ao que um dia pode ter representado quem somos e de onde viemos. O desprezo pela arte que simboliza Chico Mendes é o equivalente ao desvalor de nossas raízes e tudo aquilo que nos permitiu ao longo da história nos constituirmos como acreanos.

Chico Mendes é um herói nacional, aclamado pelas leis da República como Patrono do Meio Ambiente, e talvez o único acreano a nomear praças, parques e ruas em cidades pelo mundo. Para nós ele representa o seringueiro, esse ancestral nordestino que enquanto lutava para dominar os mistérios da floresta foi nos constituindo como povo singular dotado de uma cultura e uma identidade própria.

O seringueiro acreano deveria ser valorizado por nós como o colono americano é visto pelo povo de lá: fundador da nação. Com a valiosa diferença de ter aprendido a conviver e a dividir esse chão com os nativos da terra, coisa que o colonizador europeu se recusou a fazer por lá. O seringueiro em seu trabalho diário na floresta, extraindo leite, fabricando péla de borracha e produzindo em seu pequeno roçado é parte da nossa história cotidiana. Um cotidiano que vai assimilando estratégias de vida, construindo lendas, estabelecendo valores, preferencias e, assim, constituindo uma cultura.

É essa parte, a cultura, que não cessa de viver em nós, porque estimula sentimentos primitivos e nos induz à empatia por quem sente o mesmo que sentimos. É esse sentimento que faz com que uma pessoa sinta proximidade e segurança quando encontra um compatriota em terra estrangeira. É a sensação de que se compartilha o idioma falado, a comida desejada e a música ouvida que nos faz sentir à vontade com quem nunca nem vimos antes. E isso é parte de nossa identidade no sentido antropológico, no sentido mais profundo quando identidade gera pertencimento e confiança.

Um povo sem identidade é como uma pessoa sem face, incapaz de reconhecer a si mesma no espelho. A destruição da memória e de tudo aquilo que organiza e estrutura a cultura das pessoas de um lugar é o a forma mais violenta de lhes retirar a vida. A perda da cultura é a parda do sentido e do significado de estar e ser de um lugar. Matar a memória de Chico Mendes é como ir matando aos poucos cada um de nós, acreanos. É negar que sejamos quem somos, substituídos pelo sertanejo das fivelas reluzentes e a polenta no lugar do pão-de-milho. Não nos enganemos: quem na condição de gestor público responsável pela preservação dos bens coletivos despreza a estátua de Chico Mendes, despreza quem somos como herdeiros de um povo que aprendeu a viver e amar a floresta.


Irailton Lima
Sociólogo

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