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Com medo das provocações dos professores, Sebastião Viana desiste de ir a Cavalgada

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A primeira dama Marlucia Cândido representa o governador no evento.

Pela primeira vez em seu governo, Sebastião Viana não participou da cavalgada , evento que marca abertura da Expoacre. A primeira dama Marlucia Cândido representa o governador no evento. Nem mesmo a sua vice ,Nazaré Araújo,  compareceu a festa.

De acordo com a assessoria do governador, Sebastião teve a informação de que um grupo ligado a um “deputado federal” estaria se preparando “para fazer provocações e atrapalhar a festa”, se utilizando da manifestação dos professores que estão em greve há mais de 30 dias. Os assessores não quiseram entrar em detalhes sobre quem seria o parlamentar envolvido.

Coincidência ou não, um grupo de professores estão concentrados no posto Triângulo à espera da cavalgada.

“O governador optou em não participar, mais uma vez buscando por um caminho de paz, mas sua família está na cavalgada o representando. E vale ressaltar que mesmo que ele soubesse que eram  30, 40 pessoas querendo fazer provocações, ele manteria decisão, pois sempre procurou o caminho da paz. Não justifica apenas 7% das escolas em greve, manterem esse tipo de postura em um evento que é de toda a sociedade acreana”, informou a assessoria do governador

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MPAC celebra 10 anos do Núcleo de Apoio Técnico com lançamento de obra

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) promoveu nesta quinta-feira, 22, o lançamento da obra “Janela de Conhecimento”, que celebra os 10 anos do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), fazendo um apanhado histórico da atuação do órgão auxiliar. O evento contou ainda com a palestra “Dinâmica do desmatamento no estado do Acre: causas e consequências”.

O NAT assessora tecnicamente os órgãos de execução do MPAC, para que estes possam realizar as suas atribuições de forma eficiente. Por meio dessa atuação, questões altamente especializadas, em diversos ramos dos saberes, são analisadas para a produção de relatórios. Essa atribuição serve para fornecer subsídios e também para colher a prova que será avaliada nas ações ajuizadas pelo MPAC. Para a realização desse trabalho o núcleo concentra profissionais com conhecimentos especializados fundamentais na atuação do Ministério Público.

A obra criada coletivamente objetiva fazer com que os leitores conheçam o funcionamento do núcleo que auxilia o trabalho do MPAC na defesa dos direitos fundamentais, redução da criminalidade violenta, indução de políticas públicas e transformação social, sendo um órgão fundamental no que diz respeito às investigações e atuação especializada nas mais diversas áreas, que exigem maior capacidade técnica.

O procurador-geral de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento foi o primeiro coordenador do NAT, em 2012, inaugurando a condução de um trabalho de prestação de apoio aos integrantes do MPAC nas questões que envolvem conhecimento especializado, tecnologia e inteligência. Durante a abertura do evento, o chefe do MP acreano ressaltou a importância dos serviços prestados pela equipe do órgão.

“O que estamos fazendo hoje é a celebração de um projeto bem-sucedido. A história do NAT é uma história de inovação, no sentido de prestar apoio técnico, e se relaciona, sobretudo, ao protagonismo que o Ministério Público deve assumir nas investigações e no processo judicial. O núcleo é a ferramenta que temos para crescer e nos firmar enquanto instituição protagonista, tanto na área criminal, quanto nos interesses difusos e coletivos. Registro meu agradecimento e desejo que o NAT siga expandindo e que possa avançar cada vez mais para direcionar nossa atuação”, disse.

O Ato n.º 25, de 13 de setembro de 2012, instaurou o NAT, sendo assinado pela então procuradora-geral de Justiça, Patrícia de Amorim Rêgo, que reforçou a trajetória do núcleo, destacando os avanços em diversas áreas na última década.

“Hoje é um dia para celebrar a evolução e as conquistas do NAT, mas também é um dia para refletir sobre a importância desse órgão na nossa trajetória enquanto instituição. Toda boa ideia só vai para frente se tiver pessoas engajadas e comprometidas, este foi o caso do NAT. Tenho muito orgulho do trabalho que tem sido realizado no do dia-a-dia, com resultados para sociedade”, afirmou.

Coordenado atualmente pela promotora de Justiça Marcela Cristina Ozório, o NAT é constituído por uma equipe multidisciplinar de 57 servidores, entre servidores de carreira, servidores cedidos de outros órgãos públicos e profissionais com experiência na iniciativa privada. O órgão auxiliar presta apoio aos órgãos de execução e, em especial, ao Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que, no Acre, conduz importante trabalho, com resultados no desmantelamento de facções criminosas e punição de seus integrantes.

“Essa data é muito importante para nós. Sou muito agradecida pela oportunidade de assumir a missão de coordenar o núcleo. Ao longo dessa década crescemos muito e quero agradecer a todos que estiveram engajados nessa missão ao longo desses anos. A feitura dessa publicação foi um presente, pois possibilitou rememorar as nossas ações. Convido a todos para lerem a revista, que conta um pouco da nossa história como organismo vivo, formado por pessoas talentosas e competentes, que dão base e suporte para a tomada de decisões”, disse Marcela Ozório.

Palestra

A cerimônia de lançamento encerrou com uma palestra ministrada pelo pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Paulo Amaral e pelo pesquisador e professor da Universidade Federal do Acre, Foster Brown.

Apoiados em dados sobre a série histórica de desmatamentos na Amazônia, os palestrantes abordaram o comportamento do desmatamento no estado do Acre, os efeitos nocivos da baixa qualidade do ar, além dos comportamentos que devem ser adotado por diferentes instituições e sociedade civil para a proteção ambiental.

O evento contou ainda com a participação da procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, do corregedor-geral Álvaro Luiz Pereira, do secretário-geral, Glaucio Shiroma Oshiro e do coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu), procurador de Justiça Getúlio Barbosa.

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Sargento do Trisal vai a júri popular por tentativa de homicídio contra estudante de medicina

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O sargento da Polícia Militar do Acre, Erisson de Melo Nery, que se tornou muito conhecido nas redes sociais por ser um dos protagonistas do “trisal acreano”, cuja rotina era compartilhada com seguidores, vai ser submetido ao conselho de sentença por ter atirado contra o estudante de medicina Flávio Endres de Jesus Ferreira.

O crime aconteceu na madrugada do dia 28 de novembro de 2021, em um bar na cidade de Epitaciolândia, no interior do estado. De acordo com denúncia do Ministério Público, o sargento estava com suas duas companheiras no espaço público, quando houve uma confusão entre a vítima e uma das duas esposas do denunciado, o que evoluiu para uma briga.

O episódio se transformou em uma grande confusão que começou dentro do estabelecimento e terminou na rua da frente, quando o sargento Nery teria sacado de uma arma de fogo, atirado e atingido o estudante pelo menos quatro vezes, tendo em seguida agredido com chutes a vítima que estava baleada no chão.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Epitaciolândia determinou que o sargento Nery vai ser submetido a Júri Popular. Ele responde por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, além dos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e lesão corporal grave.

A defesa, que chegou a pedir a suspeição da juíza do caso, argumentou que o suspeito agiu em legítima defesa, pedindo a desclassificação do crime para lesão corporal e ainda solicitou que não houve apreensão da arma de fogo, por isso, não sendo possível determinar a ilegalidade do porte.

Na decisão, que foi divulgada nesta segunda-feira (19) no Portal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), a juíza Joelma Ribeiro, titular da unidade judiciária, analisou pedido preliminar de insanidade mental do militar, mas relatou que a demanda já tinha sido negada tanto pelo 1º, quanto pelo 2º grau.

A magistrada ainda verificou na decisão que existem materialidade e indícios de autoria dos crimes cometidos contra o jovem, emitindo sentença de pronúncia contra Erisson Nery. O processo está em segredo de justiça.

“Nesse diapasão, nota-se que os depoimentos produzidos à luz do contraditório indicam que o acusado, em tese, tentou ceifar a vida da vítima em decorrência de uma desentendimento banal e insignificante havido entre o réu, a vítima e o grupo de amigos da vítima, momentos antes”, assinalou a juíza na sentença que submete o réu ao julgamento pela sociedade.

O sargento Nery está preso desde o dia posterior ao crime no Batalhão de Operações Especiais (Bope) em Rio Branco. Ele também responde pela morte de um adolescente de 13 anos, crime ocorrido em novembro de 2017, na capital acreana, quando o menino tentou, junto com outros envolvidos, furtar a casa do militar.

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Amazônia, comemorar ou pedir socorro?

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No dia 05/9 passado, comemoramos o dia da Amazônia. Ela é um dos patrimônios naturais mais encantadores e valiosos da humanidade. A Amazônia é a maior floresta em território e ocupa cerca de 9 países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela. No Brasil, o bioma ocupa 9 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Tocantins, parte do Maranhão e do Mato Grosso. Isto equivale a 49,29% do território brasileiro. A Amazônia faz uma contribuição significativa para toda a humanidade por retirar o dióxido de carbono da atmosfera, resfriando o planeta. 

Aproveito o espaço de hoje para divulgar e comentar alguns indicadores da economia, principalmente algumas características da força de trabalho, desta importante Região Brasileira. Os dados são do IBGE, constantes na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Pnad Contínua Trimestral referentes ao segundo trimestre de 2022. Observa-se que os dados que vamos trabalhar referem-se a Região Norte do Brasil, portanto exclui-se os dados do Maranhão e do Mato Grosso.

A Região representa 5,7% do PIB e possui 8,1% da força de trabalho do Brasil

Vamos iniciar demostrando o tamanho da economia regional na economia nacional. Os dados do PIB de 2019 foi estimado em R$ 7, 385 trilhões e o da Região Norte foi de R$ 420 bilhões. Ou seja, o PIB da Amazônia em 2019 representava somente 5,7% do PIB nacional. No gráfico acima, observa-se que, no segundo trimestre de 2022 a força de trabalho regional, estimada em 8,312 milhões, representava 8,1% dos 108, 349 milhões da brasileira. Outro dado interessante é que no Brasil, da população acima dos 14 anos (população em idade economicamente ativa), 37,4% estavam fora do força de trabalho. No Norte esse percentual era um pouco maior (38,8%), demostrando que no Norte, existia uma proporção maior das pessoas em idade de trabalhar que não estavam empregadas ou procurando emprego.

A taxa de desemprego do Brasil (9,3%) foi maior que a da Região Norte (8,9%) no segundo trimestre de 2022.

Como pode ser observado no gráfico a seguir, que embora com uma taxa maior de pessoas na força de trabalho (62,6%), no Brasil a taxa de desemprego (9,3%) ficou acima daquela verificada para o Norte (8,9%). Eram 784 mil pessoas desempregadas na Região no segundo trimestre do ano.

A agropecuária e a exploração florestal ocupam 15,8% da mão-de-obra empregada no Norte. No Brasil é de somente 8,9%

A proporcionalidade dos ocupados por categoria do emprego no trabalho principal superaram a proporcionalidade do Brasil nas seguintes categorias: Empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (15,1% x 13,3%), Empregados no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (16,5% x 12,1%), os Autônomos ou Conta-própria (33,1% x 26,2%) e os Trabalhadores familiares auxiliares (5,1% x 1,8%). 

Em relação ao setores de atividades, conforme pode ser observado no gráfico acima, a proporção das ocupações da mão-de-obra no Norte supera aquelas verificadas para o Brasil nos seguintes setores: Agropecuária e exploração florestal (15,8% x 8,9%), comércio (20,3% x 19,3%) e Administração pública (19,5% x 17,4%).

Rendimento médio do trabalho dos moradores da Região Norte é 21,5% menor que o Rendimento médio no Brasil

Como pode ser observado no gráfico a seguir, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, dos ocupados com rendimento de trabalho no segundo trimestre de 2022 na Região Norte foi de R$ 2.082,00. Esse valor médio é 21,5% abaixo daquele recebido pelos trabalhadores do Brasil como um todo. O número proporcionalmente maior de autônomos, dos empregados sem carteira assinada podem explicar esses números.

Enquanto no Brasil a taxa de informalidade no segundo trimestre do ano foi de 40,0%, no Norte foi de 51,3%, cerca de 4,119 milhões de trabalhadores estão nessa condição. Existem 485 mil desalentado na região, o percentual de pessoas desalentadas na população na força de trabalho ou desalentada foi de 5,2%, no Brasil foi de 3,8%. 

Uma região tão importante para o Brasil e para o mundo, conforme o Portal UOL do dia 04/9, a Amazônia brasileira registrou em apenas três dias de setembro um total de 8.740 focos de incêndio medidos pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).   Em setembro de 2021, foram registrados 16.742 focos de incêndio pelo, isso no mês inteiro. Agora, apenas 10% do mês passou, e esse número já se aproxima de 9 mil. O Portal continua afirmando que, as queimadas estão se concentrando no sul da Amazônia. Imagens de satélite que fazem a medição por CO² mostram que há uma mancha gigante na região, cobrindo boa parte dos estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso e Rondônia, além de quase a totalidade do Acre.

Os números, tantos da economia como dos focos de incêndio, indicam a necessidade de uma atenção maior para com a Amazônia. Estamos perdendo a guerra.


Orlando Sabino escreve às quintas-feiras no ac24horas.

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Com explosão de queimadas, Rio Branco atinge nível de poluição do ar 10 vezes maior que o recomendado pela OMS

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Rio Branco e outras cidades acreanas atingiram, na noite desta terça-feira (6), o nível de Alerta de Saúde na escala da Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar do Acre, sistema coordenado pelo Ministério Público do Acre (MPAC) com a parceria de outras instituições, como a Universidade Federal do Acre (Ufac).

Por volta das 21h40, o sensor da rede de monitoramento instalado na Ufac, na capital acreana, registrava 225 µg/m³, que significa microgramas por metro cúbico de material particulado, valor quase 10 vezes superior ao nível considerado como aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O dado acima é referente à média de um dia (últimas 24h) está inserido na penúltima classe da escala usada pela Rede de Monitoramento, que vai de 150-350 µg/m³. Nessa faixa, todas as pessoas podem experimentar efeitos mais graves na saúde se expostas por um período de 24 horas a tais condições.

As cidades de Sena Madureira, Manoel Urbano e Acrelândia também apresentaram níveis dentro da mesma faixa. Em outros pontos do estado, como em Cruzeiro do Sul, Santa Rosa do Purus, Xapuri, Brasiléia e Assis Brasil, os sensores também marcavam níveis entre 55-150 µg/m³ no mesmo horário.

A quantidade de fumaça nos céus acreanos é resultado direto do avanço das queimadas, que cresceu a partir dos últimos dias de agosto e se intensificou nos cinco primeiros dias de setembro, período em que o Acre registrou 2.681 focos de calor, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Em 2022, o Acre já registrou 5.769 focos de queimadas, 24% a mais que os 4.632 do ano passado, ocorridos entre 1º de janeiro e 6 de setembro. Nas últimas 48 horas, foram detectados 921 focos de queimadas no estado. Os dados são do satélite de referência AQUA Tarde, da Agência Espacial Americana (Nasa).

No período correspondente aos últimos dois dias, Rio Branco registrou 116 focos de calor e se juntou a Feijó e Tarauacá, como municípios acreanos fazendo parte do ranking dos 10 com os maiores números de ocorrências de queimadas nesse intervalo. Os dados explicam a quantidade de fumaça na capital acreana.

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